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    Axël -

    Villiers de L’Isle-Adam

    UFPR
    2005
    220 páginas
    7h 20m
    ISBN-10: 8573351349
    Português Brasileiro
    4.1
    13 avaliações
    Leram19Lendo3Querem27Relendo0Abandonos0Resenhas1
    Favoritos5Desejados27Avaliaram13

    Axël, de Villiers de L'Isle-Adam é uma espécie de longo poema dramático em prosa que, por ter sido a última obra de seu autor, sumariza e dá expressão definitiva a seu idealismo peculiar. Será fácil perceber que o supersonhador de Villiers é o tipo de todos os heróis do simbolismo, tanto dos nossos quanto dos seus dias. São heróis que prefeririam renunciar à vida comum a lutar para abrir para si mesmos um lugar nela; abandonam suas amantes, preferindo os sonhos. Edmund Wilson

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    Resenhas (1)Ver mais
    Marcos Augusto picture
    Marcos Augusto16/10/2023Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Um drama influenciado pela filosofia gnóstica e pelas obras fantásticas de Goethe e o teatro romântico de Victor Hugo. Os dois protagonistas, o herói Axël d'Auersperg e Sara de Maupers, conscientes de que a vida nunca corresponderá aos seus sonhos, recusam riqueza, poder e amor, para encontrar a eternidade na morte. Deve muito à concepção wagneriana de arte total e, em particular, das suas obras Tristão e Isolda e O Anel do Nibelungo. A peça consiste em quatro atos, cada um com um subtítulo. O primeiro ato (O Mundo Religioso) acontece durante a véspera de Natal de 1828 em um convento de freiras na Flandres Francesa. Sara de Maupers, órfã e rica herdeira, criada no convento, que cobiça seus bens; ela está prestes a tirar o véu. Sara fica em silêncio durante todo o ato; ela só fala quando o diácono lhe pergunta se ela está pronta para aceitar “a luz, a esperança e a vida”, ela então responde “Não”. Um marco do simbolismo.

    4 curtidas

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    4.1 / 13
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    • 4 estrelas46%
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    • 2 estrelas15%
    • 1 estrelas0%
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    Villiers de L’Isle-Adam

    Auguste Villiers de L'Isle-Adam (Saint-Brieuc, 7 de novembro de 1838 - Paris, 19 de agosto de 1889) foi um escritor francês, cuja obra, que envolve poesia, teatro e narrativa, é orientada, em grande parte, pelo Simbolismo. Dotado de um vigoroso poder expressivo, é capaz de conferir a suas obras um estilo de tortura, ao mesmo tempo violento e profundamente lírico. Entre sua produção, cabe destacar: Isis (1862), Contes cruels (1883), L'Ève future (1886), Histoires insolites (1888) e Nouveaux Contes cruels (1888). Os contos de Villiers são diferentes entre si; ao lado de alguns absurdos e exageros, há outros nos quais o humor, a ironia ou o terror macabro dão lugar a situações excepcionalmente sugestivas. Cabe destacar entre eles o "Vera", do qual se pôde afirmar que é comparável aos melhores de Poe.

    8 Livros
    3 Seguidores

    Villiers de L’Isle-Adam