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    O Monge de Cister (Coleção Prestígio) - (O Monasticon #2)

    Alexandre Herculano

    Ediouro / Tecnoprint S. A.
    1983
    231 páginas
    7h 42m
    ISBN-10: 8500412569
    Português Brasileiro
    3.6
    23 avaliações
    Leram56Lendo11Querem92Relendo0Abandonos2Resenhas2
    Favoritos0Desejados92Avaliaram23

    O Monge de Cistér ou A Época de D. João I — (O Monasticon, #2: Tomo II), Ediouro, Coleção Prestígio. Apresentação de Antônio Soares Amora. — Vasco da Silva deseja matar Lopo Mendes, que tinha casado com Leonor, sua bem-amada; também queria vingar o pai, ofendido por um cavaleiro que, ainda por cima, tinha abusado de sua irma Beatriz. Depois que assassina o rival, Vasco se arrepende profundamente, e torna-se padre. Enquanto isso, o sedutor de Beatriz - Fernando Afonso - a abandona. D. João de Ornellas, abade de Alcobaça, incentiva o ódio de Vasco, dizendo- lhe que Fernando Afonso era amante de Leonor (a mulher que Vasco nunca deixara de amar). Beatriz morre e Vasco conta ao Rei D. João Ï tudo sobre o tenebroso, nefando, terrível e maldoso, além de maléfico, passado de Fernando Afonso, que é condenado a morrer queimado, ou seja na fogueira(!). Por fim - uff! - Vasco morre e a narrativa acaba. A ação do romance transcorre no século XIV (1385, à época da Revolução de Avis em Portugal). Com seus três romances históricos - Eurico, o Presbítero (O Monasticon #1: Tomo I), O Monge de Cister e O Bôbo - Herculano pretendia reconstituir a História de Portugal, desde as lutas da Reconquista do território aos árabes e mouros invasores, até o final da Idade Média, com a formação do Estado Nacional Português. |...| Esta obra é muito mais que um romance encantador e sedutor. É "o estudo" dos dilemas de um problema moral extremamente sutil e delicado, que está no íntimo de todo o ser humano - o problema do perdão. Romance que gira em torno do conflito entre os votos sacerdotais e os impulsos mais ardentes da natureza humana.

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    Resenhas (2)Ver mais
    Jorge Gonçalves de Macedo picture
    Jorge Gonçalves de Macedo27/06/2012Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Em minha opinião, não é o melhor livro de Alexandre Herculano. O original tem mais de um volume e a Ediouro lançou uma edição com cerca de 350 páginas (não é a indicada aqui). Creio que o autor se estende em detalhes que seriam dispensáveis para a compreensão da narrativa. Compreende-se sua preocupação histórica, mas o texto poderia ter sido muito mais conciso, a exemplo de "O Bobo" e "Eurico, o Presbítero".

    2 curtidas

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    3.6 / 23
    • 5 estrelas4%
    • 4 estrelas61%
    • 3 estrelas26%
    • 2 estrelas9%
    • 1 estrelas0%
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    Alexandre Herculano de Carvalho e Araújo

    Alexandre Herculano de Carvalho e Araújo (Lisboa, 28 de Março de 1810 — Quinta de Vale de Lobo, Azóia de Baixo, Santarém, 13 de Setembro de 1877) foi um escritor, historiador, jornalista e poeta português da era do romantismo. A parte mais significativa da obra literária de Herculano concentra-se em seis textos em prosa, dedicados principalmente ao género conhecido como narrativa histórica. Esse tipo de narrativa combina a erudição do historiador, necessária para a minuciosa reconstituição de ambientes e costumes de épocas passadas, com a imaginação do literato, que cria ou amplia tramas para compor seus enredos.

    30 Livros
    26 Seguidores

    Alexandre Herculano de Carvalho e Araújo