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    A Cidade Antiga (A Obra-Prima de Cada Autor) - Texto Integral

    Fustel de Coulanges

    Martin Claret
    2002
    432 páginas
    14h 24m
    ISBN-10: 8572324232
    Português Brasileiro
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    Fustel de Coulanges (1830 - 1889) é um historiador francês que ocupou a cadeira de História da Idade Média na Sorbonne e dirigiu a École Normale Supérieure. Sua Obra-prima é "La Cité Antique" (1864), onde explica o estudo do passado como um encadeamento lógico dos fatos, elaborando assim um método científico. Nesse estudo, Coulanges apresenta a história civil do mundo greco-romano centralizada toda no culto aos mortos. A Cidade Antiga é um livro de leitura obrigatória.

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    Doney Corteletti Stinguel23/03/2022Resenhou um livro
    1 (Ruim)

    Lista de Livros: A Cidade Antiga, de Fustel de Coulanges

    Parte I: “Grécia e Roma apresentam-se-nos com um caráter absolutamente inimitável. Nada do que é moderno lhes é semelhante. E no futuro nada poderá ser-lhes semelhante.” * “Felizmente, o passado nunca morre por completo para o homem. O homem pode esquecê-lo, mas continua sempre a guardá-lo em seu íntimo, pois o seu estado em determinada época é produto e resumo de todas as épocas anteriores. Se ele descer à sua alma, poderá encontrar e distinguir nela as diferentes épocas pelo que cada uma deixou gravada em si mesmo.” * Mais do blog Lista de Livros em: https://listadelivros-doney.blogspot.com/2022/02/a-cidade-antiga-parte-i-de-fustel-de.html XXXXXXXXXXXXXXXXXX Parte II: “A mentira procura sempre imitar a verdade.” * “O homem não se liberta facilmente das opiniões que uma vez o dominaram.” * Mais em: https://listadelivros-doney.blogspot.com/2022/02/a-cidade-antiga-parte-ii-de-fustel-de.html XXXXXXXXXXXXXXXX Parte III: “Assim, em tempo de paz como em tempo de guerra, a religião intervinha em todos os atos. Achava-se presente em toda parte, como que envolvendo o homem. A alma, o corpo, a vida privada, a vida pública, os banquetes, as festas, as assembleias, os tribunais, os combates, tudo estava sob o império da religião da cidade. A religião regulava todas as ações do homem, dispunha todos os instantes de sua vida, fixava todos os seus hábitos. A religião governava a criatura humana com autoridade tão absoluta, que nada lhe escapava.” * “Seja qual for a forma de governo, monarquia, aristocracia, democracia, há dias em que a razão é que governa, e outros em que é a paixão. Nenhuma constituição jamais suprimiu as fraquezas e vícios da natureza humana. Quanto mais minuciosas as regras, mais elas acusam que o governo da sociedade é difícil e cheio de perigos. A democracia não podia durar senão à força de prudência.” * Mais do blog Lista de Livros em:

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    Numa Denis Fustel de Coulanges

    Nascido em Paris, de uma família da Bretanha, depois de estudar na École Normale Supérieure, foi enviado para uma escola francesa em Atenas. Em 1853, dirigiu algumas escavações em Chios e escreveu uma nota histórica sobre a ilha. Depois de seu retorno, ele desempenhou vários trabalhos educacionais, e adquiriu título acadêmico de doutor com duas teses: Quid Vestae cult us in institutis veterum privatis publicisque valuerit e Polybe, ou la Grèce conquise par les Romains (1858). Nestes trabalhos, ele destacou as qualidades que já havia revelado. Seu minucioso conhecimento da língua grecorromana e instituições, juntamente com baixo apreço das conclusões dos estudiosos contemporâneos, levou-o para ir direto para os textos originais, o que ele lê sem viés político ou religioso. Quando, porém, ele havia conseguido extrair as fontes de uma ideia geral de que a ele parecia claro e simples, que atribuía-se a ela como se a verdade para ela própria, empregando dialéctica das mais penetrantes, sutil e até mesmo em seu caráter paradoxal dedução das consequências lógicas. A partir de 1860 até 1870 ele foi professor de história na faculdade de letras em Estrasburgo, onde ele teve uma brilhante carreira como professor, mas nunca cedeu à influência exercida pelo alemão das universidades no domínio das antiguidades clássicas e germânica.

    8 Livros
    15 Seguidores

    Numa Denis Fustel de Coulanges