Memorial de Aires -

    Machado de Assis

    W. M Jackson Inc. Editores
    1959
    279 páginas
    9h 18m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro

    O narrador, Conselheiro Aires, conta o episódio da vida de um casal e a aventura amorosa de outros personagens. O livro foi publicado no final da vida do autor. O romance é leitura recomendada em universidades e cursos de vestibular.

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    Fabio Shiva28/08/2010Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Um romance de despedida

    Um romance sobre a despedida. “Memorial de Aires” foi o último romance de Machado de Assis, publicado em 1908, mesmo ano de sua morte. Recomendável para os que já amam Machado. Pois sua beleza maior está em ser o término de uma vida de narrativas, o verso final proferido pelos lábios moribundos do poeta, o desfecho, o lacre, a tampa do caixão. Para mim, que já o amo, esse livro trouxe um profundo sabor de velhice, de saudades irreconciliáveis, de uma ternura cansada pelos achaques da idade, mas de modo algum vencida, uma ternura essencial que parece o tesouro maior que o autor salvou para o último de seus livros. Pela estrutura é muito semelhante a “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, com uma diferença crucial: aqui não há veneno. É como se o Conselheiro Aires (já presente em “Esaú e Jacó”), aposentado das exigências da vida diplomática, estivesse cansado do olhar crítico e da ironia, preferindo enxergar e contar o bem onde antes fazia questão de tecer o mal. O resultado é um livro suave, ameno, um pouco triste e monótono também. Exatamente como imaginamos a velhice. (14.12.09)

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