Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas14
    • Leitores717
    • Similares11
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Como ficar sozinho - Ensaios

    Jonathan Franzen

    Companhia das Letras
    2012
    320 páginas
    10h 40m
    ISBN-13: 9788535921229
    Português Brasileiro
    3.7
    186 avaliações
    Leram272Lendo27Querem388Relendo2Abandonos28Resenhas14
    Favoritos15Desejados388Avaliaram186

    Uma das principais vozes da ficção americana, Franzen assume nesta seleção de ensaios riscos pessoais, além de dar uma aula de literatura. Em Como ficar sozinho, uma coleção de artigos selecionados a partir dos livros How to be alone (2003) e Farther Away (2012), muitos deles publicados previamente na prestigiosa revista New Yorker, Jonathan Franzen volta ao gênero praticado em A zona do desconforto (2006). Entre o lançamento desses dois livros de ensaios, o autor construiu, na ficção, a reputação de uma das principais vozes da literatura americana contemporânea. Liberdade (2011) é considerado um dos mais importantes romances de ficção norte-americana da década. São muitos os temas que percorrem esses textos de Franzen. A partir de experiências pessoais, ele aborda o suicídio, a solidão, a demência senil, a invasão (e sobretudo a evasão...) de privacidade, o sistema penal americano e, claro, a literatura. Em alguns deles, o autor faz verdadeiras homenagens aos seus contemporâneos Paula Fox, Alice Munro e David Foster Wallace. Ao mesmo tempo, clássicos como Kafka, Proust e Goethe surgem pontualmente nos textos, estabelecendo conexões entre a vida (real) do escritor e a obra (ficcional) de seus autores preferidos. Para Franzen, só vale a pena escrever ou ler um livro se o autor se colocar pessoalmente em situação de risco. Coerentemente, é o que faz em Como ficar sozinho. Ele se expõe, admite fragilidades, recusa o conforto do autoengano. E faz tudo isso em nome da literatura, ao intuir que, sem a franqueza desarmada, a literatura relevante é inviável. A obra está inscrita na melhor tradição do ensaísmo de língua inglesa, em que não faltam elegância estilística, argumentos afiados, perspectiva pessoal e um humor discreto como contrapeso às cenas mais pungentes.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover

    Similares (11)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (14)Ver mais
    Guilherme Adam Fraga picture
    Guilherme Adam Fraga11/10/2012Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    O paradoxo de não se sentir sozinho

    Excepcional! Franzen traça detalhes da vida contemporânea de maneira estupenda, buscando em suas viagens e histórias de vida os planos que se fundem e constroem "Como ficar sozinnho". O livro é uma companhia de honra, e a último sentimento que se sente é o de se estar sozinho.

    13 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.7 / 186
    • 5 estrelas26%
    • 4 estrelas33%
    • 3 estrelas26%
    • 2 estrelas11%
    • 1 estrelas3%
    Jonathan Franzen profile picture

    Jonathan Franzen

    Jonathan Franzen é um romancista e ensaísta norte-americano. Seu terceiro romance, <i>The Corrections</i> (2001), chamou a atenção da crítica, vencendo o National Book Award e tornando-se finalista do Prêmio Pulitzer de Ficção. Ele é conhecido por seu ensaio "<i>Um Sonho Por Acaso</i>", lamentando o estado da literatura, e por várias controvérsias, incluindo sua declaração de outubro de 2010 ao The Guardian que "a América é quase um estado pária ". Franzen escreve para The New Yorker Magazine. Seu romance mais recente, <i>Liberdade</i>, foi publicado em agosto de 2010.

    48 Livros
    67 Seguidores
    Illinois, EUA

    Jonathan Franzen