A cidade antiga - Estudo sobre o Culto, o Direito e as Instituições da Grécia e de Roma

    Fustel de Coulanges

    Livraria Clássica Editora
    1957
    479 páginas
    15h 58m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro

    "Da necessidade de se estudar as mais velhas crenças dos antigos para bem se conhecerem as suas instituições"...

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    Doney Corteletti Stinguel23/03/2022Resenhou um livro
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    Lista de Livros: A Cidade Antiga, de Fustel de Coulanges

    Parte I: “Grécia e Roma apresentam-se-nos com um caráter absolutamente inimitável. Nada do que é moderno lhes é semelhante. E no futuro nada poderá ser-lhes semelhante.” * “Felizmente, o passado nunca morre por completo para o homem. O homem pode esquecê-lo, mas continua sempre a guardá-lo em seu íntimo, pois o seu estado em determinada época é produto e resumo de todas as épocas anteriores. Se ele descer à sua alma, poderá encontrar e distinguir nela as diferentes épocas pelo que cada uma deixou gravada em si mesmo.” * Mais do blog Lista de Livros em: https://listadelivros-doney.blogspot.com/2022/02/a-cidade-antiga-parte-i-de-fustel-de.html XXXXXXXXXXXXXXXXXX Parte II: “A mentira procura sempre imitar a verdade.” * “O homem não se liberta facilmente das opiniões que uma vez o dominaram.” * Mais em: https://listadelivros-doney.blogspot.com/2022/02/a-cidade-antiga-parte-ii-de-fustel-de.html XXXXXXXXXXXXXXXX Parte III: “Assim, em tempo de paz como em tempo de guerra, a religião intervinha em todos os atos. Achava-se presente em toda parte, como que envolvendo o homem. A alma, o corpo, a vida privada, a vida pública, os banquetes, as festas, as assembleias, os tribunais, os combates, tudo estava sob o império da religião da cidade. A religião regulava todas as ações do homem, dispunha todos os instantes de sua vida, fixava todos os seus hábitos. A religião governava a criatura humana com autoridade tão absoluta, que nada lhe escapava.” * “Seja qual for a forma de governo, monarquia, aristocracia, democracia, há dias em que a razão é que governa, e outros em que é a paixão. Nenhuma constituição jamais suprimiu as fraquezas e vícios da natureza humana. Quanto mais minuciosas as regras, mais elas acusam que o governo da sociedade é difícil e cheio de perigos. A democracia não podia durar senão à força de prudência.” * Mais do blog Lista de Livros em:

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