O Bazar Atômico

O Bazar Atômico William Langewiesche


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A Escalada do Pobrerio Nuclear




Um artefato simples, de tipo tubular, "que qualquer pessoa poderia hoje construir em uma garagem", destruiu Hiroshima no dia 6 de agosto de 1945, causando a morte de 150 mil pessoas. Cientistas que desenvolveram outras bombas como essa logo compreenderam que estavam propagando um conhecimento com potencial para produzir o suicídio global.
Ao longo das décadas seguintes, porém, os países que dominaram o ciclo de produção de bombas nucleares se deram conta de que a impossibilidade de defesa contra um ataque nuclear era, de fato, a verdadeira defesa contra ele. Na avaliação de um velho protagonista da Guerra Fria, uma das fontes do jornalista William Langewiesche, as grandes potências hoje estão encalacradas com os arsenais nucleares que não podem usar. O perigo, alerta ele, é que esses artefatos se tornaram “a arma dos pobres”.
Esse é o ponto de partida da inquietante investigação de Langewiesche. O autor primeiro nos leva a uma das antigas "cidades secretas" da ex-União Soviética, que nem sequer existiam nos mapas, e onde hoje o governo americano investe milhões de dólares na tentativa de reaparelhar e proteger velhas instalações atômicas. É uma expedição por um mundo quase sobrenatural, em que se misturam burocracia, paranóia, despreparo e humor negro.

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on 10/3/11


Nas mentes paranóicas dos ocidentais, o medo de ataques terroristas atômicos passou a ocupar o lugar antes reservado à União Soviética, especialmente quando se sabe que o comércio de armas atômicas está ativo e aquecido, dada a ação nefasta de um cientista paquistanês confesso e a irresponsabilidade de indústrias de componentes ocidentais, que fornecem insumos a países párias sem se preocupar com a destinação de sua mercadoria. Todavia, segundo o autor, ainda não estamos no pior dos ... leia mais

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