Publicação comemorativa ao centenário do voo do 14-Bis em Paris, 1906, o primeiro oficialmente homologado a um avião pelo aeroclube da França no contexto. Vemos uma síntese da biografia do Santos-Dumont e de seu maior feito.
Muitos contestam o brasileiro, mas isso é ignorar a história em prol da ideologia dos EUA, que alegam voo pioneiro em 1903. Pode até ter ocorrido, mas ignorando as normas propostas ("isso vale, Arnaldo?"), enquanto Santos-Dumont foi gradativamente dando testemunho público de avanços na engenharia do voo com feitos diversos, tendo premiação com balões dirigíveis em 1901.
Interessante também a disposição do brasileiro, cujas conquistas eram elevadas a feitos da humanidade, transformando-os em filantropia. Aí depois vem os americanos, com relatos pessoais ou de pouquíssimas pessoas, usurpando a história, quando a ignoraram, movidos por interesses econômicos.
Pena que a maior parte do mundo aderiu a essa ideologia. Em Santos-Dumont a história é mais bonita, mais inspiradora e verdadeira com as condições propostas, em contexto real.
Outros aeronautas, e não me refiro aos irmãos americanos, podem ter voado antes, mas oficialmente quem se apresentou, aceitou publicamente os desafios e cumpriu as metas estabelecidas foi o brasileiro, com toda justiça, não por bairrismo, o inventor do avião.
São aspectos abordados no folheto, curtinho, de apenas 20 páginas.
Leitura em Macapá, nos idos da vacinação contra a covid...
Um pouco impactado e envergonhado por alguns acontecimentos, mas bola para a frente... Cada dia é oportunidade de nova história, com integridade, aprendizagens transformadoras e desdobramentos acertados...