A viuvinha / Cinco minutos

José de Alencar



Resenhas - Cinco minutos - A viuvinha


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Chiarizzi 22/12/2009

O romance relata a história de Jorge e Carolina. Ele, herdeiro de uma grande fortuna que em sua juventude passa a gastá-la sem nenhuma preocupação.Apaixona-se por Carolina e começa a ver a vida de um outro ângulo, mas às vésperas do seu casamento, é surpreendido por um velho amigo de seu pai e seu antigo tutor, o Sr. Almeida, descobrindo estar desgraçadamente falido.Para saldar sua dívida e a honra de seu falecido pai ele toma uma atitude que transformará sua vida. A partir dessa decisão, o romance terá outro rumo para Jorge e Carolina e cabe a você, leitor decifrar esse rumo tão intrigante e comovente.
Apóllimes 03/05/2011minha estante
Ótima resenha.


Filipe 09/08/2012minha estante
Ele finge que está morto e vai trabalhar pra ganhar uma graninha ! E depois volta e aí sim consegue viver sua história de amor ...




Nildo 20/11/2010

Depois de ter lido Cinco Minutos, fiquei impressionado com a facilidade de comover e deixar todos os seus leitores em um clima de expectativa surpreendente, trazendo em cada palavra uma emoção gigantes, elevando os leitores em estado de espírito e compaixão como se o acontecimento tive-se fazendo parte de sua vida. Sem sombra de duvida Jose de Alencar é para mim entre outros escritores um mestre da literatura brasileira.

Cinco Minuto retrata um característica muito forte nos livros de Jose de Alencar, que é a luta contra os empecilhos da vida em busca de um grande amor. De um encontro em um ônibus que durou apenas cinco minutos, a uma pela historia de amor.

Leiam, e pequeno tenho certeza que vocês vão adorar!

Elyninphadora 29/12/2010minha estante
Já li, e gostei bastante. Enfim, era um romântico de marca maior e, tenho certeza que fez - e ainda faz! - muita gente suspirar em seus romances.




Patricia 30/08/2012

Cinco Minutos - A Viuvinha
Metamorfose Literária
Leia. Transforme-se.
http://metamorfoseliteraria.blogspot.com.br/2012/08/resenha-cinco-minutos-viuvinha-jose-de.html

José de Alencar, autor Romancista, nos presenteia com sua escrita de fácil compreensão (ou, pelo menos, de uma maneira que dê para a leitura ser compreendida sem se fazer necessária uma viagem pelo dicionário) e descrição da sociedade brasileira da época em que as histórias se passam.


Cinco Minutos

José de Alencar não era um adepto das convenções sociais marcadas pelo tempo cronológico, ou seja, hora para fazer isso, horário para fazer aquilo... Achava que os seres não podiam ficar submetidos a um aparelho com pequenos ponteiros e que esse ordenasse suas vidas. Isso fica evidente também na obra - Cinco Minutos - devido ao fato da personagem conhecer o amor de sua vida através de um atraso de cinco minutos em relação a sua rotina diária, ou seja, o atraso pode ser benéfico, segundo o autor. (Fonte)

Cinco Minutos” trata-se do atraso de cinco minutos tido pelo personagem principal, quando pegaria sua condução. Devido a este atraso conhece aquela que será o amor de sua vida – a qual lhe diz apenas as palavras “Non ti scordardi me!” – “Não se esqueça de mim!”.

Esse sentimento é marcado pelo mistério a respeito da identidade de sua amada, da qual somente conhece o cheiro e a voz. No decorrer da trama descobrimos os motivos que levam ao afastamento de “C.”, bem como o fato de a moça já estar apaixonada pelo homem, bem antes deste conhecê-la.

A obra possui grande apelo romântico, com declarações e muito sentimento.



A Viuvinha

Em “A Viuvinha” o cenário é um pouco diferente, embora também se trate de um grande amor. Jorge, que herda o dinheiro e as dívidas de seu falecido pai, se vê em uma situação horrível de se imaginar na época: pobre. Ele, noivo de Carolina, se vê desesperado pela ideia da vergonha e da humilhação. Assim, planeja seu suicídio, a fim de minar todo esse desprazer. Após cinco anos de sua morte, Carolina ainda vive o luto, e todos a chamam A Viuvinha. História também com mistérios e reviravoltas, super bacana!
Elda 22/05/2013minha estante
amei o seu comentário




Queziaray 26/07/2014

Convite à leitura
5 minutos: Ele a conheceu no ônibus e só entrou naquele horário porque se atrasou 5 minutos. Sentou-se no banco ao lado dela, porém não pode ver seu rosto que estava escondido entre a grande seda que vestia. Mesmo assim, ali os dois iniciaram seu romance.

