Entre as notas históricas diversas, a presença de cristãos na Índia antes da chegada dos portugueses no século 15. Segundo estudos, a comunidade (menos de 5% da população) existe pelo menos desde o século 3 d.C. As origens estariam em intercâmbio com mercadores cristãos sírios ou ainda numa história apócrifa sobre o apóstolo Tomé e seus seguidores (que teria viajado para a região no século 1 ou cristãos a quem evangelizou).
Não tenho domínio desse conhecimento, mas sei que, na atualidade, ser cristão na Índia é certeza de perseguição ferrenha e até condenação de morte. Autoridades locais não admitem, alegando rompimento com as tradições, em posicionamento bairrista.
Pela madrugada! Que nota foi essa da edição na busca da origem de palavrões... Brincadeira a parte, assunto curioso. Naquele que fala do órgão sexual masculino, o mais cabeludo, a origem vem do grego latinizado para 'pau' ou 'estaca' ('kharax' no grego e 'Characulu' em latim). No correspondente feminino, segundo o texto, viria do costume das gregas em guardar os pertencentes em uma pequena caixa de "buxis" (o tipo de madeira preferida para o artefato). Portanto, a priori, a origem seria local de grande valor. Eita! tem outro referenciado, mas só deixo em registro esses dois.
Falando em etimologia, no "Dito e Feito" a explicação para o "sem eira, nem beira" (teoricamente, alguém sem nada). Vem da arquitetura na época colonial portuguesa. As pessoas que tinham mais posses, estendiam os limites do telhado e os adornavam glamourosamente. Essas eram as tais eiras e beiras. Na real, pura ostentação, né!
Na reportagem de capa, sobre o governo JK, foi mostrado: o contexto de época (onde despontaram vários talentos na música, esporte, artes, engenharia, literatura, entre outros, enchendo o país de orgulho); referenciais à política que abriu o país para as multinacionais (com desdobramentos nos setores de transporte, tecnologia, telecomunicação, indústrias, energia); e razões para o declínio na economia, até então promissora, ainda no governo do presidente (um dos aspectos de destaque, segundo o texto, foi a hipervalorização do capital e investimento estrangeiros, sem paralelos equivalentes na produção interna, principalmente na agricultura e campo, associando-se a gastos excessivos do governo, que mais gastava que lucrava).
Tem também a história da Madame de Pompadour, a principal amante de Luis XV, na França do século 18. Era bastante influente junto ao rei, desdobrando-se em decisões governamentais interesseiras.
Na terceira reportagem em "Obras-Primas", sobre livros sagrados, algumas considerações sobre o Alcorão. Uma percepção enganada que tinha é que teria sido escrito por Maomé, mas a obra foi completada depois de sua morte. Mostra também alguns personagens bíblicos, mas com versão diferente, como no sacrifício do filho de Abraão como teste de fé. Segundo o texto, o Alcorão defende que referia-se a Ismael e não Isaque.
Só registrando..
Finalizando, curiosa a referência a Joana D'Arc na entrevista em "Páginas Amarelas". Chama atenção sua identidade de condenada por heresia para depois ser canonizada. Em sua história ela referia também ouvir vozes, credenciadas como divinas.
Dentro do cristianismo um erro recorrente é muito disse me disse e pouca valorização da mensagem bíblica em sua essência.
Lembremos do que disse Jesus em João 5:39, de Paulo em Gálatas 1:8-9 e do exemplo dos cristãos de Beréia em Atos 17:11.