O livro conta como foram os últimos dias da União Soviética através de fontes históricas como cartas, notícias, telefonemas, discursos, etc. O que chama a atenção no livro é o avanço da diplomacia graças principalmente ao uso do avião e telefone. Chefes de Estados em situação “beligerante” se comunicando instantaneamente e se vendo com frequência mudou a forma de resolver conflitos. Outra questão importante é a inevitabilidade do fim da União Soviética através das diferenças (ideológicas, culturais, etc) dos países da União, com o avanço na política e autonomia dos países, já não fazia sentido a União existir - o que contrasta com a ideia de que os Estados Unidos venceram, pois as atividades dos Estados Unidos apesar de sempre ativas não foram decisivas para o fim da União. O livro mostra inclusive que era de interesse do país americano a existência de uma União amigável ao invés de vários países que poderiam querer guerra. Também é interessante quando o autor cita alguns diplomáticos da União visitando os Estados Unidos e ficando perplexos ao ver pessoas comuns entrando no supermercado e voltado com o carrinho cheio. Os principais envolvidos no livro são: Bush (pai) o presidente dos Estados Unidos, Gorbatchov o presidente da União Soviética, Iéltzin o presidente da Rússia e Kravtchuk o presidente da Ucrânia. A leitura é agradável, mas como envolve bastante política internacional talvez seja tedioso para alguns.
O Último Império - Os últimos dias da União Soviética
Serhii Plokhy
LeYa
2015
478 páginas
15h 56m
ISBN-10: B018310RJG
Português Brasileiro
Resenhas (6)Ver mais
Estatísticas
Avaliações
4 / 94- 5 estrelas28%
- 4 estrelas39%
- 3 estrelas29%
- 2 estrelas4%
- 1 estrelas0%






