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    O Alcorão -

    Maomé- Muhammad

    Acigi
    2004
    391 páginas
    13h 2m
    ISBN-10: 8587269046
    Português Brasileiro
    3.6
    255 avaliações
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    Favoritos7Desejados645Avaliaram255

    Texto sagrado do Islã que traz revelações de Alá para Maomé, quando este contava com 40 anos, no início do século VII. Os seguidores de Maomé começaram a escrever as revelações após sua morte, em 632 d.C., sendo recopiladas no reinado de Omar, em 650 e transformadas no Alcorão como é conhecido hoje.

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    Marília Moscou picture
    Marília Moscou21/12/2011Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Elas, as religiões todas

    O livro é simples. Páginas de papel jornal, edição de bolso talvez. Me custou bem pouco, estava em promoção. É como a Bíblia aqui, se acha por todos os preços, em todos os cantos. Em 2005 viajei pela primeira vez para um país muçulmano, a Tunísia. Vi poucas mulheres de véu até o dia em que fomos a Souk-el-Bey, na medina. As lojas intermináveis, emendadas. Os sapatos de Alladdin pendurados. Os lenços de moedas para dançar. Eu havia começado a dança do ventre naquele ano e levei uns bons lenços pra casa dali. A pechincha... Ah, a pechincha! Um artigo de preço inicial 50 dinares, vendido ao fim por 5, provavelmente deveria valer alguns poucos centavos. Sidi Bou Said, a cidade azul e branca, o topo do morro. O mar. Meu mar. Mesmo mar. Parecia ali que eu era séculos de história. Eu era. Mas havia os painéis tiranos, o presidente pintado em tudo que é lugar. Me irritava. Os homens tocando, agarrando, eu era também pedaço de carne. Chorava por isso. Há mais ou menos um ano cheguei da Turquia, o segundo país muçulmano que visitei. Uma visita mais orgânica desta vez. As rezas amplificadas nas mesquitas todas. O skyline de Istambul, as torres. A música. A orquestra jovem tocando na única noite do ano em que Aya Irini abre ao público. A estrutura monumental, secular. Ao lado, Aya Sofia, ainda mais impressionante. Atravesso a praça rumo à Mesquita Azul. Acompanhada de turcas, iranianas, bangladeshis, egípcias. Feministas, de véu, sem véu. Somos todas mulheres. Em meus últimos dias não pude deixar de ir a uma livraria. Não leio turco, exceto alguns fonemas. Não falo turco, exceto - "Posso tomar um pouco de água, por favor?" com perfeição. Mas precisava ir a uma livraria. São meus souvenires favoritos. Lá estava ele, em inglês, numa pilha da promoção. Não pude deixar passar. Era esse meu souvenir. "The Koran", ou o Alcorão, ou o Corão, é o livro sagrado do Islã. Nesta edição, especificamente, tem um prefácio bem legal de um estudioso do islamismo explicando os fatos históricos sobre a propagação da religião muçulmana. Um processo interessante que não deve ser muito diferente daquele que propagou o cristianismo: violento. Comecei a ler o livro, não terminei. Vou lendo aos poucos. O interesse é na cultura, na visão de mundo, nas várias interpretações que são feitas. [leia a resenha completa em http://www.mulheralternativa.net/2011/09/das-religioes-um-livro-que-me-lembra-de.html]

    18 curtidas

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    Maomé- Muhammad

    Maomé (em árabe: ? مُحَمَّد, transl. Muḥammad ou Moḥammed; Meca, ca. 6 de Abril de 570 — Medina, 8 de Junho de 632) foi um líder religioso e político árabe. Segundo a religião islâmica, Maomé é o mais recente e último profeta do Deus de Abraão. Para os muçulmanos, Maomé foi precedido em seu papel de profeta por Jesus, Moisés, Davi, Jacob, Isaac, Ismael e Abraão. Como figura política, ele unificou várias tribos árabes, o que permitiu as conquistas árabes daquilo que viria a ser um império islâmico que se estendeu da Pérsia até à Península Ibérica. Não é considerado pelos muçulmanos como um ser divino, mas sim, um ser humano; contudo, entre os fiéis, ele é visto como um dos mais perfeitos seres humanos.[carece de fontes] Nascido em Meca, Maomé foi durante a primeira parte da sua vida um mercador que realizou extensas viagens no contexto do seu trabalho. Tinha por hábito retirar-se para orar e meditar nos montes perto de Meca. Os muçulmanos acreditam que em 610, quando Maomé tinha quarenta anos, enquanto realizava um desses retiros espirituais numa das cavernas do Monte Hira, foi visitado pelo anjo Gabriel que lhe ordenou que recitasse uns versos enviados por Deus, e comunicou que Deus o havia escolhido como o último profeta enviado à humanidade. Maomé deu ouvidos à mensagem do anjo e, após sua morte, estes versos foram reunidos e integrados no Alcorão, durante o califado de Abu Bakr. Maomé não rejeitou completamente o judaísmo e o cristianismo, duas religiões monoteístas já conhecidas pelos árabes. Em vez disso, informou que tinha sido enviado por Deus para restaurar os ensinamentos originais destas religiões, que tinham sido corrompidos e esquecidos. Muitos habitantes de Meca rejeitaram a sua mensagem e começaram a persegui-lo, bem como aos seus seguidores. Em 622 Maomé foi obrigado a abandonar Meca, numa migração conhecida como a Hégira (Hijra), tendo se mudado para Yathrib (atual Medina). Nesta cidade, Maomé tornou-se o chefe da primeira comunidade muçulmana. Seguiram-se uns anos de batalhas entre os habitantes de Meca e Medina, que se saldaram em geral na vitória de Maomé e dos seguidores. A organização militar criada durante estas batalhas foi usada para derrotar as tribos da Arábia. Por altura da sua morte, Maomé tinha unificado praticamente todo o território sob o signo de uma nova religião, o islão.

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