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    A Máquina do Tempo -

    H. G. Wells

    Nova Alexandria
    1994
    126 páginas
    4h 12m
    ISBN-10: 8586075205
    Português Brasileiro
    3.8
    8625 avaliações
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    A Máquina do Tempo: a mais espantosa das invenções, capaz de levar seu criador a uma viagem surpreendente através de milhares de anos de transformações sobre a Terra. Novos seres ocupando a superfície e as entranhas do planeta, vivendo numa incrível civilização do futuro, onde a luta pela vida é implacável. O final dos tempos e a agonia do sistema solar com o colapso de nossa estrela, prestes a explodir. Uma história de aventura e emoções inimagináveis, esta obra também é uma reflexão sobre os valores de nossa sociedade e sobre o mundo que construímos hoje.

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    Sidney Danillo de Moraes Lopes06/03/2023Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    A MÁQUINA DO TEMPO

    Um inventor brilhante da era vitoriana constrói um dispositivo capaz de viajar no tempo, que ele utiliza para visitar a humanidade a 800 mil anos no futuro, onde encontra uma distopia. Roteiro básico, não? Um clichê, alguém poderia dizer. Porém, este livro aqui é o criador de todos os clichês que vemos hoje envolvendo viagens no tempo. É simplesmente louco pensar que este livro tinha sido lançado em 1895, há quase 130 ANOS !!!!! Herbert George Wells é um daqueles casos únicos de mentes a frente do seu tempo, que ditam regras e criam obras que, tantos anos após o seu lançamento, conseguem ainda ser relevantes. É só dar uma olhadinha no site estante virtual e ver quantas edições existem desse livro só aqui no Brasil. Como eu disse, a temática é simples: o personagem apenas conhecido como "viajante do tempo" reúne em sua casa alguns amigos para mostrar o seu grande invento e relatar como foi a sua viagem para o ano de 802 mil e alguma coisa... Acho muito interessante a escolha de Wells de começar a narrativa dando a entender que a humanidade vive uma utopia, com seres frágeis e quase andrógenos com túnicas coloridas que vivem soltos pelas florestas, cantando e dançando, alimentando-se de frutas. Tratam-se dos Elói. Não há nenhum perigo, nenhum predador, nenhuma doença... Enfim, um mundo perfeito. Com o cair da noite e o medo nos olhos das pequenas criaturas surgindo é que o viajante percebe que há algo mais naquele mundo. Sua máquina do tempo foi roubada, então ele passa a explorar este mundo novo atrás de sua invenção. Durante sua jornada acaba percebendo que há fossos espalhados, que dão acesso a todo um mundo subterrâneaneo: embaixo daquele mundo perfeito, operando máquinas, está a raça simiesca dos Morlocks (Alô, X-Men!!), extremamente sensíveis à qualquer luminosidade e que, depois de milênios vivendo no subterrâneo e com escassez de comida, passam a canibalizar os Elói. É um choque quando nosso viajante e nós leitores descobrimos isso, já que ambas as raças descendem da humanidade que nós conhecemos. E aqui está a cereja do bolo: o viajante raciocina que os Elói descendem da burguesia dominante de seu tempo, que firmaram seu direito de viver na superfície longe de qualquer perigo e tornando-se, por isso, fracos de força e raciocínio, enquanto que os Morlocks descendem da classe operária, sempre vivendo abaixo da superfície e longe da luz do sol, em minas de carvão, fábricas fechadas, dormindo em quartos subterrâneos de grandes propriedades (como a mãe de Wells, por exemplo), fazendo as engrenagens do mundo girar. Essa é uma discussão interessante e que confere ao futuro imaginado por Wells não só uma boa dose de lógica e sentido, como gera uma bela crítica à diferença de classes. Desse aspecto da obra é que vem a minha única crítica: o livro poderia muito bem ser mais longo, aprofundar mais a crítica, além do fato de um mundo de 800 mil anos no futuro ser uma grande tela em branco, onde o autor poderia pirar e viajar à vontade. Os Morlocks poderiam ter sido um pouco mais humanizados e explorados também, afinal, eles são assim devido a milênios de servidão. Porém esse livro é quase um conto de tão curto. Nesta edição há um prefácio escrito pelo próprio Wells, cerca de 30 após o lançamento, onde o próprio admite que ainda era um escritor pouco experiente na época. De qualquer forma, por mais curta que a história seja, aqui está ela, ganhando uma resenha admirada em pleno ano de 2023! Resumindo: leitura altamente recomendada ! TS: Eloy - Ocean (1977).

    216 curtidas

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    Avaliações

    3.8 / 8625
    • 5 estrelas23%
    • 4 estrelas37%
    • 3 estrelas32%
    • 2 estrelas7%
    • 1 estrelas1%
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    Herbert George Wells

    Herbert George Wells, conhecido como H. G. Wells, foi um escritor britânico. Nos seus primeiros romances, descritos, ao tempo, como "romances científicos", inventou uma série de temas que foram mais tarde aprofundados por outros escritores de ficção científica, e que entraram na cultura popular em trabalhos como A Máquina do Tempo, O Homem Invisível e A Guerra dos Mundos. Outros romances, de natureza não fantástica, foram bem recebidos, sendo exemplos a sátira à publicidade Edwardiana Tono-Bungay e Kipps. Visionário, chegou a discutir em obras do início do século XX questões ainda atuais, como a ameaça de guerra nuclear, o advento de Estado Mundial e a Ética na manipulação de animais. Desde muito cedo na sua carreira, Wells sentiu que devia haver uma maneira melhor de organizar a sociedade, e escreveu alguns romances utópicos. Ele analisa a dicotomia entre a natureza e a educação e questiona a humanidade em livros como A Ilha do Dr. Moreau. À medida que envelhecia, Wells foi-se tornando cada vez mais pessimista acerca do futuro da humanidade.

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    Herbert George Wells