A viuvinha: Jorge era um moço jovem e rico, que encantado pela vida na corte, perdeu muito do seu dinheiro com coisas mundanas. Mas conheceu Carolina, moça simples e recatada que o salvou da luxúria.


São essas as duas histórias que o narrador conta à sua "prima" e que trazem ao leitor mais romântico a sensação de como é encontrar um amor verdadeiro: seja daqui cinco minutos ou daqui a cinco anos.
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Natalia 13/07/2013

Simples
Cinco minutos é um belo exemplo da prosa simples e poética de José de Alencar. Já A viuvinha é uma colcha de retalhos feita de carbono.
Aline 17/04/2014minha estante
Amo Jose de Alencar e gostei das duas belas prosas.




Aline 07/01/2013

2 livros otimos!!
5 minutos

Quando comcei a ler 5 minutos achei muito divertido e diferente das outras obras de Jose de Alencar que já tinha lido. Em uma carta o personagem princiál do livro escreve para su aprima como conheceu e se apaixounou por Carlota seu grande amor.

A viuvinha

Carolina é uma jovem de 15 anos que esta noiva de Jorge, herdeiro de uma pequena fortuna. Quando seu tutor, Almeida, lhe da a noticia que mudará a vida de ambos. Jorge estava falido, devido a 'vida boa', que levava no Rio de Janeiro.

Ambos romances são muito bons e curtos. O leitor consegui perceber um Jose de Alencar diferente.
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Bruna Marie 27/12/2009

A viuvinha e 5 minutos
Nosssaaa amei de paixão é um romance lindo demais.
Mas as vezes queria realmente saber se a dona D...
realmente era a mãe da Carolina.
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cfsardinha 11/05/2011

Esse dois em um é um clássico da literatura nacional.
Em cinco minutos, José de Alencar conta a história de uma moça romântica (lógico, pois ele é um autor do estilo romantismo..rs) que se enamora de um rapaz e vive aquele amor intensamente, pois seus dias estão contados. Ela possui uma doença incurável.
O rapaz, por sua vez, também está tremendamente apaixonado e fica com ela até o fim. Apesar do dramalhão mexicano, rs, é uma verdadeira demonstração de amor.
Para entender melhor o livro, gosto de compara com o filme "um amor para recordar" que até parece uma versão moderna do livro ;)
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Doney 23/12/2013

Lista de Livros
Segue abaixo link indicando blog com opiniões e os trechos mais interessantes/significativos sobre livros.

site: http://www.listadelivros-doney.blogspot.com.br
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Flavia Limoeiro 11/05/2011

São duas histórias que se cruzam quase imperceptivelmente.

"Cinco minutos" retrata aquele amor do qual hoje duvidamos: puro, intenso e inocente... Principalmente intenso. No começo da história ficamos muito envolvidos pelo mistério que Carlota esconde de seu amante. O enredo surpreende às vezes; o desfecho poderia ser melhor, na minha opinião.

O que amei realmente foi "A viuvinha". O título denuncia a principal parte do romance, mas o seu desenlace é fascinante e a mim provocou um interesse até exagerado a todo instante. Não tão óbvio quanto parece ser em seu início e termina de forma bela e criativa.

A linguagem de José de Alencar é difícil, fica o aviso. Não leia com preguiça ou ficará sem entender todas as páginas. Também não é o caso de ler com um dicionário ao lado, nada impossível.

Para os que não se incomodam com atos românticos quase doentios tomados pelos personagens, fica a dica de uma boa leitura.
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Leitor 31/01/2010

O livro pura Literatura Brasileira escrito por José alencar, A Viuvinha se resume:


Que conta a história de Jorge e Carolina que eram namorados e se casam porem na vespera de seu casamento Jorge descobre que seu pai falecido deixara algumas dividas e estava falido. Ele se casa com Carolina mas na noite de seu casamento. Ele desaparece deixando Carolina pensando que tivesse se suicidado.



