Cipreste Triste -

    Agatha Christie

    L&PM
    2014
    272 páginas
    9h 4m
    ISBN-13: 9788525430120
    Português Brasileiro

    A dona de uma mansão no interior da Inglaterra morre durante o sono, depois de padecer de uma longa doença. Enquanto a família ainda se recupera do golpe, uma jovem aparece morta nas redondezas. Quando a bela Elinor é incriminada mediante provas aparentemente irrefutáveis, Hercule Poirot é a única pessoa que pode provar sua inocência. Para chegar à verdade dos fatos, ele terá de travar um embate sem igual na justiça inglesa. Este é o primeiro romance de tribunal protagonizado pelo mais famoso personagem da Rainha do crime. Publicado em 1940, Cipreste triste foi escrito em plena Segunda Guerra Mundial, um período de intensa produção na carreira de Agatha Christie, que se tornaria um dos nomes mais célebres do século XX em matéria de histórias de tribunal imortalizadas no cinema.

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    Fabio Shiva08/03/2021Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Variações do "Whodunit"

    Uma das características fascinantes de Agatha Christie é como, ao longo de suas dezenas e dezenas de livros, ela vai desenvolvendo sutis variações do tema básico do “Whodunit”, o jogo de detecção que consiste em descobrir o culpado a partir das pistas que são apresentadas no decorrer da história. Assim é que temos, por exemplo, esse clássico jogo policial aplicado a um cenário de julgamento em “Testemunha de Acusação”, uma das melhores tramas de Agatha. Já em “Os Cinco Porquinhos”, outro livro muito querido pelos fãs, esse mesmo jogo é aplicado a uma situação em que temos um número bem reduzido de suspeitos. Penso que “Cipreste Triste” foi uma variação combinada desses dois temas: uma história que envolve um tribunal e com poucos suspeitos. A história é envolvente e diverte como sempre, embora eu tenha achado a solução do mistério meio óbvia, justamente pelo número reduzido de suspeitos. A trama, que é protagonizada por Poirot, renova ainda ao apresentar a cena da elucidação de forma fragmentada. Uma curiosidade a mais foi ter lido uma tradução no português de Portugal (provavelmente de antes do acordo ortográfico), o que gerou algumas estranhezas, sendo a principal delas o próprio instrumento do crime: “uma sanduíche envenenada”! “- O senhor deve ser um homem incrivelmente simples. Não vê que fácil me é mentir-lhe? - Não faz mal - disse placidamente Hercule Poirot. Ela ficou intrigada. - Não faz mal? - Não, porque as mentiras dizem ao interlocutor tanto como as verdades. às vezes até dizem mais.” https://comunidaderesenhasliterarias.blogspot.com/2021/03/cipreste-triste-agatha-christie.html

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