Quo Vadis ? (Coleção Elefante) - Adapt. de Afonso Arinos de Melo Franco

    Henryk Sienkiewicz, H. Sienkiewicz

    Ediouro / Tecnoprint
    1978
    144 páginas
    4h 48m
    ISBN-10: 8500817380
    Português Brasileiro

    Henryk Sienkiewicz recebeu o Nobel de Literatura em 1905 por esse livro que retrata os dramáticos episódios do *incêndio de Roma* durante o reinado de Nero: em breves traços, as personalidades marcantes da Côrte neroniana, como o sofisticado e irônico Petrônio; o perfil sedutor e frio de Popéa Sabina, a esposa de Nero; as manias de grandeza e os caprichos do Imperador; a ambiciosa crueldade de Tigellinus, prefeito da Guarda Pretoriana et al! [Personagens]: Lygia Calina, Marcus Vinicius, Aulus Plautius, Pomponia Graecina, Chilon Chilonides, Ursus, Eunice, Crispus, Acté, Cróton, S. Pedro Apóstolo, Paulo de Tarso, Miriam, Nazarius, Gaius Petronius, Nero, Poppaea Sabina, a Jovem, Marcus Salvius Otho (Otão), Lucius Annaeus Sêneca, Lucanus, Flavius, Galba, Nerva, Tigellinus, Epaphroditus... ==== [Nero Sings!] https://youtu.be/pBIswXv28GI https://pt.wikipedia.org/wiki/Quo_Vadis_(livro) https://en.wikipedia.org/wiki/Quo_Vadis_(novel) https://en.wikipedia.org/wiki/Quo_vadis? https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Grande_incêndio_de_Roma https://tvtropes.org/pmwiki/pmwiki.php/Characters/QuoVadis

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    Jossi Borges picture
    Jossi Borges06/04/2015Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Clássico!!!

    Um livro muito bem escrito, eu diria que é um dos grandes clássicos do cristianismo, ao lado de "O Manto de Cristo", "O Segredo do Reino" (Mika Waltari) e "Moisés" (Howard Fast). Hoje, quando o cristianismo novamente e por outras vias, está sendo perseguido, reler estes maravilhosos clássicos históricos é não só uma maneira de reviver a história de Cristo e daquilo que Ele ensinou, mas de compreender como e por que essa crença tanto perturba uma parcela da humanidade. Naturalmente, a "parcela" a que me refiro é a dos esquerdistas, muito mais que a de outros povos e culturas. Este livro foi um marco na minha vida: um retrato vívido da velha Roma pagã e cujos governantes viviam imersos em uma vida dissoluta. Um retrato dos povos diversos, da cultura romana que impregnava o mundo. E sobretudo, um retrato da fé cristã que principiava a dar os primeiros passos. Lígia é o retrato dessa fé nascente: pura, tímida, delicada, porém forte e pronta para enfrentar o mundo, se fosse necessário. A linguagem é perfeita e os termos do latim (devidamente grafados e com notas explicativas) são um tempero a mais, que encorpa o texto e o aprofunda. Recomendo!

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