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    A Máquina do Tempo - Coleção FC nº 191

    H. G. Wells

    Publicações Europa-América
    1992
    98 páginas
    3h 16m
    ISBN-10: 9721034347
    Português
    3.8
    8625 avaliações
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    Publicado pela primeira vez em 1895, A Máquina do Tempo consagrou-se como uma das obras primas da literatura universal e iniciou o período literário em que o homem é capaz de viajar no tempo e, por vezes, alterar o destino da Humanidade. E, Wells começou aqui uma fantástica e aclamada produção literária, tantas vezes adaptada ao cinema e televisão, tendo sido a sua Guerra dos Mundos adaptada à rádio por Orson Wells e lançado o pânico nos Estados Unidos pelo seu impressionante realismo. No final da época vitoriana, um cientista inventa a Máquina do Tempo e viaja até ao ano 802.700, onde encontra tudo mudado. Nesta época, muito mais utópica, as criaturas que encontra pareciam viver em perfeita harmonia. O Viajante do Tempo pensa poder estudar estes magníficos seres humanos, desvendar-lhes os segredos e regressar ao seu tempo. Até que descobriu que a sua invenção, o seu passaporte para a fuga, tinha sido roubada…

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    Sidney Danillo de Moraes Lopes picture
    Sidney Danillo de Moraes Lopes06/03/2023Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    A MÁQUINA DO TEMPO

    Um inventor brilhante da era vitoriana constrói um dispositivo capaz de viajar no tempo, que ele utiliza para visitar a humanidade a 800 mil anos no futuro, onde encontra uma distopia. Roteiro básico, não? Um clichê, alguém poderia dizer. Porém, este livro aqui é o criador de todos os clichês que vemos hoje envolvendo viagens no tempo. É simplesmente louco pensar que este livro tinha sido lançado em 1895, há quase 130 ANOS !!!!! Herbert George Wells é um daqueles casos únicos de mentes a frente do seu tempo, que ditam regras e criam obras que, tantos anos após o seu lançamento, conseguem ainda ser relevantes. É só dar uma olhadinha no site estante virtual e ver quantas edições existem desse livro só aqui no Brasil. Como eu disse, a temática é simples: o personagem apenas conhecido como "viajante do tempo" reúne em sua casa alguns amigos para mostrar o seu grande invento e relatar como foi a sua viagem para o ano de 802 mil e alguma coisa... Acho muito interessante a escolha de Wells de começar a narrativa dando a entender que a humanidade vive uma utopia, com seres frágeis e quase andrógenos com túnicas coloridas que vivem soltos pelas florestas, cantando e dançando, alimentando-se de frutas. Tratam-se dos Elói. Não há nenhum perigo, nenhum predador, nenhuma doença... Enfim, um mundo perfeito. Com o cair da noite e o medo nos olhos das pequenas criaturas surgindo é que o viajante percebe que há algo mais naquele mundo. Sua máquina do tempo foi roubada, então ele passa a explorar este mundo novo atrás de sua invenção. Durante sua jornada acaba percebendo que há fossos espalhados, que dão acesso a todo um mundo subterrâneaneo: embaixo daquele mundo perfeito, operando máquinas, está a raça simiesca dos Morlocks (Alô, X-Men!!), extremamente sensíveis à qualquer luminosidade e que, depois de milênios vivendo no subterrâneo e com escassez de comida, passam a canibalizar os Elói. É um choque quando nosso viajante e nós leitores descobrimos isso, já que ambas as raças descendem da humanidade que nós conhecemos. E aqui está a cereja do bolo: o viajante raciocina que os Elói descendem da burguesia dominante de seu tempo, que firmaram seu direito de viver na superfície longe de qualquer perigo e tornando-se, por isso, fracos de força e raciocínio, enquanto que os Morlocks descendem da classe operária, sempre vivendo abaixo da superfície e longe da luz do sol, em minas de carvão, fábricas fechadas, dormindo em quartos subterrâneos de grandes propriedades (como a mãe de Wells, por exemplo), fazendo as engrenagens do mundo girar. Essa é uma discussão interessante e que confere ao futuro imaginado por Wells não só uma boa dose de lógica e sentido, como gera uma bela crítica à diferença de classes. Desse aspecto da obra é que vem a minha única crítica: o livro poderia muito bem ser mais longo, aprofundar mais a crítica, além do fato de um mundo de 800 mil anos no futuro ser uma grande tela em branco, onde o autor poderia pirar e viajar à vontade. Os Morlocks poderiam ter sido um pouco mais humanizados e explorados também, afinal, eles são assim devido a milênios de servidão. Porém esse livro é quase um conto de tão curto. Nesta edição há um prefácio escrito pelo próprio Wells, cerca de 30 após o lançamento, onde o próprio admite que ainda era um escritor pouco experiente na época. De qualquer forma, por mais curta que a história seja, aqui está ela, ganhando uma resenha admirada em pleno ano de 2023! Resumindo: leitura altamente recomendada ! TS: Eloy - Ocean (1977).

    216 curtidas

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