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    Chamanes eléctricos en la fiesta del sol -

    Mónica Ojeda

    Literatura Random House
    2024
    288 páginas
    9h 36m
    ISBN-13: 9788439742999
    Espanhol
    3.9
    73 avaliações
    Leram100Lendo25Querem221Relendo0Abandonos8Resenhas20
    Favoritos1Desejados221Avaliaram73

    Año 5540 del calendario andino. Noa decide escaparse de su Guayaquil natal con su mejor amiga, Nicole, para asistir al Ruido Solar, un macrofestival popular que anualmente congrega, durante ocho días y siete noches, a miles de jóvenes —entre músicos, bailarines, poetas y chamanes— a los pies de uno de los numerosos volcanes de los Andes. Atrás quedan las familias y la violencia de las ciudades, y se despliega un paisaje alucinado que tiembla al ritmo de la música y las erupciones volcánicas bajo un cielo surcado por meteoritos. Para Noa esta será la primera parada antes de ir al reencuentro del padre que la abandonó cuando era una niña y que desde hace años habita los bosques altos, un territorio donde también se esconden los desaparecidos, aquellos que una vez subieron al Ruido y nunca regresaron a sus hogares. Sostenida por una lírica extraordinaria, una estética deslumbrante y un brutal sentido del ritmo, Chamanes eléctricos en la fiesta del sol es un gran viaje místico al corazón primitivo de la música y de la danza; un viaje lisérgico y emocional que es a la vez la búsqueda de un padre y de un sentido de pertenencia en un mundo que solo conoce la pérdida y el desamparo.

    Edições (3)

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    Resenhas (20)Ver mais
    Dora Lutz picture
    Dora Lutz12/02/2025Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Alucinante

    De todos os livros da Mónica Ojeda, este é o que tem a proposta mais interessante. A primeira parte do livro é sensacional, e o modo como ela trabalha o terror através do som, da audição, é horripilante. Gostei bastante da estrutura de vários narradores e adorei conhecer os personagens do festival, todos muito carismáticos. Gosto de como ela usou muitos aspectos culturais e também de toda a mística com as éguas (e o sono da Noa). Só não dei 5 estrelas porque acho que o livro perdeu muito ritmo ao mudar o foco narrativo para o pai. A narrativa dele é boa, mas não tem o ritmo frenético e alucinante que estávamos acostumados até então. Compreendo que era necessário desacelerar o ritmo do livro, porém acho que mesmo após a retomada do festival ele não voltou a ser o mesmo, acabando por permanecer em um "quase ápice". Como sempre, o livro é mais um grande acerto da Mónica Ojeda. Ninguém está fazendo o que ela faz como ela faz e fico muito feliz em poder acompanhar os seus lançamentos.

    12 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.9 / 73
    • 5 estrelas23%
    • 4 estrelas40%
    • 3 estrelas26%
    • 2 estrelas10%
    • 1 estrelas1%
    Mónica Ojeda Franco profile picture

    Mónica Ojeda Franco

    Nasceu em Guayaquil em 1988. Obteve o título de Bacharel em Comunicação Social com menção em Literatura pela Universidade Católica de Santiago de Guayaquil. Formou-se com mestrado em criação literária pela Universidade Pompeu Fabra de Barcelona, ​​mestrado em Criação Literária e mestrado em Teoria e Crítica Cultural. Foi professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências da Educação da Universidade Católica de Santiago de Guayaquil na área de Literatura. Publicou: Doze contos ibero-americanos em 2013; seu primeiro romance, La desfiguración Silva e a coletânea de poemas O ciclo das pedras, em 2015; Nefando, seu segundo romance, em 1916; a história “Canino” em 2017; Em janeiro de 2018 publicou o romance Mandíbula. A obra de Ojeda tem participado em feiras internacionais do livro; e as críticas favoráveis ​​contribuíram para suas conquistas e reconhecimentos em nível nacional e internacional. La desfiguración Silva, ganhou o Prêmio ALBA de Narrativa em 2014 e, com sua primeira coletânea de poemas O Ciclo das Pedras, o Prêmio Nacional de Poesia Desembarco em 2015. Nefando, sua segunda novela, ganhou em 2015 uma menção honros do Premio de Novela Corta Miguel Donoso Pareja, foi publicada en 2016 ​ e incluída como uma das dez obras representativas do chamado «nuevo boom de literatura latinoamericana» pelo diário espanhol El País. Mónica Ojeda foi incluída na lista Bogotá 39-2017 como uma das 39 melhores escritoras de ficção latino-americanas com menos de 40 anos. Em janeiro de 2018, o romance Mandíbula foi muito bem recebido pela crítica e descrito como "um dos romances da temporada" pelo jornal espanhol El País, que o classificou em 12º lugar na sua lista dos 50 melhores livros do ano. A obra também foi selecionada como uma das dez finalistas do Prêmio Bienal de Novela Mario Vargas Llosa em sua edição de 2018. Em setembro de 2019 ganhou o prêmio Next Generation, do Prince Claus Fund. Em fevereiro de 2020, seu livro de contos O mundo acima e o mundo abaixo, entre 1.079 candidatos, foi um dos cinco finalistas da sexta edição do Prêmio Ribera del Duero de Curta Ficção. Mónica Ojeda Franco é considerada uma das romancistas mais relevantes da literatura latino-americana contemporânea.

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    Quito, Equador

    Mónica Ojeda Franco