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    Liberdade para aprender -

    Carl Rogers

    Interlivros
    1977
    330 páginas
    11h 0m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    4.3
    26 avaliações
    Leram63Lendo46Querem556Relendo3Abandonos4Resenhas1
    Favoritos2Desejados556Avaliaram26

    Liberdade para aprender reune todos os pensamentos de Rogers sobre o processo da aprendizagem em educação. Rogers afirma que os estudantes aprendem realmente e divertem-se durante esta aprendizagem, quando o professor (faciliador de aprendizagem) fixa um ambiente que encoraje a sua participação responsável na seleção de metas e nas maneiras de alcançá-las. Mostra como três pessoas diferentes, trabahando em três níveis diferentes de ensino, descobriram maneiras diferentes de proporcionarem a seus alunos, liberdade para aprender, e apresenta consequencias interessantes destes esforços. Descreve as atitudes em direção as quais o "facilitador" de aprendizagem deve crescer, a fim de ter sucesso e sugere metodos práticos para desenvolver estas atitudes. Apresenta, depois, algumas das suposições e convicções sobre as quais baseia todo o seu "approach", incluindo idéias teóricas sobre o processo de aprendizagem. Parte dai para atacar os problemas de valores e o significado de "liberdade" no mundo moderno. Finalmente, ele descreve um plano prático para produzir mudanças drásticas, mas autodirigidas, num sistema educacional.

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    Resenhas (1)Ver mais
    Leitora Desconhecida picture
    Leitora Desconhecida28/02/2025Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Só é possível aprender o que se ama.

    As ideias da Abordagem Centrada na Pessoa aplicadas na área da educação são tão instigantes quanto na psicoterapia. Rogers expressa concepções bastante ousadas sobre a educação até mesmo nos dias de hoje. Sua filosofia da educação é embasada na liberdade, responsabilidade, criatividade, crescimento e desenvolvimento marcados pela direção do próprio aprendiz. A aprendizagem não é um resultado do ensino, mas, da capacidade da escola e dos professores de criar um clima de liberdade, aceitação, empatia... A aprendizagem é pessoal e única, só é possível aprender o que se ama e o que nos move enquanto pessoas em nossa existência. É essa aprendizagem significativa que não é meramente cognitiva, mas, experiencial. Envolve a totalidade da pessoa. O livro traz vários aspectos que todos envolvidos na área da educação, os professores e futuros deveriam refletir e pensar sobre. Principalmente, sobre a questão do ensino, que tipo de valores passar aos alunos, sobre autoridade, respeito a individualidade de cada pessoa, dentre outros. Além de exemplos variados do "método" de ensino autodirigido ou centrado no aluno.

    2 curtidas

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    Avaliações

    4.3 / 26
    • 5 estrelas50%
    • 4 estrelas35%
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    • 2 estrelas0%
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    Carl Ranson Rogers profile picture

    Carl Ranson Rogers

    Carl Ransom Rogers (8 de janeiro de 1902, Oak Park, Illinois, EUA - 4 de fevereiro de 1987, La Jolla, Califórnia, EUA), Psicólogo norte-americano que foi o primeiro a gravar sessões psicoterapêuticas, com as devidas permissões, tornando possível o estudo objetivo de um processo eminente subjetivo. Em consequência, foram feitas algumas constatações até então impensadas, como a de que o motivo da melhora dos clientes ocorria independente do motivo pelo qual os terapeutas acreditava em que os estavam beneficiando. Comparando-se análises feitas por observadores neutros, verificou-se que elas coincidiam mais com as dos próprios clientes que com a dos psicoterapeutas, ou seja, os primeiros é que percebiam melhor o que realmente os ajudava e o quanto estavam sendo compreendidos ou não por quem os atendia. Sua dedicação à construção de um método científico na psicologia foi reconhecido por prêmio da Associação Americana de Psicologia, da qual também foi eleito presidente, em 1958. Seus métodos científicos estão descritos em livros traduzidos no Brasil como "A Pessoa como Centro" e "Um jeito de ser". “Subvertendo” a “relação de poder” terapeuta-cliente (decorrente do pressuposto, até então, de que psicólogos e psiquiatras é que detinham o conhecimento da subjetividade de seus pacientes)seu trabalho "suberteu" também outras áreas, o que só se tornou visível para o próprio Rogers após décadas de atividades, como relatou em uma de suas últimas e melhores obras, “Sobre o Poder Pessoal” – livro em que traça, por exemplo, um paralelo entre suas descobertas e as de Paulo Freire e de sua “pedagogia do oprimido”. Fruto de suas pesquisas, sistematizou o método da “Terapia centrada no cliente” que depois evoluiu para a “Abordagem centrada na pessoa”(ACP), mas ele próprio afirma que seu objetivo nunca fora criar um sistema próprio de psicoterapia e sim estudar os critérios necessários para a evolução da psicoterapia científica como um todo. É considerado um precursor da psicologia humanista e criador da linha teórica conhecida como Abordagem Centrada na Pessoa (ACP).[1]

    21 Livros
    50 Seguidores
    Illinois, Estados Unidos

    Carl Ranson Rogers