Encontrei um monte de HQs adaptadas de Poe, algumas com arte sensacional, mas em edições em inglês, espanhol e até mesmo italiano (que não falo). Vou deixar tudo de lado e realizar uma última leitura (se é que de fato é assim) nessa edição publicada nos EUA, apenas porque o conto está entre meus preferidos. Não estou me contentando mais só com as ilustrações e intuição do que o texto trata. Vão tudo simbora e deixem de me atentar!
A adaptação tem ilustrações bem elaboradas, mas preferia algo mais sombrio, dark, tipo Isidro Mones na adaptação de "Berenice". Deu uma agonia em ver a forma como os infectados foram ilustrados, praticamente tripofobia,
A história em si enfatiza a morte chegando em palácio cheio de nobres, que estavam badalando em um contexto de peste acirrada na região. Esta chega de mansinho, posuda, enigmática e inclemente, numa trágica e ignorada surpresa para os festeiros, e em aprendizagens interessantes para a atualidade. Pena não conseguir ler os devaneios desta nos desdobramentos...
As outras HQs da edição nem me dei ao trabalho de minimamente espiar.
Pronto! Depois dessa suposta leitura, as frustrações instigaram um "Ah diacho!", "Égua, não!", "Tu é doido, moleque!", "Mas credo, mano!", "Puta merda!" ou ainda um "Oh vida, oh azar!" do Hardy, mas o que é valoroso mesmo é dizer "Graças a Deus!". Não como satisfação por algo não desejado, mas como atitude de louvor a Deus em toda e qualquer situação, foco que nunca devemos perder.
Folheada na respectiva revista digital realizada na quarentena em Macapá...