Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições0
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas3
    • Leitores127
    • Similares8
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Memórias Gastronômicas de Todos os Tempos - seguido de Pequena História da Culinária

    Alexandre Dumas

    Jorge Zahar
    2005
    148 páginas
    4h 56m
    ISBN-10: 8571108870
    Português Brasileiro
    3.9
    18 avaliações
    Leram33Lendo9Querem83Relendo0Abandonos2Resenhas3
    Favoritos0Desejados83Avaliaram18

    "Minha reputação culinária ... promete apagar minha reputação literária. Louvado seja Deus!" Naturalmente, essa amarga previsão de Dumas não se concretizou. Ao contrário, a popularidade de Os três mosqueteiros e O conde de Monte Cristo, entre muitos outros, é que ofuscou o Grande dicionário de culinária montado pacientemente pelo autor ao longo de 15 anos. E é dessa obra de referência gastronômica, hoje reconhecida como das mais importantes, que se originam os dois textos aqui apresentados. O primeiro, Memórias gastronômicas, consiste numa carta de Dumas a seu amigo Jules Janin, escritor e crítico literário. Nela, o missivista, "a pretexto de uma conversa rápida sobre os séculos XIX, XVIII e até mesmo o XVII", ora mistura recordações pessoais a peripécias culinárias do passado ou contemporâneas – como em "Um frango assado antes da guilhotina", "A aposta de Viel-Castel", ou nas hilariantes e peculiares "Reflexões sobre a salada" –, ora faz uso de seu talento como cronista, discorrendo informalmente sobre personalidades ilustres da história da gastronomia, jantares inesquecíveis, farras da mocidade, sua curiosa temporada numa aldeia da Bretanha... Transcreve documentos, como a carta de Carême tecendo comentários nada lisonjeiros sobre Brillat-Savarin, e nos convida sem cerimônia para as ceias que promovia em seu Palacete Monte Cristo, revelando o segredo da receita de sua salada e reproduzindo cardápios históricos. Já em Pequena história da culinária, a máquina do tempo de Alexandre Dumas transporta o leitor da Macieira do Paraíso à inauguração do primeiro restaurante em Paris, passando pelos gregos, Xerxes, Alexandre, Calígula, Apício e Lúculo, o Renascimento, a introdução dos talheres e das especiarias até a profissionalização da gastronomia. Dumas dá vazão a seu espírito de curiosidade e bom humor, numa conversa informal e descontraída sobre o caprichoso universo da "oitava arte". A edição inclui ainda notas históricas acerca de personagens e fatos específicos, e, como brinde, um "Cardápio D'Artagnan", com as respectivas receitas. Que o leitor deguste e se divirta.

    Similares (8)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (3)Ver mais
    Leila de Carvalho e Gonçalves  picture
    Leila de Carvalho e Gonçalves 31/07/2018Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Registro Histórico

    Esse é um livro extremamente peculiar em que Dumas aborda uma de suas maiores paixões: a gastronomia. Segue um breve resumo dos três capítulos: * "Memorias Gastronômicas de Todos os Tempos": Foi inspirado numa carta do escritor para seu amigo e crítico literário, Jules Janin, Nela, ele relata peripécias culinárias, discorre informalmente sobre personalidades ilustres da história gastronômica, conta sobre jantares inesquecíveis e farras da mocidade. Para encerrar exibe o inacreditável cardápio de um jantar oferecido por Luís XVIII. * "Pequena História da Culinária": Dando vazão à sua verve, Dumas tece um interessante relato que vai da Macieira no Paraíso até a inauguração do primeiro restaurante em Paris. Passando pelo Olimpo, Calígula e Apício, chega até a Idade Média e as conversas nos cabarés. * O "Cardapio de D'Artagnan": O protagonista de "Os Três Mosqueteiros" encerra o texto. Baseado no caderno de receitas do escritor, é possível reproduzir algumas sugestões em sua cozinha. São pouco mais de uma centena de páginas, mesmo assim, há momentos que a leitura torna-se cansativa graças a inúmeras citações de um autor prolixo e obecado pelo assunto. No entanto, como trata-se de um registro histórico, merece atenção não só dos aficionados em gastronomia como de quem queira conhecer mais de perto Dumas e o mundo em que ele viveu.

    1 curtida

    Estatísticas

    Avaliações

    3.9 / 18
    • 5 estrelas33%
    • 4 estrelas39%
    • 3 estrelas22%
    • 2 estrelas6%
    • 1 estrelas0%
    Dumas Davy de la Pailleterie profile picture

    Dumas Davy de la Pailleterie

    Alexandre Dumas, pai - foi um romancista francês. Seu nome de batismo era Dumas Davy de la Pailleterie. Nasceu na região de Aisne, próximo a Paris. Era neto do marquês Antoine-Alexandre Davy de la Pailleterie e de uma escrava (ou liberta, não se sabe ao certo) negra, Marie Césette Dumas. Seu pai foi o General Dumas, grande figura militar de sua época. Enquanto trabalhava em Paris, Dumas começou a escrever artigos para revistas e também peças para teatro. Em 1829 foi produzida sua primeira peça, Henrique III e sua Corte, alcançando sucesso de público. No ano seguinte, sua segunda peça, Christine, também obteve popularidade. Como resultado, tornou-se financeiramente capaz de trabalhar como escritor em tempo integral. Entretanto, em 1830, participou da revolução que depôs o rei Carlos X de França e substituiu-o no trono pelo ex-patrão de Dumas, o Duque d'Orléans, que governaria com o nome de Luís Filipe de França, alcunhado de Rei Cidadão. Até meados da década de 1830, a vida na França permaneceu agitada, com tumultos esporádicos em busca de mudanças promovidos por republicanos frustrados e trabalhadores urbanos empobrecidos. À medida que a vida retornava lentamente à normalidade, o país começou a se industrializar e, com uma economia em crescimento combinada com o fim da censura à imprensa, a vida recompensou as habilidades de escritor de Alexandre Dumas. Após escrever mais algumas peças de sucesso, passou a se dedicar aos romances. Apesar de ter um estilo de vida extravagante e sempre gastar mais do que ganhava, Dumas provou ser um divulgador astuto. Com a alta demanda dos jornais por romances seriados, em 1838 simplesmente reescreveu uma de suas peças para criar sua primeira série em romance. Intitulada "O Capitão Paulo" (em francês Le Capitaine Paul) levou-o a criar um estúdio de produção que lançou centenas de histórias, todas sujeitas à sua apreciação pessoal. Em 1840, casou-se com uma atriz, Ida Ferrier, mas continuou a manter seus casos com outras mulheres, sendo pai de pelo menos três filhos fora do casamento. Um desses filhos, que recebeu o seu nome, seguiria seus passos na carreira de novelista e escritor de peças teatrais. Por causa do mesmo nome e da mesma profissão, para distinguir um do outro, um é chamado Alexandre Dumas pai (Alexandre Dumas, père) e o outro Alexandre Dumas, filho (em francês, Alexandre Dumas, fils).

    238 Livros
    1.009 Seguidores
    Picardia, França

    Dumas Davy de la Pailleterie