Auto da Barca do Inferno

Auto da Barca do Inferno Gil Vicente




Resenhas - Auto da Barca do Inferno


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Renivaldo.Cordeiro 27/03/2019

Uma das coisas mais incríveis que já tive o prazer de ler. Dinâmico, em prosa. Excêntrico e sensacional.
Gil Vicente teve nessa obra um filing que poucos escritores conseguiram durante a carreira.
Uma obra surpreendente.
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Tay - @teoremadoslivros 14/03/2019

Rápido e Incrível
Quando eu vi a quantidade de páginas que a edição que pegara emprestado na biblioteca tinha, fiquei preocupada de o livro não ser muito completo e confuso. Para minha grande satisfação, toda a história foi lindamente construída, me fazendo inclusive querer ter mais páginas, querer saber sobre o destino de cada alma ali presente. Gil Vicente escrevera há muitos anos atrás, mas, ainda consigo ver um encaixe perfeito com a obra e os dias atuais. Achei que se assemelharia com Dante, talvez por se tratar do lugar para onde nossas almas vão após a morte, mas é uma obra totalmente diferente, e isso me deixou muito feliz. Recomendo bastante!
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Diogo.Kuchnir 30/08/2018

Auto da barca do inferno
O livro nos conta que quando alguém morre, dois barcos estão nos esperando e os responsáveis por nos receber no primeiro barco é o diabo e no segundo o anjo ao decorrer do livro são ao todo 11 personagem que ao longo do livro vamos descobrindo em barco cada um vai.
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Ari 09/08/2018

O diabo é o mais encantador desta leitura, haha
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leila.goncalves 12/07/2018

Primeiro Da Trilogia
O Auto da Barça do Inferno", de Gil Vicente, foi escrito num momento de transição, quando o homem abandonava as trevas medievais e emergia para a luz do humanismo e esse conflito domina a obra, isto é, ao mesmo tempo que o autor critica a sociedade de seu tempo, seu pensamento continua centrado em Deus.

Também denominado "Auto da Moralidade", ele foi representado pela primeira vez em 1517 e é a primeira parte de uma trilogia da qual também fazem parte o "Auto da Barca do Purgatório" e " O Auto da Barca da Glória".

Dividido num único ato e com um linguajar de acordo com o nível sócio-cultural das personagens, seus versos são Redondilhas Maiores, exceto em alguns trechos e como Gil Vicente sempre manteve um padrão constante em suas obras, esse fato sugere possíveis erros de impressão.

Seu cenário é um porto onde estão ancoradas duas barcas: uma com destino ao paraíso cujo comandante é um anjo e a outra com destino ao inferno que tem na chefia o diabo. Todas as almas, assim que se desprendem dos corpos, são obrigadas a passar por esse lugar, para serem julgadas. Dependendo dos seus atos, elas são conduzidas a uma ou outra embarcação e tanto o anjo quanto o diabo podem acusá-las, mas somente o primeiro pode absolvê-las.

Nesse auto, só serão julgados representantes típicos da sociedade lusitana: o fidalgo, o onzeneiro ou agiota, o parvo, o sapateiro, o frade, a alcoviteira metida com bruxarias, o judeu, o corregedor, o enforcado e quatro cavaleiros que combateram nas Cruzadas.

Entre mortos e feridos, só resta descobrir quais figuras do seleto grupo ganharão o direito de uma bem-aventurada existência no Paraíso. Faça sua aposta.
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Matheus_Morandi 21/06/2018

Uma comédia muito impressionante.
No livro Auto da Barca do Inferno, nos conta que quando alguém morre, dois barcos estão esperando para levar essas pessoas.Um leva para o inferno e outro leva para o céu.O diabo e o anjo são responsáveis por recepcionar quem vem aos seus barcos, portanto, durante o decorrer da peça, Gil Vicente manda muitos personagens até eles.
Ao todo temos 11 personagens, esses são: um nobre Fidalgo, um Agiota, um Parvo, um Sapateiro, um Frade, uma Cafetina, um Judeu, um Corregedor, um Procurador, um Enforcado e os Cavaleiros Cruzados.
Ao longo da peça vamos descobrindo para qual barco eles irão, da forma mais irônica possível.
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Vitor 20/04/2018

Considerado o criador do teatro português. Gil Vicente escreveu. encenou e até representou mais de quarenta autos ao longo de sua vida. No Auto da barca do inferno. uma complexa alegoria dramática que satiriza o juízo final católico. Gil Vicente apresenta duas barcas. a do inferno e a da glória. Muitas almas são julgadas e a maioria é condenada ao inferno.

Mesmo que escrito há muito tempo, [O auto da barca do inferno] é um livro muito atual e importante. O defeito principal no começo do livro é a linguagem, que a partir da metade do livro não se torna um fardo, mas simplesmente o modo de diversão.
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Breno 02/04/2018

sendo bem sincer...nao entedi porra nenhuma desse livro kkkkkkkkk
eu li a versão de portugal e pouca coisa do diálogo eu entendi pelo fato do português ser muito arcaico
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Volnei 06/02/2018

Auto da Barca do Inferno
O auto da barca do inferno é de certa forma uma critica a sociedade que valoriza mais os bens materiais que os bens espirituais. O livro descreve um fidalgo que deve embarcar em uma barca que o levara para o inferno. Há duas barcas onde uma leva ao céu e outra ao inferno, mostrando as diferenças entre aqueles que valorizam mais os bens materiais que os bens espirituais. Esta é uma obra que pode ser comparado ao livro de Dante Alighieri. . cujo titulo é A divina Comédia.Gil Vicente mostra nesta obra os valores da época, fazendo uma sátira social e demonstrando que aqueles que acumulam e não pensam no bem e nas leis de Deus em vida, merecem o inferno como destino.

site: https://toninhofotografopedagogo.blogspot.com.br/
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André 31/01/2018

3º Livro, 1º Ano do Ensino Médio
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Sérgio.Aquino 28/01/2018

Rápido e interessante.
O português arcaico dificulta bastante a Leitura, mas é interessante e divertido.
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Isa 24/07/2017

Auto da barca do inferno
O "Auto da barca do inferno", quando li pela primeira vez, achei muito chato, com uma leitura complicada (já que está no antigo português) e de difícil compreensão. Porém, após várias releituras, consegui compreender o ponto principal e a gostar mais do livro, até esqueci que a leitura era complicada, pois você entra na dinâmica do livro e do que Gil Vicente queria retratar.
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Duda 27/06/2017

Parvos somos
Foi minha primeira leitura obrigatória e foi muito bom. Achei interessante, principalmente, o fato de abordar a crença do Inferno e do Paraíso, e para onde você vai após a morte, para onde você "merece" ir. A leitura é curta e simples, apesar de ter uma crítica enorme por entre as linhas.
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