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    Ensaios de Francis Bacon (Coleção Folha Grandes Nomes Do Pensamento #13) -

    Francis Bacon

    Folha de S.Paulo
    2015
    160 páginas
    5h 20m
    ISBN-13: 9788581932552
    Português Brasileiro
    3.6
    16 avaliações
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    Ministro de Estado (preso sob acusação de receber propina), autor de escritos utópicos e pioneiro na defesa do método científico, Francis Bacon (1561-1626) é um dos mais representativos espíritos de sua época -que foi também a de Shakespeare e do início do poderio marítimo inglês. Seus "Ensaios", curtos e densos, fogem bastante do modelo criado pelo francês Michel de Montaigne (1533-1592). Sem se entregar a confidências pessoais, avesso a digressões, Bacon estabelece um preciso e rigoroso padrão de escrita. Tratando de temas variados -como a amizade, os jardins, a riqueza ou a educação-, Bacon não perde de vista o seu senso de realismo político, num propósito de instrução prática para os poderosos de seu tempo que o aproxima do pensamento de Maquiavel. O que possa haver de sentencioso em seus "Ensaios" dura pouco, entretanto, graças à audácia de um pensamento capaz de fazer as mais surpreendentes aproximações e de exprimir verdades que ainda hoje mantêm seu gume praticamente intacto.

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    Wagner Paulin picture
    Wagner Paulin29/08/2017Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    A FORMIGA ...

    (...) A formiga é uma criatura sábia para sí, mas daninha a um pomar ou jardim. (...) in: BACON. Ensaios. São Paulo, Folha de São Paulo, 2015. (23- Da sabedoria em proveito próprio) pp 71.

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    Francis Bacon profile picture

    Francis Bacon

    Francis Bacon, 1°. Visconde de Alban,[1] também referido como Bacon de Verulâmio (Londres, 22 de janeiro de 1561 — Londres, 9 de abril de 1626) foi um político, filósofo e ensaísta inglês, barão de Verulam (ou Verulamo ou ainda Verulâmio), visconde de Saint Alban. É considerado como o fundador da ciência moderna. Desde cedo, sua educação orientou-o para a vida política, na qual exerceu posições elevadas. Em 1584 foi eleito para a câmara dos comuns. Sucessivamente, durante o reinado de Jaime I, desempenhou as funções de procurador-geral (1607), fiscal-geral (1613), guarda do selo (1617) e grande chanceler (1618). Neste mesmo ano, foi nomeado barão de Verulam e em 1621, barão de Saint Alban. Também em 1621, Bacon foi acusado de corrupção. Condenado ao pagamento de pesada multa, foi também proibido de exercer cargos públicos. Como filósofo, destacou-se com uma obra onde a ciência era exaltada como benéfica para o homem. Em suas investigações, ocupou-se especialmente da metodologia científica e do empirismo, sendo muitas vezes chamado de "fundador da ciência moderna". Sua principal obra filosófica é o Novum Organum. Francis Bacon foi um dos mais conhecidos e influentes rosacruzes e também um alquimista, tendo ocupado o posto mais elevado da Ordem Rosacruz, o de Imperator. Estudiosos apontam como sendo o real autor dos famosos manifestos rosacruzes, Fama Fraternitatis (1614), Confessio Fraternitatis (1615) e Núpcias Alquímicas de Christian Rozenkreuz (1616).

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