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    Brideshead Revisited - The Sacred and Profane Memories of Captain Charles Ryder.

    Evelyn Waugh

    Penguin
    2002
    336 páginas
    11h 12m
    ISBN-13: 9780141182483
    4.2
    31 avaliações
    Leram47Lendo6Querem64Relendo0Abandonos0Resenhas1
    Favoritos0Desejados64Avaliaram31

    Brideshead Revisited is Evelyn Waugh's stunning novel of duty and desire set amongst the decadent, faded glory of the English aristocracy in the run-up to the Second World War. The most nostalgic and reflective of Evelyn Waugh's novels, Brideshead Revisited looks back to the golden age before the Second World War. It tells the story of Charles Ryder's infatuation with the Marchmains and the rapidly disappearing world of privilege they inhabit. Enchanted first by Sebastian Flyte at Oxford, then by his doomed Catholic family, in particular his remote sister, Julia, Charles comes finally to recognise his spiritual and social distance from them. Evelyn Waugh (1903-66) was born in Hampstead, second son of Arthur Waugh, publisher and literary critic, and brother of Alec Waugh, the popular novelist. In 1928 he published his first work, a life of Dante Gabriel Rossetti, and his first novel, Decline and Fall, which was soon followed by Vile Bodies (1930), A Handful of Dust (1934) and Scoop (1938). In 1939 he was commissioned in the Royal Marines and later transferred to the Royal Horse Guards, serving in the Middle East and in Yugoslavia. In 1942 he published Put Out More Flags and then in 1945 Brideshead Revisited. Men at Arms (1952) was the first volume of 'The Sword of Honour' trilogy, and won the James Tait Black Memorial Prize; the other volumes, Officers and Gentlemen and Unconditional Surrender, followed in 1955 and 1961. If you enjoyed Brideshead Revisited, you might like Waugh's Vile Bodies, also available in Penguin Classics. 'Lush and evocative ... Expresses at once the profundity of change and the indomitable endurance of the human spirit' The Times

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    Beatriz K picture
    Beatriz K20/01/2026Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    A tragédia da aristocracia…entendia

    Recentemente, vi uma influenciadora literária falar que existem tipos diferentes de livros: aqueles que você se diverte lendo, a experiência por si só te entretém, e outros que a recompensa é ter terminado a leitura, acumulado o conhecimento. Esse livro definitivamente é um exemplo desse segundo tipo, ou seja, uma leitura que estou satisfeita com o fato de ter finalmente lido, mas um tanto decepcionada com a experiência de leitura. Primeiro vou elogiar: O livro é como uma foto da época que retrata, fascinante ao mostrar a ruína do estilo de vida boêmio das altas classes inglesas pré-2a Guerra. A forma como a tragédia pessoal daquele microcosmo social reflete as mudanças ocorrendo em níveis macroscópicos é muito inteligente! O autor traz várias críticas que se aplicam até hoje à religião, hierarquia social e aristocracia. Minha parte favorita é quando Julia descreve o Rex, “He simply wasn’t all there..” partes de um ser humano porém incompleto, faltando humanidade, “vazio”. É assustador que tanto desse livro se aplica aos dias de hoje, homens como Rex estão por todos os lados, e famílias como os Flytes ainda existem. Acho que talvez por isso seja dificil ter empatia com os personagens e suas “tragédias”: em uma época que a desigualdade socioeconômica está maior do que nunca e que a aristocracia e o modo de vida “old money” voltaram a ser tão prevalentes e desejados, é difícil sentir pena dos super ricos alcoólatras… Agora as críticas. Parte de minha decepção definitivamente é culpa da expectativa que criei: achei que seria semelhante a Maurice ou outras histórias com essa vibe, ou seja, um livro introspectivo, focado nos personagens, cheio de subtexto gay com análise social do ambiente/período que retrata, o ambiente acadêmico e pessoal dos ricassos que frequentam Oxford. E em parte é sim, com certeza, mas o foco é muito mais no exterior do que interior dos personagens. Não é que o livro não seja introspectivo, pelo contrário, a narrativa é muito baseada no que os personagens sentem, acreditam, pressão social. Porém sinto que todos eles são apenas isso, representações de papéis sociais, não senti conexão com nenhum deles. O narrador é entediante, Sebastian é fadado à ruína de crescer privilegiado e sem responsabilidades, tornando-se um adulto sem futuro, Julia é presa pelas convenções sociais e sua religiosidade. Tudo isso tem valor e sentido, mas não foi o suficiente pra que eu simpatizasse com os personagens. A primeira parte do livro, que apresenta a situação toda, acaba sendo muito mais interessante do que a segunda. Parece que quando a amizade com o Sebastian acaba e ele some, o livro fica muito mais entediante (assim como a vida do protagonista, o que é uma reflexão inteligente, porém não entretém). Outra coisa que me alienou foi a escrita, cheia de referências da época e linguagem rebuscada, foi difícil entender tudo que acontecia num primeiro momento. Tenho mais pensamentos mas me perdi aqui então ta bom.

    1 curtida

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    4.2 / 31
    • 5 estrelas29%
    • 4 estrelas58%
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