Não importa o século, todo jovem poeta é entediado e debochado. Lira dos Vinte Anos apresenta Álvares de Azevedo como um típico representante geracional, seus poemas variam entre o tédio, a desvalorização, o medo da morte e a ironia. Há várias menções sexuais e a outras paixões, mas nada muito explícito. Seus versos são em sua maioria flexíveis, com ênfase ao rítmo, mas não necessariamente à rima e métrica. Pode parecer um pouco oscilante para os leitores mais acostumados a rigidez de poetas clássicos ou a total flexibidade dos modernos.









