Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições2
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas8
    • Leitores113
    • Similares14
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Melhores Poemas de Casimiro de Abreu (Coleção Melhores Poemas) -

    Casimiro de Abreu

    Global
    2007
    112 páginas
    3h 44m
    ISBN-10: 8526003399
    Português Brasileiro
    3.8
    57 avaliações
    Leram79Lendo3Querem31Relendo0Abandonos0Resenhas8
    Favoritos1Desejados31Avaliaram57

    Publicadas em 1859, As primaveras, de Casimiro de Abreu, tiveram um êxito retumbante. A espontaneidade de sua poesia, o lirismo simples, os namoricos ingênuos, a certeza da morte prematura, a saudade da pátria, o sentimentalismo, tão de agrado dos brasileiros, conquistaram uma admiração que persiste até nossos dias.

    Edições (2)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover

    Similares (14)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (8)Ver mais
    AnnaClaraBarbosa Sousa picture
    AnnaClaraBarbosa Sousa15/07/2024Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Belíssimos poemas

    Acho que sou uma alma romântica mesmo! Tudo muito belo, romântico, sensível e puro. Um refresco pra alma. Esse é meu poema favorito do Casimiro: Meus oitos anos Oh! Que saudades que tenho Da aurora da minha vida, Da minha infância querida Que os anos não trazem mais! Que amor, que sonhos, que flores, Naquelas tardes fagueiras À sombra das bananeiras, Debaixo dos laranjais! Como são belos os dias Do despontar da existência! - Respira a alma inocência Como perfumes a flor; O mar é - lago sereno, O céu - um manto azulado, O mundo - um sonho dourado, A vida - um hino d'amor! Que auroras, que sol, que vida, Que noites de melodia Naquela doce alegria, Naquele ingênuo folgar! O céu bordado d’estrelas, A terra de aromas cheia, As ondas beijando a areia E a lua beijando o mar! Oh! dias da minha infância! Oh! meu céu de primavera! Que doce a vida não era Nessa risonha manhã. Em vez das mágoas de agora, Eu tinha nessas delícias De minha mãe as carícias E beijos de minha irmã! Livre filho das montanhas, Eu ia bem satisfeito, De camisa aberto ao peito, - Pés descalços, braços nus - Correndo pelas campinas À roda das cachoeiras, Atrás das asas ligeiras Das borboletas azuis! Naqueles tempos ditosos Ia colher as pitangas, Trepava a tirar as mangas, Brincava à beira do mar; Rezava às Ave-Marias, Achava o céu sempre lindo, Adormecia sorrindo E despertava a cantar! Oh! Que saudades que tenho Da aurora da minha vida, Da minha infância querida Que os anos não trazem mais! Que amor, que sonhos, que flores, Naquelas tardes fagueiras À sombra das bananeiras, Debaixo dos laranjais!

    6 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.8 / 57
    • 5 estrelas19%
    • 4 estrelas37%
    • 3 estrelas37%
    • 2 estrelas7%
    • 1 estrelas0%
    Casimiro José Marques de Abreu  profile picture

    Casimiro José Marques de Abreu

    Espontâneo e ingênuo, de linguagem simples, tornou-se um dos poetas mais populares do Romantismo no Brasil. Seu sucesso literário, no entanto, deu-se somente depois de sua morte, com numerosas edições de seus poemas, tanto no Brasil, quanto em Portugal. Deixou uma obra cujos temas abordavam a casa paterna, a saudade da terra natal, e o amor (mas este tratado sem a complexidade e a profundidade tão caras a outros poetas românticos).

    28 Livros
    68 Seguidores
    Rio de Janeiro, Brasil

    Casimiro José Marques de Abreu