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    Do amor fraterno -

    Plutarco

    Edipro
    2019
    80 páginas
    2h 40m
    ISBN-13: 9788552100676
    Português Brasileiro
    3.1
    4 avaliações
    Leram9Lendo0Querem10Relendo0Abandonos0Resenhas3
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    A relação entre os irmãos é a temática principal deste tratado em que Plutarco analisa não somente a natureza do amor fraterno, mas também o papel da família nesta relação. No seu entender, os pais exercem papel fundamental no modo como os filhos relacionam-se entre si. Plutarco apresenta vários exemplos de irmãos que desenvolveram amor e ódio em suas relações, para mostrar quão nociva é a ausência do amor ao irmão, e como isso colabora para a ruína pessoal e da família. Para tanto, nosso autor busca exemplos na filosofia, na história, na tragédia e, particularmente, na mitologia grega. […] na concórdia entre os irmãos, a linhagem e a casa estão saudáveis e prósperas, amigos e familiares, tal como um coro harmonioso, não atuam, nem dizem e nem pensam o contrário […]

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    Resenhas (3)Ver mais
    Victor Almeida picture
    Victor Almeida05/01/2026Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Fraco

    Gosto de Plutarco, mas comparado com os outros, este é bem fraquinho. Achei que ele iria abordar o assunto(fraternidade) da mesma forma que ele abordou sobre a amizade nos outros livros, com profundidade, conceitos e diversas citações. Uma das poucas coisas boas são as referências históricas para adquirir repertório literário. Não recomendo.

    3 curtidas

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    Lúcio Méstrio Plutarco  profile picture

    Lúcio Méstrio Plutarco

    Plutarco (em grego clássico: Πλούταρχος; transl.: Ploútarkhos, IPA: [plŭːtarkʰos]) ou Lúcio Méstrio Plutarco (em latim: Lucius Mestrius Plutarchus[nota 1] (em grego, Λούκιος Μέστριος Πλούταρχος), ca. 46 d.C. – 120 d.C., foi um historiador, biógrafo, ensaísta e filósofo médio platônico grego, conhecido principalmente por suas obras Vidas Paralelas e Morália. Pertencente a uma família proeminente, nasceu em Queroneia, na Beócia, a cerca de 30 quilômetros a leste de Delfos. Viajou pela Ásia e pelo Egito, viveu algum tempo em Roma e foi sacerdote de Apolo em Delfos em 95. O seu enorme prestígio valeu-lhe a obtenção de direitos de cidadão em Delfos, Atenas e mesmo em Roma (Mestrius Plutarchus). Estudou matemática e filosofia na Academia de Atenas sob Amônio de Atenas de 66 a 67. Após concluir sua educação, visitou o Egito. A "sabedoria dos egípcios" sempre fascinou os gregos e, neste período, Alexandria, com sua famosa biblioteca, era um importante centro da atividade intelectual grega. O evento mais importante de sua vida, é sem dúvida quando viajou para a Itália e para Roma, onde aprendeu um pouco de latim. Em Roma, pesquisou sobre antiguidades e lecionou filosofia e outros assuntos. Muitas dessas aulas foram depois refeitas por ele em vários pequenos tratados, sobre vários assuntos sob o título de Morália. Em algum momento, Plutarco assumiu cidadania romana. Como evidenciado por seu novo nome, Lúcio Méstrio Plutarco, o seu patrocinador para a cidadania era Lúcio Méstrio Floro, um cônsul romano de quem Plutarco também usou como uma fonte histórica para seu escrito A vida de Oto. Plutarco morreu entre os anos 119 e 120[6] em Delfos. Há uma reconstituição da biografia de Plutarco a partir de seus escritos na Introdução do volume: Plutarco. "Da Malícia de Heródoto" (edição bilíngue). Estudo, tradução e notas de Maria Aparecida de Oliveira Silva. São Paulo: Edusp/Fapesp, 2013. Além de suas funções como sacerdote do Templo de Delfos, Plutarco também foi um magistrado em Queroneia e representou sua pátria em várias missões em países estrangeiros. Plutarco ocupava o cargo de arconte em seu município natal, provavelmente, apenas um projeto anual que, provavelmente, serviu mais de uma vez. Ele ocupou-se com todos os pequenos assuntos da cidade e realizava até as mais humildes tarefas. Os primeiros trabalhos biográficos escritos por Plutarco eram as vidas dos imperadores romanos, de Augusto a Vitélio. Destas, restaram apenas as Vidas de Galba e Otão. Das obras A Vida de Tibério e A Vida de Nero existem apenas fragmentos, fornecidos por Damáscio (A Vida de Tibério, cf. em sua obra Vida de Isidoro) e pelo próprio Plutarco (Vida de Nero, cf. Galba 2.1), respectivamente. Estes primeiras biografias dos imperadores foram provavelmente publicadas sob a Dinastia dos Flávios, ou durante o reinado de Nerva (r. 96–98).

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    Lúcio Méstrio Plutarco