Maio de 2008
"Quando a máquina dá pau" Reportagem comportamental, na visâo sobre a impotência ao longo da História. Chamou-me atenção a Antiguidade Clássica (por não conhecer o parecer) onde pior que o temor da broxada era o da infertilidade. Por volta dos 30 anos o homem adentrava a velhice e se já tivesse tido filhos tudo bem, mas se não, era vergonha pública maior que qualquer "falhada", afinal, segundo o texto, o sujeito já era senil e já mostrara competência com escadinha de filhotes. Outro aspecto curioso foi sobre a masturbação, tida como culpada das brochadas na Idade Média (tem correlação com religiosidade). Sabe-se hoje que a ciência não dá o veredito nsso na broxada. Olha, quero escrever aqui algo que a revista não citou, que achei curioso na explanação de um influencer... Para ele, a bronh... digo... masturbação, instiga sim a impotência. Mas em casos de exageros, quando o sujeito bate montão no dia.... Estou sendo muito vulgar, né! Assim, ele se acostuma à certo nível de pressão e fricção que talvez não encontre no ato sexual, na penetração, aí pronto, não sustenta o soldado no sempre alerta para a ação.... Será? Gostaria de ouvir especialista um dia, parece ter nexo... "Médiuns" O texto destacou particularidades mediúnicas em paralelo com parecer científico. Para este último, visões está relacionado a estímulos na glândula pineal, curas decorrem de 8nteevenções placebo e a psicografia tende a ter receptividade por palavras gerais de amor, esperança e consolo. Há predisposição à aceitação de tudo num contexto de expectativas. Não creio no Espiritismo. Essas e outras na edição.