Ela começou a ser chamada de "Viuvinha" porque adotou a roupa preta so usava aquela cor. Um livro pra quem gosta de Romance e uma pitada de amor na ficção.
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Carol 03/09/2014

"Non ti scordar di me"
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Livro e Neblina 28/05/2013

Homenagem ao autor do mês - Cinco Minutos e a Viuvinha
Olá leitores! Falamos que o autor do mês é o José de Alencar, mais não postamos nenhum livro dele até agora! rs

Confira abaixo a resenha de dois livros do autor.

http://livroeneblina.blogspot.com.br/2013/05/cinco-minutos-e-viuvinha.html

(TF)
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Ana Ira! 25/08/2014

Mágico e encantador!!!!!! <3
Cinco Minutos começa com o narrador-personagem contando como ele é péssimo em seguir horários, super não pontual, mas que pelo menos, ele não é regido por um relógio. Achei bárbaro isso! Que incrível percepção!
"Entusiasta da liberdade, não posso admitir de modo algum que um homem se escravize ao seu relógio e regule as suas ações pelo movimento de uma pequena agulha de aço ou pelas oscilações de uma pêndula." - P. 71
Ao se atrasar, apenas cinco minutos, perde o busão kkkk e tem de esperar uma hora por outro. Chegando lá, ele que não presta muita atenção nas coisas, as vezes em algumas pessoas, as vezes nas conversas, as vezes em sua própria vida. Nesse dia, ele repara bem numa moça coberta com o rosto num véu sentado ao seu lado.
Essa moça então, pronuncia com todas as palavras num francês sem tradução que me deixou louca da vida, kkk que o ama e o quer, e ele fica estupendo, feliz e ao mesmo tempo surpreso com a tal revelação!
A moça desce num ponto. Ele fica. Sonha com ela quase um mês. E depois em uma baile, ouve as mesmas palavras e sente a mesma fragrância do perfume dela (que conseguiu absolver no ônibus).
"É coisa singular, minha prima! O amor que é insaciável e exigente, e não se satisfaz com tudo quanto uma mulher pode dar, que deseja o impossível, às vezes contenta-se com um simples gozo d'alma, com uma dessas emoções delicadas, com um desses nadas, dos quais o coração faz um mundo novo e desconhecido." - P. 86
Como é curtinho, vou resumir bem: ele segue algumas 'pistas' sobre quem é ela. ~ frisando ~ ele não viu seu rosto, não sabe como ela é, mas a ama, ponto final. kkkk Ele a encontra (ele, porque esse narrador-personagem não tem nome :( ). Quando ele a encontra, vê sua formosa face, ama-a mais ainda, porém, descobre um fato surpreendente: o destino pode findar o romance dos dois - uma doença, morte certa, sem tempo, um pouco de esperança, muita ansiedade e é claro, muito atraso te fazem prender a respiração até o fim desse inevitável talvez, mas lindo e genial romance de um dos maiores escritores brasucão!
"O mais tu sabes; eu te amava, e era tão feliz de ter-te ao meu lado, de apertar a tua mão, que nem me lembrava como te devia parecer ridícula uma mulher que, sem te conhecer, te permitia tanto." - P. 98
Não tem como não gostar, não se apaixonar por essa história, é fofuxa, graciosa demais! Não percam!
A Viuvinha é outra coisa particularmente fofa e alucinante! Te dá raiva, esperança, ansiedade, amor pelos personagens, enfim, é uma coisa de louco!!!!! E profunda demais!
Carolina e Jorge são um casal grandioso. Sabe daqueles poucos casais que vemos por aí, que se comunicam pelo olhar?! Aqueles que de longe você percebe a sintonia, o respeito, a dignidade e o amor que nutrem?! Então! Esse é um deles!
Entrementes, o passado surge, como tantas vezes faz com a gente, da vida real, e vem, parece que com toda força e com vontade, de nos destruir, atacar, pestanejar, amaldiçoar a nossa felicidade presente, e caminhante para o futuro.
É o que acontece com esse casalzinho. Jorge era rico. Seu pai morreu e ele ficou sob a tutela de um grande amigo do pai, o Sr. Almeida, este que é pobre. Lembrando que naquela época havia uma divisão entre ricos e pobres muito grande (este livro foi publicado em 1857). Quando Jorge, ao atingir a maior idade, pode dirigir os negócios de seu pai, ele gasta tuuuuudo na esbórnia, faz mais dívidas, e esquece de pagar uma dívida deixada pelo pai. Resumindo: foi pra lona! Seu pai perdera a honra, iria ser marcado para sempre na sociedade carioca!
Na véspera de seu casório, o Sr. Almeida, bem chatão, porém sábio - por sinal, o avisa sobre sua falência, e Jorge fica enlouquecido, perdido.
Casa-se n'outro dia, mal escondendo sua tristeza e preocupação de sua esposa, Carolina, de sua sogra, dona Maria, e de uns dois ou três convidados, já que o casamento se passa na casa da noiva e da mãe - ambas também são pobres.
Na noite de núpcias, Jorge fica sem saber o que fazer kkkkkk, dá um negócio lá, Chartreuse, não sei bem que tipo de bebida é, mas no livro diz ser licor, deve ser estrangeiro, ok.
Carolina então dorme. E Jorge foge. No outro dia de manhã, recebemos, os leitores e a Carolina, que Jorge havia se matado, com um tiro no rosto, deixando-o desfigurado, com uma carta e um pouco de dinheiro pedindo (seguindo instruções da carta) para que quem o encontrasse, faça o seu enterro.
"A angústia e o desespero que se pintavam nas feições de Jorge tocavam quase à alucinação e ao desvario; às vezes, era como uma atonia que lhe paralisava a circulação, outras tinha ímpetos de fechar os olhos e atirar a matéria contra a matéria, para ver se neste embate a dor física, a anulação do espírito, moderavam o profundo sofrimento que torturava sua alma." - P. 19
Cinco anos depois, aparece na cidade vindo direto dos Estados Unidos, um jovem de quase trinta anos, que trabalhou muitooooo interessando em comprar as dívidas de certo homem morto. Esse jovem, Carlos, como é chamado, têm dinheiro, embora viva num tipo de porão, come num lugar horrível (parece ser bem sujo), para economizar bastante, e não tem amigos, não conta a ninguém aonde mora nem se envolve em nada da sociedade. Você já deve suspeitar o porquê...
"Sonhava no passado; diferente nisso das outras moças, que sonham no futuro." - P. 60
Como é um livro muito antigo e conhecido, muita gente já deve saber o final, mas não vou contar, não! Só posso dizer, que Carlos procurará Carolina, mas ela ainda ama seu falecido marido... E Carlos está desesperado para tê-la, mas com uma condição!
"Como o amor purifica, D...! Como dá forças para vencer instintos e vícios contra os quais a razão, a amizade e os seus conselhos severos foram impotentes e fracos!" - P. 11
Quer saber que condição é essa?! LEIA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

