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    O Rei de Ferro (Os Reis Malditos #1) -

    Maurice Druon

    Bertrand Brasil
    2003
    266 páginas
    8h 52m
    ISBN-10: 8528610381
    Português Brasileiro
    4.2
    790 avaliações
    Leram1348Lendo32Querem868Relendo1Abandonos22Resenhas45
    Favoritos99Desejados868Avaliaram790

    Le Roi de Fer (Les Rois Maudits #1) — Depois da descoberta do romance histórico, magnificamente representado por Alexandre Dumas, muitos foram os escritores que tentaram, com maior ou menor êxito, trilhar os caminhos desvendados pelo mestre, aproveitando as preferências manifestadas pelo público por esse tipo de literatura. Entretanto, Maurice Druon conseguiu realizar o almejado sonho de apresentar a verdade histórica com todas as características de grande obra de ficção literária, utilizando para tanto uma equipe de renomados romancistas, cenaristas e historiadores. Maurice Druon conta majestosamente a história do Rei Felipe IV, O Belo, na França do século XIV. O Rei de Ferro é o primeiro volume da série Os Reis Malditos. Le Roi de Fer, premier volume du cycle "Les Rois Maudits", a pour figure centrale Philippe IV le Bel, roi d'une beauté légendaire qui régnait sur la France en maître absolu. Tout devait s'incliner, plier ou rompre devant l'autorité royale. Mais l'idée nationale logeait dans la tête de ce prince calme et cruel pour qui la raison d'État dominait toutes les autres. Sous son règne, la France était grande et les Français malheureux... “This is the original Game of Thrones.” -- George R. R. Martin. "The Iron King" (The Accursed Kings, #1) by Maurice Druon: — Accursed! Accursed! You shall be accursed to the thirteenth generation!” — The Iron King – Philip the Fair – is as cold and silent, as handsome and unblinking as a statue. He governs his realm with an iron hand, but he cannot rule his own family: his sons are weak and their wives adulterous; while his red-blooded daughter Isabella is unhappily married to Edward II -- an English King who prefers the company of men. A web of scandal, murder and intrigue is weaving itself around the Iron King; but his downfall will come from an unexpected quarter. Bent on the persecution of the rich and powerful Knights Templar, Philip sentences Grand Master Jacques de Molay to be burned at the stake, thus drawing down upon himself a curse that will destroy his entire dynasty…

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    Resenhas (45)Ver mais
    Antônio Augusto Fonseca Jr. picture
    Antônio Augusto Fonseca Jr.13/01/2009Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Vou começar essa resenha escrevendo simplesmente que dei nota só cinco para a série Reis Malditos porque não tem como colocar nada maior aqui. Se você alguma vez já falou alguma das seguintes frases em sua vida: - Eu gosto de história medieval. - Eu gosto de boa literatura. - Eu gosto de conspiração. Pronto... Se você alguma vez falou isso e ainda não leu Reis Malditos, é porque está passando por um estado espiritual miserável e perdeu toda a iluminação dessa obra. Exagero? Tá... pode ser... É uma das poucas vezes que você vai me ouvir falar que um livro me empolgou mais do que os do Bernard Cornwell. A série Reis Malditos é uma série de romances históricos composta de 7 livros. Começa com o Rei de Ferro, falando do rei Filipe IV, chamado o Belo. É o mesmo rei que deu uma pancada tão forte nos templários que até hoje tem gente chorando por causa disso. Eu, que sou fã dos templários, reconheço que esse rei foi uma figura incrível. O primeiro livro trata do julgamento de Jacques de Molay. Filipe IV era um exemplo do poder do rei medieval em ascensão. Quando o papa Bonifácio VIII causou-lhe problemas, o rei francês usou Guilherme de Nogaret para depô-lo e colocou em seu lugar um fantoche chamado Clemente V. Visto que tinha problemas com o Templo, Filipe passou uma rasteira tão bem dada nos cavaleiros que destruiu a ordem. É dito que Jacques de Molay teve sua vingança. Já na fogueira, ele amaldiçoou Filipe IV e Clemente V. Assim os dois morreram menos de um anos depois da morte do grão-mestre. A dinastia de Filipe IV e seus filhos seria extinta menos de duas décadas depois. Nesse período se situam os livros da série Reis Malditos. Acompanha-se a politicagem, os casamentos, os negócios da nobreza e ainda os costumes medievais com uma precisão tão grande que deixa qualquer historiador embasbacado. A literatura é tão bem escrita que dá vontade de devorar tudo de uma vez apenas. Maurice Druon ensina a escrever e dá uma aula a todos os escritores que querem um dia dizer que escrevem sobre conspiração. Conspiração existe é nos livros dele, com um tom de ironia tão afiado que só se não houver atenção só se percebe o corte quando passarem-se páginas e mais páginas. Os Reis Malditos são uma alternativa para se entender um pouco da política medieval, ao invés de se ler esses romances e livros baratos que começaram a surgir sobre os templários e coisas assim, pode-se ler esse livro para ver sobre a corrupção da Igreja medieval, a escolha insana dos papas e o que significava o poder real. Também nota-se quem na verdade era Filipe IV, que assou a ser demonizado depois que surgiu a moda dos templários. Sou fã do Templo, mas acho que todo historiador sério e também fã das ordens de cavalaria sabe que essa idéia de demonizar um rei importante e inteligente quanto Felipe é meio furada. Parece até a propaganda furada usada contra inimigos de guerra. Minha opinião é a de que ler Reis Malditos é um dever. Depois de o Rei de Ferro, vem o volume a Rainha Estrangulada, sobre a sucessão de Luís o Cabeçudo. O terceiro volume é os Venenos da Coroa, com um grau de tensão ótimo ao falar sobre a política de Luís X o Cabeçudo. Já a Lei dos Varões é o melhor, na minha opinião, quando fala de Filipe V. A Loba de França é o quinto livro e trata sobre Isabel, filha de Filipe IV e talvez a mais parecida com o pai. A história trata da luta para depor Eduardo II da Inglaterra. O sexto, a Flor-de-lis e o Leão dará início à Guerra dos Cem Anos.

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    4.2 / 790
    • 5 estrelas44%
    • 4 estrelas36%
    • 3 estrelas17%
    • 2 estrelas3%
    • 1 estrelas1%
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    Maurice Druon

    Em 1948, Druon recebeu Prêmio Goncourt por seu romance “As Grandes Famílias”. Entre 1955 e 1960, ele criou a série “Os Reis Malditos”, traduzida para vários idiomas. Mas o escritor tornou-se mundialmente célebre por sua única obra infanto-juvenil “O menino do dedo verde”, publicada em 1957. Em 1966 tornou-se titular da Academia Francesa de Letras e ocupou o cargo de secretário perpétuo dessa instituição de 1985 a 1999. Foi também Ministro da Cultura durante o governo do presidente Georges Pompidou, de 1973 a 1974.

    26 Livros
    121 Seguidores
    Paris, França

    Maurice Druon