O Monge de Cister (Clássicos Ilustrados) (Gibi Edição Maravilhosa (Extra) #80) - Quadrinização d'O Monasticon" de Alexandre Herculano

    Alexandre Herculano, Alexandre Herculano de Carvalho e Araújo

    EBAL / Editora Brasil-América
    1954
    52 páginas
    1h 44m
    ISBN-10: 8500412569
    Português Brasileiro

    [Edição Maravilhosa (Extra) — 1ª Série, Número 80. Publicado em Janeiro de 1954]. Alexandre Herculano — O Monge de Cistér ou A Época de D. João I — (O Monasticon, #2: Tomo II). (Clássicos Ilustrados). Capa / Desenho: Antônio Euzebio. Direção: Adolfo Aizen. (Brochura - Formato Americano - Quadrinhos em Preto e Branco). ==== https://pt.wikipedia.org/wiki/Edição_Maravilhosa https://en.m.wikipedia.org/wiki/Classics_Illustrated https://pt.wikipedia.org/wiki/Alexandre_Herculano https://www.guiadosquadrinhos.com/artista/antonio-euzebio/3673 http://guiaebal.com/maravilhosa1.html http://guiaebal.com/maravilhosa2.html http://guiaebal.com/maravilhosa3.html ==== [Wikipédia]: O Autor pertenceu a 1ª geração do Romantismo em Portugal. A ação deste romance medievalista transcorre no século XIV (1385, à época da Revolução de Avis em Portugal). Com seus três romances históricos — Eurico, o Presbítero (O Monasticon #1: Tomo I); O Monge de *Cister* e O Bôbo - Herculano pretendia reconstituir a História de Portugal, desde as lutas da Reconquista do território aos árabes e mouros invasores, até o final da Idade Média, com a formação do Estado Nacional Português. |...| Esta obra é muito mais que um romance encantador e sedutor. É "o estudo" dos dilemas de um problema moral extremamente sutil e delicado, que está no íntimo de todo o ser humano - o problema do perdão. Romance que gira em torno do conflito entre os votos sacerdotais e os impulsos mais ardentes da natureza humana. |...| Herculano deixou ensaios sobre diversas questões polémicas da época, que se somam à sua intensa atividade jornalística e foi o responsável pela introdução e pelo desenvolvimento da narrativa histórica em Portugal: juntamente com Almeida Garrett, é considerado o introdutor do Romantismo em Portugal, desenvolvendo os temas da incompatibilidade do homem com o meio social. . . Dessa forma, o autor situa a ação num tempo passado, procurando reconstituir uma época. Para isso, contribuem descrições pormenorizadas de quadros antigos, como festas religiosas, indumentárias, ambientes e aposentos, topografias de cidades. São frequentes as intervenções do narrador, que tece comentários filosóficos, sociais ou políticos, muitas vezes relacionando o passado narrado com o quotidiano do século XIX. A narrativa de caráter histórico foi desenvolvida inicialmente por Walter Scott (1771-1832), poeta e novelista escocês que escreveu A Balada do Último Menestrel e Ivanhoé, entre outros trabalhos. Também o francês Vitor Hugo (1802-1885) serviu de modelo a Herculano: Hugo escreveu o romance histórico Nossa Senhora de Paris, em que surge Quasimodo, o famoso “Corcunda de Notre-Dame”. A partir desses modelos, desenvolveu-se a narrativa histórica de Herculano, que pode ser considerada o ponto inicial para o desenvolvimento da prosa de ficção moderna em Portugal. ==== (*) Ordem de Cister, ou Ordem Cisterciense (Ordo cisterciensis, O. Cist.), é uma ordem religiosa monástica católica beneditina reformada. Aos seus membros religiosos de clausura monástica dá-se o nome de monges (ou monjas) cistercienses.

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    Jorge Gonçalves de Macedo picture
    Jorge Gonçalves de Macedo27/06/2012Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Em minha opinião, não é o melhor livro de Alexandre Herculano. O original tem mais de um volume e a Ediouro lançou uma edição com cerca de 350 páginas (não é a indicada aqui). Creio que o autor se estende em detalhes que seriam dispensáveis para a compreensão da narrativa. Compreende-se sua preocupação histórica, mas o texto poderia ter sido muito mais conciso, a exemplo de "O Bobo" e "Eurico, o Presbítero".

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