Elogio de la sombra -

    Jorge Luis Borges

    Emecé
    1996
    86 páginas
    2h 52m
    ISBN-10: 9500416271
    Espanhol

    [Elogio de la sombra, 1969, BORGES] La vejez (tal es el nombre que otros le dan) / puede ser el tiempo de nuestra dicha. / El animal ha muerto o casi ha muerto./ Quedan el hombre y el alma.. Con estos versos Jorge Luis Borges inicia el poema Elogio de la sombra que da titulo a este volumen. En su prologo escribe: A los espejos, laberintos y espadas que ya preve mi resignado lector se han agregado dos temas nuevos: la vejez y la etica... Este libro reune las composiciones en prosa y en verso escritas entre 1967 y 1969. Su publicacion celebro los 70 anos del autor y tuvo una gran acogida entre el publico y la critica. Elogio de la sombra es la plenitud de Borges, su retorno a las cosas esenciales," escribio Felix Luna. A la edad que tiene Borges, cuando el animal ha muerto o casi ha muerto, queda de el lo mas importante, es decir, el espiritu puro y las raices. Entre estos dos limites extremos, su penumbra; esa sombra que 'se parece a la eternidad.

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    Everton Vidal31/05/2021Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Genial desde o prólogo, onde ele diz que não possui uma estética, mas algumas astúcias. Não é um livro de contos como "Ficções", clássico universal, é poesia, seu quinto livro de versos, mas que leva o leitor a se sentir dentro daquele mesmo universo, da biblioteca universal infinita, dos labirintos do tempo caótico e das palavras que nunca terminam de dizer o que querem. A poesia de Borges é ao mesmo tempo autobiográfica e alheia. É o lugar onde o Eu trata de ser a humanidade inteira, e esta, brinca de ser Borges. Está sempre revelando traços de outras obras, de escritores passados e contemporâneos, reinventando e evocando a cultura universal. De Heráclito a Jesus, Quintana e James Joyce, de Cambridge a Buenos Aires, uma profusão de imagens prolixas, um elogio de sombras que simbolizam os significados difusos e a cegueira (em mais de um sentido) que o acometeu. Meus poemas favoritos são "os gaúchos", de tom distópico, e "o guardião dos livros", que lembra aquele hermetismo dos contos, "Fragmentos de um Evangelho Apócrifo" também destaco como uma das releituras mais profundas do Sermão do Monte. Mas há poemas que não pude desfrutar. Às vezes é difícil abstrair a obra de um artista de suas ideias e comportamentos políticos errados, faço um esforço porque a vida é breve, a arte, escassa e os gênios tão poucos... Se vale a pena, sei que vai de cada um. Minha opinião sobre Borges é que vale muito sim.

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