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    Trilogia Millennium (Millennium) - Volumes 1, 2 e 3 - Edição Econômica

    Stieg Larsson

    Companhia das Letras
    2011
    1816 páginas
    2d 12h 32m
    ISBN-13: 9788535920024
    Português Brasileiro
    4.6
    18554 avaliações
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    OS HOMENS QUE NÃO AMAVAM AS MULHERES - MILLENNIUM 1 Vem da Suécia um dos maiores êxitos no gênero de mistério dos últimos anos: a trilogia Millennium - da qual este romance, Os homens que não amavam as mulheres, é o primeiro volume. Seu autor, Stieg Larsson, jornalista e ativista político muito respeitado na Suécia, morreu subitamente em 2004, aos cinqüenta anos, vítima de enfarte, e não pôde desfrutar do sucesso estrondoso de sua obra. Seus livros não só alcançaram o topo das vendas nos países em que foram lançados (além da própria Suécia, onde uma em cada quatro pessoas leu pelo menos um exemplar da série, a Alemanha, a Noruega, a Itália, a Dinamarca, a França, a Espanha, a Itália, a Espanha e a Inglaterra), como receberam críticas entusiasmadas. A MENINA QUE BRINCAVA COM FOGO - MILLENNIUM 2 Lisbeth Salander é acusada de triplo assassinato, e a polícia está em seu encalço. A jovem hacker é esquiva, egoísta e pode ser muito violenta quando provocada. Mikael Blomkvist, editor-chefe da revista Millennium, sabe muito bem disso. Mas, ao contrário do restante da imprensa, que não se acanha em crucificá-la, ele acredita na inocência da moça. Para ele, os homicídios relacionam-se a uma série de reportagens que a Millennium pretendia publicar sobre o tráfico de mulheres provenientes do Leste Europeu. Um esquema de corrupção cujos tentáculos alcançam promotores, juízes, policiais e jornalistas. Lisbeth livrou Mikael da morte dois anos antes. Agora ele tem como retribuir. A RAINHA DO CASTELO DE AR - MILLENNIUM 3 Último volume da trilogia Millennium, A Rainha do Castelo de Ar reúne os melhores ingredientes da série: um enredo de tirar o fôlego, personagens que ficam gravados na imaginação do leitor e surpresas que se acumulam a cada página. Com mais de 15 milhões de exemplares vendidos no mundo, a trilogia Millennium é a mais bem-sucedida série policial dos últimos anos, e já conta com uma versão cinematográfica, prevista para estrear no Brasil ainda este ano. Quer seja tratando da violência contra as mulheres, quer seja enfocando os crimes cometidos por magnatas ou pelo Estado, a saga cumpre sua principal missão: a de envolver o leitor numa história impressionante, cheia de mistérios.

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    Joseilton de Lima Correia picture
    Joseilton de Lima Correia19/04/2010Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Uma bela crítica a nossa Sociedade (dita) Moderna.

    Na atualidade, houve-se falar muito em ética e moral. Ao estudar Sociologia, entendi que a palavra ética vem do grego ethos que quer dizer "modo de ser", ou "caráter", enquanto maneira de vida que o homem adquire ou conquista. Mais objetivamente, pode-se definir ética como sendo um conjunto sistemático de conhecimentos racionais e objetivos a respeito do comportamento humano; Portanto, a ética se advém dos conhecimentos racionais e objetivos, contudo, a própria coisa ser racional e objetiva deve ter um ponto de partida, isto significa dizer, o racional e objetivo vão servir a quem? Quem está dizendo o que é certo ou errado? E é aí onde entra a questão da ética dos tempos ditos modernos, que não tem nada de racional e objetivo. A ética se confunde muitas vezes com a moral, entretanto, deve-se deixar claro que são duas coisas diferentes, considerando-se que ética significa a teoria ou ciência do comportamento moral dos homens em sociedade, enquanto que moral, quer dizer, costume, ou conjunto de normas ou regras adquiridas com o passar do tempo. A ética é o aspecto científico da moral, pois tanto a ética como a moral, envolve a filosofia, a história, a psicologia, a religião, a política, o direito, e toda uma estrutura que cerca o ser humano. Isto faz com que o termo ética necessita ter, em verdade, uma maneira correta para ser empregado, quer dizer, ser imparcial, a tal ponto a ser um conjunto de princípios que norteia uma maneira de viver bem, consigo próprio, e com os outros. Mas, eu divago... A Menina Que Brincava Com Fogo, expõe de maneira genial esse embate social entre ética e moral. Temas muito recorrentes na atualidade, marcada quase que diariamente por escândalos das mais variadas formas, sejam elas relativas ao sexo, a opção sexual, a classe social, etc. E Stieg Larsson, como repórter polêmico como foi, é muito incisivo em sua escrita, denunciando o modo hipócrita que a sociedade vive, uma sociedade que marginaliza aqueles que são diferentes, super-dotados de uma estranheza social, e que acima de tudo, que colocam o dedo na cara do sistema e ridicularizam as suas regras que beneficiam uma minoria privilegiada. É impossível não exaltar a figura de Lisbeth Salander, personagem socialmente estigmatizada e que como se vê no livro, causa estranheza por ser uma pessoa acima da média. Uma cidadã comum, mas que não se submete a certas regras falidas. E Mikael Blomkisvt, que certamente é um auto-retrato de Larsson, com sua desenvoltura, lealdade e compromisso. Larsson mais uma vez escreveu uma obra genial, que enfoca temas atuais, que sugerem uma mudança no modo de pensar, de agir, e de se entender o mundo ao nosso redor. As mudanças em relação a Os Homens Que Não Amavam As Mulheres é evidente, as personagens ganharam muito em termos de intelectualidade, e a trama é imensamente bem desenvolvida e empolgante. Só é preciso deixar a leitura fluir, e depois se saborear com um prato cheio de críticas bem fundamentadas, ao nosso mundo Moderno, Capitalista, Globalizado, Civilizado, e principalmente Justo perante a Lei. É uma pena, que hoje em dia, existam poucas pessoas que realmente gostem de brincar com fogo. Mas, novamente eu divago...

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