Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições16
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas135
    • Leitores8270
    • Similares16
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    No Caminho de Swann (Em Busca do Tempo Perdido #1) -

    Marcel Proust

    Biblioteca Azul
    2012
    536 páginas
    17h 52m
    ISBN-10: B008Y2QKG4
    Português Brasileiro
    4.3
    1583 avaliações
    Leram2552Lendo737Querem4634Relendo21Abandonos326Resenhas135
    Favoritos5Desejados4634Avaliaram1583

    Esta reedição pela Editora Globo de Em busca do tempo perdido, obra capital de Marcel Proust, um dos maiores escritores do século XX, é de grande importância para seus velhos e novos amantes. No caminho de Swann, o primeiro volume, saiu em 1948, magistralmente traduzido por Quintana. Esta nova edição ultrapassa as anteriores porque foi cuidadosamente preparada. Revista por Olgária Chaim Féres Matos, traz prefácio, cronologia, notas e resumo de Guilherme Ignácio da Silva e um valioso posfácio de Jeanne-Marie Gagnebin, professora de filosofia da PUC-SP.

    Edições (16)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover

    Similares (16)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (135)Ver mais
    Skooblover picture
    Skooblover18/06/2009Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Uma epifania que só o tempo trás

    Essa resenha é puramente pessoal. Seu intuito é quase como o de traçar um mapa, de delinear um caminho, de evocar (eis portanto, a palavra!) o que o tempo perdido e reencontrado, pode trazer. Talvez seja ousadia minha colocar o que vou dizer a seguir: Tem-se que ter uma certa maturidade para se ler Proust. E talvez, mais do que maturidade,tem-se que ter um certo sofrimento e uma certa desilusão com as coisas dessa vida, como se as conhecessemos um pouquinho mais a ponto de poder sorrir ante a fugacidade das coisas, dos sentimentos tais como o amor, o ciúme, não que não sejam importantes, mas devendo ser vistos na sua real perspectiva. O que faz Proust, porém, diante disso? Espiona esses sentimentos, esmiuça-os, como se os estivesse dissecando no laboratório das lembranças perdidas. E com que finura, com que perfeição! Proust pega a chuva que cái,uma folha, um sorriso de menina, um homem atormentado pela escolha amorosa e presa de terríveis ciúmes e insegurança, e como um caleidoscópio de cores ora vibrantes, ora esmaecidas pelo tempo nos mostra toda uma riqueza descritiva, raramente atingida por um outro escritor. Não é somente o tempo perdido que o revisita e nos revisita, é muito mais. É uma menção elegante a determinado pintor, a um certo estilo arquitetônico, a uma Paris mergulhada numa nostalgia de folhas mortas e coches que atravessam as ruas noturnas molhadas; da beleza de mulheres que passeiam pelo Bois, discretamente veladas pelo tule dos chapeuzinhos que lhes escondem os olhos; da aristocracia e da burguesia cheias de regras de bom-tom e etiquetas, enfim, é preciso se esquecer o presente e transportar-se com todos os sentidos, para essa época em que o tempo perdido, encontra o leitor fascinado, como que embalado por uma litania e desejoso de aí permanecer.

    49 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.3 / 1583
    • 5 estrelas53%
    • 4 estrelas30%
    • 3 estrelas13%
    • 2 estrelas3%
    • 1 estrelas1%