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    Quo Vadis ? (Obras Prediletas) - Powieść z czasów Nerona

    Henryk Sienkiewicz

    Edições Paulinas
    1964
    347 páginas
    11h 34m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    4.5
    560 avaliações
    Leram835Lendo115Querem1152Relendo5Abandonos24Resenhas106
    Favoritos20Desejados1152Avaliaram560

    QVO VADIS: Romance do Tempo de Nero (1895/1896) '-' É um afresco majestoso em que o cenário da Roma Imperial dos tempos de Nero se anima e ganha vida com as suas orgias e violências a servirem de chão onde germina fecunda a semente do Cristianismo. . . O contraste entre o "Paganismo" e a Filosofia requintada pelo orgulho das elites do Império e o cristianismo humilde e fervoroso da Igreja de Pedro, pescador de Tiberíades e Apóstolo de Cristo. O autor recria, em breves traços, as personalidades marcantes da Côrte neroniana, como o sofisticado e irônico Petrônio; o perfil sedutor e frio de Popéa Sabina, a esposa de Nero; as manias de grandeza e os caprichos do Imperador; a ambiciosa crueldade de Tigellinus, prefeito da Guarda Pretoriana nos dramáticos episódios do Grande Incêndio de Roma, et al! [Personagens]: Lygia Calina, Marcus Vinicius, Aulus Plautius, Pomponia Graecina, Chilon Chilonides (Quilón Quilónides), Ursus, Eunice, Crispus, Acté, Cróton, S. Pedro Apóstolo, Paulo de Tarso, Miriam, Nazarius, Gaius Petronius, Nero, Poppaea Sabina, a Jovem, Marcus Salvius Otho (Otão), Lucius Annaeus Sêneca, Lucanus, Flavius, Galba, Nerva, Tigellinus, Epaphroditus... Uma bela narrativa histórica da Roma antiga, e de amor, «Quo Vadis?» retrata com fidelidade a vida cotidiana e as crenças da época, proporcionando ao leitor uma imersão profunda na cultura e na política romanas do Século I da Nossa Era. Além disso, aborda temas universais, como o amor, a fé, o poder; a corrupção e a possibilidade de redenção. Encontram-se descrições e cenas históricas detalhadas de Roma — antes e na época da propagação do Cristianismo — através das palavras e diálogos das personagens históricas que aparecem em cena na obra de H. Sienkiewicz. Roma, sob a alçada de Nero, representa o expoente máximo da civilização ocidental. Mas, sem o saber, representa também o mundo pagão agonizante, onde os valores do cristianismo começam a emergir. Destes dois polos nasce o confronto brutal que, em conjunto com o cenário majestoso da Roma antiga, serve de pano de fundo a toda a intriga de uma das mais conhecidas novelas históricas de todos os tempos. O autor evoca maravilhosamente um lugar e um período que ainda são cativantes para a imaginação atual, dos Fóruns ao Coliseu, dos salões de banquete às vilas de verão em Nápoles, dos sumptuosos palácios da aristocracia às cabanas dos pobres. «Quo Vadis?» apareceu em 1895, publicado em três jornais famosos da Polônia e, em 1896, a obra foi encartada na forma de um livro. Há tradução em mais de 50 idiomas. [AUTOR PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1905| H. Sienkiewicz -- Romancista polaco nascido a 5 de maio de 1846 e falecido a 15 de novembro de 1916 na Suíça foi galardoado com o Prémio Nobel da Literatura em 1905. Estudou Direito Medicina e mais tarde História e Literatura na Universidade da Polónia mas não chegou a formar-se. Exerceu a profissão de jornalista e ao mesmo tempo escreveu novelas e contos. Foi editor do jornal Niwa|e um dos fundadores da Fundação Mianowski e da Fundação Literária de que foi presidente. Viajou por vários países incluindo a Itália de onde tirou inspiração para escrever o célebre romance «Quo Vadis?» que retrata os primeiros tempos do Cristianismo. Todas as suas obras estão cunhadas por um patriotismo puro e ardente que transparece também em «Quo Vadis?», já que dois dos seus personagens principais, Ursus e Lígia, são polacos*. A história foi várias vezes adaptada ao cinema destacando-se a realização de D'Annunzio em 1924 e a de Mervyn Le Ray em 1951 com a participação de Robert Taylor e Deborah Kerr. É também autor da Trilogia histórica 'A Ferro e Fogo'|Ogniem i mieczem|(1884) e da novela histórica|Krzyzacy : The Knights of the Cross or The Teutonic Knights|(1900), entre outras obras. No dealbar da Primeira Guerra Mundial foi para a Suíça e fez parte do Comité Suíço de Ajuda às Vítimas de Guerra na Polónia. Após a sua morte o seu corpo foi trasladado para a Polónia apenas oito anos depois e encontra-se sepultado na Catedral de S. João em Varsóvia. --- [Henryk Sienkiewicz. In Infopédia]. ==== (*) Ligia Calina descende de um antigo povo bárbaro (os "Lígios, Lygii ou Lugii", na Europa Central, entre os rios Viadua (Oder) e Vístula, atual Polônia) — https://es.m.wikipedia.org/wiki/Lugii ==== [Nero Sings!] https://youtu.be/pBIswXv28GI https://pt.wikipedia.org/wiki/Quo_Vadis_(livro) https://es.m.wikipedia.org/wiki/Quo_vadis%3F_(novela) https://en.wikipedia.org/wiki/Quo_Vadis_(novel) https://en.wikipedia.org/wiki/Quo_vadis? https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Grande_incêndio_de_Roma https://tvtropes.org/pmwiki/pmwiki.php/Characters/QuoVadis https://classicalcarousel.com/quo-vadis-henryk-sienkiewicz/ https://www.supersummary.com/quo-vadis-a-narrative-of-the-time-of-nero/summary/ https://fictionpredilection.weebly.com/blog/-contemplating-quo-vadis https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Igreja_Domine_Quo_Vadis ==== '(...) Sienkiewicz was said to have been inspired to write the novel when visiting the Chiesa del Domine Quo Vadis, Rome, and the novel is strongly imbued with a pro-Christian sentiment, along with many detailed descriptions of the opulence and debauchery of Nero’s Rome. It is informative, exciting, and ultimately uplifting! '-'

