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    O Homem Invisível (Clássicos da literatura mundial) -

    H. G. Wells

    Principis
    2020
    176 páginas
    5h 52m
    ISBN-13: 9786550970031
    Português Brasileiro
    3.6
    7807 avaliações
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    A pacata Iping recebe um estranho visitante acompanhado de seu laboratório portátil. Ele se aloja na hospedaria da cidade e pede para não ser incomodado, despertando a curiosidade dos que o atendem. Uma onda de roubos na cidade faz os habitantes levantarem suspeitas contra o forasteiro misterioso que está sempre coberto da cabeça aos pés.O homem invisível é um clássico da ficção científica,que combina humor e questionamentos sobre a sociedade e solidão.

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    Bruna Suelen picture
    Bruna Suelen09/08/2020Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    O Homem Invisível

    Nesse clássico da ficção científica, um forasteiro chega a cidade de Iping e se hospeda na pensão da sra. Hall. Ele está todo agasalhado, com óculos, luvas grossas e de chapéu, a única coisa visível é a ponta de seu nariz. Apesar da aparência estranha, a proprietária o deixa ficar pois é raro aparecer um hóspede em pleno inverno. Porém, ele logo mostra ser uma pessoa de temperamento forte, um tanto rude, irritadiço e sem muita paciência. Ele não tem contato com ninguém da vila preferindo ficar sozinho e trabalhar numa fórmula para reverter sua condição. Com o passar dos dias a convivência com ele se torna mais difícil, além de seu jeito grosseiro, em seus ataques de fúria quebrava objetos e estragava móveis da sra. Hall. Até que, depois de alguns acontecimentos sua estadia em Iping se encerra. Depois da fuga em Iping, nosso desconhecido vai parar em Port Stowe. Que, depois de outros incidentes, acaba sendo baleado e se esconde na casa do Dr. Kemp, um velho conhecido o qual vai pedir ajuda e ficamos sabendo que o forasteiro se chama Griffin. Então, ele conta ao doutor a história de como ficou invisível. Um trecho: “A dor havia passado. Pensei que estava me matando e não me importei. Jamais esquecerei aquela madrugada, o estranho horror de ver que minhas mãos haviam se tornado um vidro nebuloso e de assisti-las, ao longo do dia, ficando cada vez mais claras e diáfanas, até que por fim eu conseguia enxergar a repugnante desordem do meu quarto através delas, ainda que fechasse minhas pálpebras transparentes. Meus membros ficaram vítreos, ossos e artérias se apagaram, desapareceram, e, por último, sumiram os pequenos nervos brancos (...)” A obra é de 1897, a linguagem é fácil e bem tranquila de ler, a história também não se aprofunda em termos científicos. O personagem é um homem, eu diria, intragável, de índole duvidosa e extremamente egoísta. Sua busca pela fórmula da invisibilidade o leva atos extremos, e apesar de conseguir que seu experimento funcione, isso o leva a uma série de percalços e aborrecimentos, e o que poderia ser uma experiência incrível acaba se tornando um fardo e também uma jornada muito solitária. Nessa história há mais desvantagens do que vantagens em se estar invisível.

    122 curtidas

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    Herbert  George Wells profile picture

    Herbert George Wells

    Herbert George Wells, conhecido como H. G. Wells, foi um escritor britânico. Nos seus primeiros romances, descritos, ao tempo, como "romances científicos", inventou uma série de temas que foram mais tarde aprofundados por outros escritores de ficção científica, e que entraram na cultura popular em trabalhos como A Máquina do Tempo, O Homem Invisível e A Guerra dos Mundos. Outros romances, de natureza não fantástica, foram bem recebidos, sendo exemplos a sátira à publicidade Edwardiana Tono-Bungay e Kipps. Visionário, chegou a discutir em obras do início do século XX questões ainda atuais, como a ameaça de guerra nuclear, o advento de Estado Mundial e a Ética na manipulação de animais. Desde muito cedo na sua carreira, Wells sentiu que devia haver uma maneira melhor de organizar a sociedade, e escreveu alguns romances utópicos. Ele analisa a dicotomia entre a natureza e a educação e questiona a humanidade em livros como A Ilha do Dr. Moreau. À medida que envelhecia, Wells foi-se tornando cada vez mais pessimista acerca do futuro da humanidade.

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    Herbert George Wells