Este ano vamos falar do inconsciente. O problema, como vocês sabem, é que não se pode falar daquilo que não existe. Mas e o inconsciente, então? Falamos dele, ele existe ou é uma ficção? É preciso ousar fazer essa pergunta, já que há tantos revisionistas negadores do inconsciente. Proponho, então, como epígrafe do ano a afirmação de Lacan a qual "O inconsciente é um fato, na medida em que se sustenta no próprio discurso que o estabelece". Ele "só ex-siste em um discurso".