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    Jossi Borges06/04/2015Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Clássico!!!

    Um livro muito bem escrito, eu diria que é um dos grandes clássicos do cristianismo, ao lado de "O Manto de Cristo", "O Segredo do Reino" (Mika Waltari) e "Moisés" (Howard Fast). Hoje, quando o cristianismo novamente e por outras vias, está sendo perseguido, reler estes maravilhosos clássicos históricos é não só uma maneira de reviver a história de Cristo e daquilo que Ele ensinou, mas de compreender como e por que essa crença tanto perturba uma parcela da humanidade. Naturalmente, a "parcela" a que me refiro é a dos esquerdistas, muito mais que a de outros povos e culturas. Este livro foi um marco na minha vida: um retrato vívido da velha Roma pagã e cujos governantes viviam imersos em uma vida dissoluta. Um retrato dos povos diversos, da cultura romana que impregnava o mundo. E sobretudo, um retrato da fé cristã que principiava a dar os primeiros passos. Lígia é o retrato dessa fé nascente: pura, tímida, delicada, porém forte e pronta para enfrentar o mundo, se fosse necessário. A linguagem é perfeita e os termos do latim (devidamente grafados e com notas explicativas) são um tempero a mais, que encorpa o texto e o aprofunda. Recomendo!

    39 curtidas

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    4.5 / 560
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    • 2 estrelas2%
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    Henryk Adam Aleksander Pius Oszyk-Sienkiewicz

    Henryk Sienkiewicz (1846—1916) foi um escritor polonês. Foi galardoado com o Nobel de Literatura de 1905. É considerado um dos mais brilhantes escritores da segunda metade do século XIX. Tornou-se conhecido por seus romances épicos, mas articulados sob a ótica de um indivídual. Há uso frequente do sentimentalismo e do humor absurdo, incorporados à representação do cotidiano. A sua obra mais conhecida é o clássico da literatura também adaptado ao cinema <i>Quo Vadis?</i> (1895), romance histórico baseado na Roma Imperial de Nero e que tem por tema a perseguição que se abateu sobre os cristãos após o Grande Incêndio de Roma. Morreu na Suíça, em 1916.

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