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    The Woman in the Dunes -

    Kobo Abe

    Penguin
    2008
    256 páginas
    8h 32m
    ISBN-13: 9780141188522
    4.2
    28 avaliações
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    Favoritos2Desejados23Avaliaram28

    Dazzlingly original, Kobo Abe's The Woman in the Dunes is one of the premier Japanese novels in the twentieth century, and this Penguin Classics edition contains a new introduction by David Mitchell, author of Cloud Atlas. Niki Jumpei, an amateur entomologist, searches the scorching desert for beetles. As night falls he is forced to seek shelter in an eerie village, half-buried by huge sand dunes. He awakes to the terrifying realisation that the villagers have imprisoned him with a young woman at the bottom of a vast sand pit. Tricked into slavery and threatened with starvation if he does not work, Jumpei's only chance is to shovel the ever-encroaching sand - or face an agonising death. Among the greatest Japanese novels of the twentieth century, The Woman in the Dunes combines the essence of myth, suspense, and the existential novel. Kobo Abe (1924-93) was born in Tokyo, grew up in Manchuria, and returned to Japan in his early twenties. During his life Abe was considered his country's foremost living novelist. His novels have earned many literary awards and prizes, and have all been bestsellers in Japan. They include The Woman in the Dunes, The Ark Sakura, The Face of Another, The Box Man, and The Ruined Map. If you liked The Woman in the Dunes, you might enjoy Albert Camus' The Plague, also available in Penguin Classics. 'A haunting Kafkaesque nightmare' - Time

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    Macos Augusto picture
    Macos Augusto28/02/2020Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Areias do absurdo

    Mistura perturbadora de claustrofobia, terror e surrealismo que permeia essa visão de mundo do autor. O professor Niki Jumpei decide passar suas férias perseguindo seu hobby de coletar insetos. Ele tem aspirações de descobrir um novo tipo de besouro, conseguindo assim uma pequena dose de distinção. Quando tais descobertas são feitas, Abe nos lembra que o nome do descobridor aparecerá nas enciclopédias de entomologia anexadas ao nome latino do inseto recém encontrado e lá, será preservado por quanto tempo a sociedade durar. O professor acredita que sua melhor chance de encontrar o besouro provêm do estudo de habitats incomuns, onde novas formas podem ter evoluído em adaptação ao ambiente alterado. Ele decidiu se concentrar em terrenos arenosos e assim, parte para um tipo diferente de férias na praia, com a rede de captura, frascos e produtos químicos necessários para sua busca. Acontece que Niki Jumpei será capturado e mantido, um espécime humano preso no mesmo ambiente em que ele esperava ser o colecionador. Com característica de sonho, reunindo elementos mais incongruentes e implausíveis em um história tão instável quanto as dunas que descreve, mas apresentada com rigor e atenção à simbologia que nunca cai em pura fantasia ou irracional. Os moradores locais se oferecem para colocá-lo em uma das casas nos buracos de areia durante a noite, onde uma viúva cuidará dele. Sem outras opções, ele aceita sua oferta e desce uma escada de corda até o fundo de um poço profundo. No dia seguinte, falta a escada de corda e o professor percebe que os aldeões não tem intenção de deixá-lo sair. Espera-se que ele ajude a viúva na tarefa de remover a areia que se acumula infinitamente em buracos onde os habitantes locais vivem. A mulher não mostra interesse em ajudá-lo a escapar ou em sair ela mesma. Quando ele se recusa a ajudar com a remoção de areia os moradores cortam o suprimento de água. Com o tempo, Jumpei é forçado a trabalhar mas ele continua tramando métodos para escapar. Ao surrealismo o autor impõe um racionalismo infalível, até uma atitude científica o que reforça a claustrofobia e a solidão do romance. A história traça paralelos com o esforço monumental da reconstrução do Japão após a segunda guerra mundial. Mas no lugar da moral da história nos deixa com apenas um espaço em branco. Foi adaptado para o cinema em 1964 com o mesmo título, marco máximo da new wave do cinema japonês, ganhou o premio especial do júri no festival de Cannes, o filme é muito melhor.

    2 curtidas

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    4.2 / 28
    • 5 estrelas32%
    • 4 estrelas57%
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    • 2 estrelas4%
    • 1 estrelas0%