site: http://www.anairados.blogspot.com.br/2014/08/dica-de-livros-resenhas-cinco-minutos-e.html
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Cíntia Mara 05/10/2011

Resenha postada originalmente no blog Free to be me (http://bit.ly/qvy4pM) em 30/08/2011
As histórias são muito curtas para que eu fale sobre cada uma especificamente. Vale ressaltar que são românticas e singelas. Quaisquer revelações sobre o enredo poderiam tirar a graça e a beleza para quem ainda não leu. Em vez disso, falarei sobre três pontos que achei interessantes.

Histórias curtas: São duas histórias completas, cada uma com menos de 50 páginas. E o autor consegue falar tanto nessas poucas páginas! Ele é direto em alguns momentos e poético em outros, a narrativa é maravilhosa e você termina sem nem perceber.

Carta à prima D: As duas histórias são cartas do autor à sua prima D. A edição que li, essa da imagem, contém algumas páginas sobre a vida do autor e diz que essa prima pode ser sido real, já que Alencar costumava contar histórias às mulheres de sua família. Provavelmente por serem cartas, a linguagem é um tanto quanto informal; o autor não apenas conta os fatos, mas dá sua opinião sobre eles, aproximando-se do leitor.

Referências históricas, geográficas e literárias: Foi uma das coisas de que eu mais gostei. As referências históricas se referem ao modo de vida da época, bem diferente de hoje. As geográficas dizem respeito principalmente ao Rio de Janeiro, mas há também uma pequena referência a Minas. E as literárias, com notas de rodapé, incluem citações em inglês, italiano e francês, além de menções a obras famosas da literatura mundial.

Tenho certeza que há muitos outros pontos que poderíamos discutir, então, se alguém já leu, fique à vontade para deixar sua opinião. A quem não leu, só me resta recomendar: Leiam José de Alencar!
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