Quo Vadis? (Clássicos de Bolso) - Romance do tempo de Nero

    Henryk Sienkiewicz

    Ediouro / Tecnoprint Gráfica Editora S. A.
    1998
    356 páginas
    11h 52m
    ISBN-10: 8500402539
    Português Brasileiro

    QVO VADIS: Romance do Tempo de Nero (1895) '-' É um afresco majestoso em que o cenário de Roma Imperial dos tempos de Nero se anima e ganha vida com as suas orgias e violências a servirem de chão onde germina fecunda a semente do Cristianismo. . . O contraste entre o "Paganismo" e a Filosofia requintada pelo orgulho das elites do Império e o cristianismo humilde e fervoroso da Igreja de Pedro, pescador de Tiberíades e Apóstolo de Cristo. [Personagens]: Lygia Calina, Marcus Vinicius, Aulus Plautius, Pomponia Graecina, Chilon Chilonides, Ursus, Eunice, Crispus, Acté, Cróton, S. Pedro Apóstolo, Paulo de Tarso, Miriam, Nazarius, Gaius Petronius, Nero, Poppaea Sabina, a Jovem, Marcus Salvius Otho (Otão), Lucius Annaeus Sêneca, Lucanus, Flavius, Galba, Nerva, Tigellinus, Epaphroditus... Uma bela narrativa histórica da Roma antiga, e de amor, passada nos tempos do Imperador Nero. Encontram-se descrições e cenas históricas detalhadas de Roma -- antes e na época da propagação do cristianismo -- através de palavras das personagens históricas que aparecem na romance. Esta obra literária foi publicada em 1895 em três jornais famosos da Polônia e, em 1896, encartada na forma de um livro. Há tradução em mais de 50 idiomas. [AUTOR PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1905| H. Sienkiewicz -- Romancista polaco nascido a 5 de maio de 1846 e falecido a 15 de novembro de 1916 na Suíça foi galardoado com o Prémio Nobel da Literatura em 1905. Estudou Direito Medicina e mais tarde História e Literatura na Universidade da Polónia mas não chegou a formar-se. Exerceu a profissão de jornalista e ao mesmo tempo escreveu novelas e contos. Foi editor do jornal|Niwa|e um dos fundadores da Fundação Mianowski e da Fundação Literária de que foi presidente.|Viajou por vários países incluindo a Itália de onde tirou inspiração para escrever o célebre romance|Quo Vadis?|(1895) que retrata os primeiros tempos do Cristianismo. Todas as suas obras estão cunhadas por um patriotismo puro e ardente que transparece também em Quo Vadis?, já que dois dos seus personagens principais, Ursus e Lígia, são polacos. A história foi várias vezes adaptada ao cinema destacando-se a realização de D'Annunzio em 1924 e a de Mervyn Le Ray em 1951 com a participação de Robert Taylor e Deborah Kerr. É também autor da Trilogia histórica 'A Ferro e Fogo'|Ogniem i mieczem|(1884) e da novela histórica|Krzyzacy : The Knights of the Cross or The Teutonic Knights|(1900), entre outras obras.|No dealbar da Primeira Guerra Mundial foi para a Suíça e fez parte do Comité Suíço de Ajuda às Vítimas de Guerra na Polónia. Após a sua morte o seu corpo foi trasladado para a Polónia apenas oito anos depois e encontra-se sepultado na Catedral de S. João em Varsóvia. --- |Henryk Sienkiewicz. In Infopédia. ==== [Nero Sings!] https://youtu.be/pBIswXv28GI https://pt.wikipedia.org/wiki/Quo_Vadis_(livro) https://en.wikipedia.org/wiki/Quo_Vadis_(novel) https://en.wikipedia.org/wiki/Quo_vadis? https://tvtropes.org/pmwiki/pmwiki.php/Characters/QuoVadis

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    Jossi Borges06/04/2015Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Clássico!!!

    Um livro muito bem escrito, eu diria que é um dos grandes clássicos do cristianismo, ao lado de "O Manto de Cristo", "O Segredo do Reino" (Mika Waltari) e "Moisés" (Howard Fast). Hoje, quando o cristianismo novamente e por outras vias, está sendo perseguido, reler estes maravilhosos clássicos históricos é não só uma maneira de reviver a história de Cristo e daquilo que Ele ensinou, mas de compreender como e por que essa crença tanto perturba uma parcela da humanidade. Naturalmente, a "parcela" a que me refiro é a dos esquerdistas, muito mais que a de outros povos e culturas. Este livro foi um marco na minha vida: um retrato vívido da velha Roma pagã e cujos governantes viviam imersos em uma vida dissoluta. Um retrato dos povos diversos, da cultura romana que impregnava o mundo. E sobretudo, um retrato da fé cristã que principiava a dar os primeiros passos. Lígia é o retrato dessa fé nascente: pura, tímida, delicada, porém forte e pronta para enfrentar o mundo, se fosse necessário. A linguagem é perfeita e os termos do latim (devidamente grafados e com notas explicativas) são um tempero a mais, que encorpa o texto e o aprofunda. Recomendo!

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