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    La Fortune des Rougon (Les Rougon-Macquart #1) -

    Émile Zola

    Gallimard (Editions)
    2007
    460 páginas
    15h 20m
    ISBN-13: 9782070341429
    3.9
    16 avaliações
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    The Fortune of the Rougons is the first in Zola's famous Rougon-Macquart series of novels. In it we learn how the two branches of the family came about, and the origins of the hereditary weaknesses passed down the generations. Murder, treachery, and greed are the keynotes, and just as the Empire was established through violence, the "fortune" of the Rougons is paid for in blood. Set in the fictitious Provençal town of Plassans, The Fortune of the Rougons tells the story of Silvère and Miette, two idealistic young supporters of the republican resistance to Louis-Napoleon Bonaparte's coup d'état of December 1851. They join the woodcutters and peasants of the Var to seize control of Plassans, and are opposed by the Bonapartist loyalists led by Silvère's uncle, Pierre Rougon. Meanwhile, the foundations of the Rougon family and its illegitimate Macquart branch are being laid in the brutal beginnings of the Imperial regime.

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    Gláucia Renata Beretta picture
    Gláucia Renata Beretta04/11/2015Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    A Fortuna dos Rougon - Émile Zola

    Zola se inspirou em Balzac quando uniu seus livros dentro da Comédia Humana. Formulou uma árvore genealógica composta de 5 gerações da família Rougon (braço legítimo) - Macquart (braço bastardo). Escreveu 20 romances que tem como personagens os vários membros dessa família, criando um gênero literário com uma ideia central: de que o homem é fruto de sua herança genética e do ambiente em que vive. Esse gênero é o Naturalismo e se baseia em correntes filosóficas e científicas que o autor vinha estudando. Publicado em 1870 esse é o primeiro volume da série, se iniciando com Adelaide Fouque começando a formação dessa família. Os personagens centrais são Pedro Rougon e sua esposa lutando para fazer fortuna em Plassans, província francesa fictícia, e seus irmãos bastardos. A ação se passa em 1851 precedendo o golpe militar dado por Louis Napoleão, derrubando a república. Retrata como as pessoas escolhem sua posição política de acordo com seus interesses. Intrigas, sangue, mesquinhez, egoísmo, brigas familiares, amor, revolução, ódio, traição e muito mais! Destaque para Silvério, o jovem neto de Adelaide (ou tia Dide), adolescente que se deixa levar pelo ardor republicano e representa a inocência.

    6 curtidas

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    Émile-Édouard-Charles-Antoine Zola

    Émile Zola nasceu na capital francesa. Filho do engenheiro François Zola e sua esposa Émilie Aubert, cresceu em Aix-en-Provence, onde estudou no Collège Bourbon (atualmente conhecido como Collège Mignet) e, aos dezoito anos, retorna a Paris para estudar no Lycée Saint-Louis. Devido às complicações financeiras por que passou após a morte do pai, Zola é levado a trabalhar em uma série de escritórios, ocupando cargos de pouca influência. Inicia-se no ramo jornalístico escrevendo colunas para os jornais Cartier de Villemessant's e Controversial. Suas colunas não poupavam críticas severas a Napoleão III - (...) meu trabalho torna-se a imagem de um reinado partido, de um estranho período de loucura e vergonha humanas - e à Igreja - A civilização jamais alcançará a perfeição até que a última pedra da última igreja caia sobre o último padre. A obra de caráter autobiográfico La Confession de Claude (1865), um dos primeiros trabalhos publicados por Zola, atraiu atenção negativa da crítica especializada. O ainda mais criticado Thérèse Raquin, romance lançado no ano seguinte, apresentou uma abordagem inovadora em sua concepção: inspirado pelos estudos científicos da época, Zola propõe não um simples romance, mas uma análise científica pormenorizada do ser humano, da moral e da sociedade. Thérèse Raquin tornou-se, portanto, marco inicial de um novo movimento literário, oriundo da análise científica e experimental do ser humano: o Naturalismo. Em vida, Zola também demonstrou elevado engajamento político. Certamente, seu trabalho de maior influência política foi a carta aberta intitulada J'acccuse (Acuso), destinada ao então-presidente da França Félix Faure. A carta, publicada na primeira página do jornal parisiense L'Aurore em 13 de janeiro de 1898, acusou o governo francês de anti-semitismo por julgar e condenar precipitadamente o capitão Alfred Dreyfus, judeu e oficial do exército francês, por traição em 1894. Émile Zola faleceu em 29 de setembro de 1902 em sua casa em Paris devido à inalação de uma quantidade letal de monóxido de carbono proveniente de uma lareira defeituosa; alguns estudiosos, em razão das misteriosas circunstâncias do ocorrido, não descartam a hipótese de homicídio

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