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    This is not a pipe -

    Michel Foucault

    University of California Press
    1983
    66 páginas
    2h 12m
    ISBN-10: 0520049160
    Português Brasileiro
    3.9
    294 avaliações
    Leram603Lendo46Querem543Relendo2Abandonos20Resenhas30
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    What does it mean to write "This is not a pipe" across a bluntly literal painting of a pipe? René Magritte's famous canvas provides the starting point for a delightful homage by French philosopher and historian Michel Foucault. Much better known for his incisive and mordant explorations of power and social exclusion, Foucault here assumes a more playful stance. By exploring the nuances and ambiguities of Magritte's visual critique of language, he finds the painter less removed than previously thought from the pioneers of modern abstraction.

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    Okaywinx10/08/2021Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Quero deixar bem claro que essa interpretação é *pessoal*

    Eu tava pensando se eu realmente queria colocar a minha interpretação como resenha, já que isso pode influenciar outras pessoas em suas análises críticas, mas decidi que um filtro de spoiler seja o suficiente. Primeiramente, eu queria dizer que não estou escrevendo logo após acabar o livro, eu refleti bastante do que eu absorvi dele e pedi a opinião pessoal do meu pai (historiador) sobre ele, porque queria julgar o meu senso crítico do ponto de vista de alguém que estuda sobre. O livro já começa com uma puta quebração de cabeça, ele fala sobre uma ilustração de um charuto grande e um menor desenhado dentro de um quadro com a escrita "isto não é um charuto" logo abaixo. Nesse contexto ele fala sobre os diferentes tipos de interpretações que podemos ter da mesma coisa, vistas de formas diferentes, ou seja, se vemos o quadro como um todo, se vemos apenas a frase, ou apenas o charuto pequeno/grande. Tudo isso está nos influenciando a ter uma análise diferente, assim como será uma análise diferente caso peguemos o micro, juntarmos e transformarmos em algo só. Mas ele acredita na análise do macro, em seu ponto de vista, nunca poderemos entender o individual se não entendermos o coletivo, e vice versa (um bom historiador é aquele que enxerga o individual no coletivo). Mas o primeiro passo para enxergarmos o individual é ver todo o contexto, exemplo, nunca entenderemos como surgiu o feminismo se não entendermos as vivências femininas no passado. Seria apenas um caso isolado, entendem? Isso também implica julgar como funciona as conexões dos fatos, assim como buscamos entender o passado para planejar o futuro, precisamos entender o presente pra julgar o passado e melhorar o futuro (isso é algo que eu estou dizendo). Na visão de foucault, nunca poderíamos entender as nuances, por exemplo, das aplicações das leis atuais, se não vermos como funcionava elas.no passado. E para dizermos "nossa, isso é injusto", precisamos entender o porquê de, no nosso contexto, algo ser considerado injustiça, e assim, pensar se num futuro continuara sendo. Sabermos observar nos dará a chance de enxergar, refletir e entender. Nós como seres pensantes estamos sempre buscando o significado das coisas inconscientemente, mesmo para algo que não foi feita para ter um significado, é isso nos faz evoluir.

    15 curtidas

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