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    Alice - Nao mais que de repente

    Bernardo Kucinski

    Rocco
    2014
    192 páginas
    6h 24m
    ISBN-13: 9788532529251
    Português Brasileiro
    3.5
    51 avaliações
    Leram66Lendo5Querem75Relendo0Abandonos1Resenhas3
    Favoritos4Desejados75Avaliaram51

    B. Kucinski é assinatura literária do jornalista e cientista político Bernardo Kucinski, finalista dos prêmios Portugal Telecom, São Paulo de Literatura e Machado de Assis com o romance K., e autor de vários livros premiados de não ficção. Estreia do autor na Rocco, Alice: não mais que de repente é um romance policial ambientado na mais prestigiada universidade brasileira. Entre os muros da USP, um crime inconfessável é o ponto de partida para uma trama labiríntica em que um bem construído elenco de personagens – da vítima à mente criminosa, do delegado investigador ao professor chocado, todos com suas fragilidades, vaidades, medos, erros e acertos – forma um conjunto extremamente humano e simbólico da sociedade.

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    nico ni24/07/2024Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Estou apaixonada por esse livro, considero o melhor livro que li esse ano!! Como um livro pode ser tão intrigante, leitura rápida, cativante, um texto bom, conclusivo, nunca pensei que leria uma novela policial tão interessante. Pode ser que por eu ser uma nerdola tenha gostado do desenrolar, de como aconteceu, da mente brilhante por trás disso, mas pensar que a Alice era tão perspicaz que até em seu leito de morte ela sabia o que tinha acontecido consigo mesma. Foi tão natural a história, por ser um livro curto, você pode até não se apegar tanto aos personagens, mas todos são característicos, a introdução de cada um deles, de cada informação faz você mudar de lado e criar cada vez mais teorias. Estou fascinada por essa história.

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    3.5 / 51
    • 5 estrelas20%
    • 4 estrelas25%
    • 3 estrelas39%
    • 2 estrelas12%
    • 1 estrelas4%
    Bernardo Kucinski profile picture

    Bernardo Kucinski

    Bernardo Kucinski (São Paulo, 1937) é um jornalista, escritor e cientista político brasileiro. É colaborador do Partido dos Trabalhadores e professor da Universidade de São Paulo, onde ministra a cátedra de jornalismo internacional, entre outras. Trabalhou como assessor da Presidência da República durante o primeiro mandato de Luís Inácio Lula da Silva. Possui graduação em física pela Universidade de São Paulo (1968). Militante estudantil durante o regime militar, foi preso e exilado. Retornou e entrou para os quadros da USP na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo em 1986. Em 1991, obteve grau de doutor em Ciências da Comunicação pela USP com tese sobre a imprensa alternativa no Brasil entre 1964 e 1980. Ganhou o Prêmio Jabuti de Literatura em 1997. No período de fevereiro de 2003 a junho de 2006 foi Assessor Especial da Secretaria de Comunicação Social (SECOM), da Presidência da República. Aposentou-se como professor titular da Universidade de São Paulo, junto à Escola de Comunicações e Artes – Departamento de Jornalismo e Editoração.[1][2][3] Devido ao regime militar que havia se instalado no país, mudou-se para a Inglaterra após participar do mapeamento da tortura no Brasil, em duas reportagens publicadas na Veja. Em Londres, entre 1971 e 1974, foi produtor e locutor da BBC, correspondente de Opinião e depois da Gazeta Mercantil, dedicando-se ao aprofundamento de sua formação em economia. De volta ao Brasil em 1974, participou da fundação dos jornais alternativos Movimento e Em Tempo (do qual foi o primeiro editor, em 1977). A partir de então, trabalhou como editor de commodities da Gazeta Mercantil e foi correspondente do jornal The Guardian, da revista Euromoney, e do boletim Latin America Political Report, todos periódicos londrinos, e de Lagniappe Letter, newsletter novaiorquina, além de produzir cadernos especiais para a revista Exame. Também participou da revista Ciência Hoje, da SBPC (Sociedade Brasileira Para o Progresso da Ciência).[2][3] Em 1986 entrou para os quadros da USP, como professor da Escola de Comunicações e Artes. Em 1991, apresentou sua tese de doutoramento, Jornalistas Revolucionários – Nos tempos da imprensa alternativa, um estudo mapeando cerca de 150 periódicos surgidos entre 1964 e 1980. Em 1997 ganhou o Prêmio Jabuti de Literatura com o livro Jornalismo Econômico (1996), resultado de sua tese de livre-docência e do pós-doutorado realizado em Londres. As Cartas Ácidas eram pequenos relatórios diários a partir da leitura crítica da mídia e enviadas para o candidato à Presidência da República em 1998, Luiz Inácio Lula da Silva. Em 2002, com a vitória do candidato do PT, se torna assessor especial da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, cargo que deixou em 2006. Sua estreia na ficção, com o livro K. - Relato de uma Busca, possibilitou-lhe chegar como finalista dos prêmios São Paulo de Literatura e Portugal Telecom de 2012.

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    São Paulo, Brasil

    Bernardo Kucinski