Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições5
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas2
    • Leitores46
    • Similares1
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Noli Me Tangere (Touch me not) -

    José Rizal

    Penguin Classics
    2006
    480 páginas
    16h 0m
    ISBN-13: 9780143039693
    4.3
    4 avaliações
    Leram8Lendo1Querem36Relendo0Abandonos1Resenhas2
    Favoritos0Desejados36Avaliaram4

    The great novel of the Philippines In more than a century since its appearance, José Rizal's Noli Me Tangere has become widely known as the great novel of the Philippines. A passionate love story set against the ugly political backdrop of repression, torture, and murder, "The Noli," as it is called in the Philippines, was the first major artistic manifestation of Asian resistance to European colonialism, and Rizal became a guiding conscience—and martyr—for the revolution that would subsequently rise up in the Spanish province.

    Edições (5)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover

    Similares (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (2)Ver mais
    Henrique Luiz Fendrich picture
    Henrique Luiz Fendrich13/12/2020Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    José Rizal é o “Machado de Assis das Filipinas” não apenas por ser considerado o melhor escritor do país, tampouco porque faz um delicioso uso da ironia e sequer porque também tem notável erudição: há entre os motivos de comparação o fato de ambos só não serem considerados clássicos mundiais porque os olhos do mundo não estão voltados aos países desses dois autores. “Noli me tangere”, a obra-prima de Rizal, tem um pouco do Cervantes (os episódios cômicos), um pouco do Zola (a luta social), um pouco do Victor Hugo (a discussão filosófica), um pouco do Dickens (o drama das crianças) e até um pouco do Mark Twain no final do livro (a perseguição marítima). A esses elementos reconhecidos como clássicos o autor acrescenta a tinta local da história filipina, país de curiosa colonização espanhola, empreendida notadamente por religiosos, e faz uma obra essencialmente crítica aos costumes do seu país no final do século XIX. Com uma verve afiada, ele ousa por às claras muitos desmandos de políticos e sobretudo de religiosos na condução dos rumos do país (não à toa, os religiosos rugiram ferozmente à publicação do livro). São especialmente interessantes os momentos em que se discute a questão do ensino e, depois, a própria estrutura da sociedade filipina de então e a possibilidade de uma reforma. Muita coisa também se poderia aplicar à realidade brasileira, também vinda de uma colonização problemática, com efeitos que se sente até os dias de hoje. Aparentemente, o pensamento de Rizal varia entre Ibarra, que é o personagem principal da trama e que busca reformas sem revolução, Elias, um revolucionário protoanarquista, e ainda o filósofo da aldeia que, como costuma acontecer, é tachado de louco. As divergências entre eles parecem ser resultado também das discussões internas do próprio escritor. Fora de dúvida, em todo caso, é que ele tinha consciência do estado crítico do seu país e da necessidade de uma reforma da sociedade. Seu livro é um testemunho bastante eloquente da realidade do seu tempo e, também, da própria trajetória do seu escritor, que, visto como elemento perigoso, acabaria fuzilado aos 35 anos de idade. Esse livro foi escrito quando ele tinha apenas 25, o que mostra bem que se trata de um gênio precoce e, ao mesmo tempo, torna ainda mais terrível o crime de tirar a sua vida quando ainda tinha muito a produzir. Não é um livro perfeito, naturalmente, nota-se alguns problemas de construção, e alguns citam também exageros na trama, mas bem poucos de nós seriam capazes de produzir uma obra dessas aos 25 anos de idade. Ademais, é uma história tão movimentada, tão cheia de personagens e eventos interessantes, bonitos e engraçados, que a teledramaturgia está comendo bola em não adaptar isso para a televisão. Vale conhecer o livro e vale pesquisar sobre o autor, personagem multifacetado de vida intensa. PS: Ainda não existe em português, apenas espanhol e inglês.

    5 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.3 / 4
    • 5 estrelas25%
    • 4 estrelas75%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    José Protasio Rizal Mercado y Realonda profile picture

    José Protasio Rizal Mercado y Realonda

    José Rizal foi um escritor, poeta, oftalmologista, jornalista e revolucionário nacionalista filipino, o mais proeminente defensor de reformas nas Filipinas durante o período colonial espanhol e de sua eventual independência da Espanha. É largamente considerado um dos grandes heróis das Filipinas. É o autor de <i>Noli Me Tángere</i> (1886), <i>El Filibusterismo</i> (1891) e de uma série de poemas e ensaios. Foi executado em 30 de dezembro de 1896, por um esquadrão de soldados filipinos do Exército Espanhol. No lugar onde foi fuzilado, ao lado das muralhas do Forte Santiago, situa-se um dos maiores parques da Ásia, o parque Rizal, dedicado a ele em 1913, que é o pulmão da cidade e que conta com uma estátua de 15 metros de altura, erguida junto ao seu túmulo.

    2 Livros
    0 Seguidor

    José Protasio Rizal Mercado y Realonda