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    Count Zero (Trilogia do Sprawl #2) -

    William Gibson

    Aleph
    2008
    312 páginas
    10h 24m
    ISBN-13: 9788576570509
    Português Brasileiro
    4
    1541 avaliações
    Leram2324Lendo175Querem3986Relendo3Abandonos75Resenhas147
    Favoritos96Desejados3986Avaliaram1541

    No futuro, existe a matrix. Uma espécie de alucinação coletiva digital na qual a humanidade se conecta para, virtualmente, saber de tudo sobre tudo. Mas algo estranho está acontecendo. Pelo ciberespaço se espalham agora diversas novas vidas artificiais. Por isso, as grandes corporações do planeta precisam se mobilizar, cada vez mais e a qualquer custo, para proteger suas informações e obter outras. A bola da vez é o biochip, tecnologia capaz de oferecer grandes vantagens à empresa que dele se apossar. Envolvido por esse cenário, Bobby Newmark acaba entrando de gaiato nessa história. E por causa disso, Bobby - o Count Zero - se torna uma pessoa valiosa. É quando a caçada começa. Passados oito anos após os eventos de Neuromancer, Count Zero é uma nova imersão no profuso universo cyberpunk criado por William Gibson, sendo a segunda parte da visionária Trilogia do Sprawl, iniciada por Neuromancer e fechada por Mona Lisa Overdrive.

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    Letícia Santos picture
    Letícia Santos11/01/2011Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Vodu High-Tech

    Olha, eu tive um certo receio de que o Count Zero não superasse Neuromancer, e realmente não supera. Entendam, Gibson não previa essa trilogia, e tenho um pé atrás com coisas elaboradas por causa do sucesso de uma criação anterior. Mas esse livro parece ter sido concebido sem essa interferência, além de conter uma trama tão interessante que é tão boa quanto a do clássico. Já havia ficado fascinada com o final do primeiro volume. Case conseguiu seguir a sua vidinha tediosa, mas não tive sossego sabendo o que ele e Molly haviam libertado na Matrix. Minha imaginação é frenética, eu via mil e uma possibilidades extraordinárias e tive vontade de sacudir Case por nem se tocar disso. Porém, nada que imaginei me preparou para conhecer os deuses vodu que agora estão no ciberespaço. Gostei demais disso tudo, morri de medo também. Mas as IAs não me assustaram tanto quanto o “humano” Virek. Aliás, é desconfortável saber que existem pessoas assim, e que não são poucas. Count Zero é poético, emocionante e perturbador. É impossível ficar indiferente diante de uma Matrix senciente, seres humanos que perderam sua humanidade e o verdadeiro significado atribuído às coisas. Essas IAs estão mesmo usando a humanidade de maneira diferente dos deuses? O homem cria deuses. Portanto, eles existem. Dos três narradores: Bobby é um idiota, mas é engraçado, e eu sempre ria com as mancadas dele. Marly foi a personagem de quem mais gostei, não só pela personalidade, mas pelas coisas com as quais ela se envolvia. Fiquei emocionada quando ela encontra o fabricante das caixas! O Turner é mais reflexivo do que você pode esperar de um típico protagonista de filmes de ação, o que tornou essa parte da narrativa suportável pra mim, porque realmente não sou fã de brucutus. Pena o livro não ter mencionado nada sobre os ETs que Wintermute falou no final de Neuromancer. Adoro ETs! Mas acho que nem deu tempo, senti que foram poucas páginas para tantos personagens e ainda ficam algumas coisas que devem ser concluídas em Mona Lisa Overdrive. Assim espero, né.

    43 curtidas

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    • 1 estrelas1%
    William Ford Gibson profile picture

    William Ford Gibson

    William Ford Gibson (Conway, South Carolina, 17 de Março de 1948) é um escritor norte-americano. É um dos fundadores do chamado gênero Cyberpunk, junto com Bruce Sterling e John Shirley, escreveu entre outras obras Neuromancer e Reconhecimento de Padrões (Pattern Recognition). <br><br> É também roteirista, tendo escrito o roteiro do filme Alien 3 e dois episódios da série de televisão Arquivo X. <br><br> Gibson é o inventor do termo ciberespaço (cyberspace), utilizado primeiramente em sua novela Burning Chrome, de 1982. A utilização do conceito e sua ampliação foi realizada no romance Neuromancer e nos outros dois romances da Trilogia do Sprawl (Count Zero e Monalisa Overdrive). Os conceitos e idéias de Gibson influenciaram diretamente a trilogia cinematográfica Matrix, de autoria dos Irmãos Wachowski. <br><br> Gibson é também fundador de outro subgênero da ficção científica, o steampunk, cujas histórias descrevem realidades alternativas a partir de tecnologias do século XX (por exemplo, computadores) que teriam sido desenvolvidas no século XIX. Assim, um computador vitoriano, como descrito por Gibson e Bruce Sterling no romance The Difference Engine, seria movido a vapor.

    27 Livros
    368 Seguidores
    South Carolina, Estados Unidos

    William Ford Gibson