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    The Wind in the Willows -

    Kenneth Grahame

    Aladdin
    1999
    305 páginas
    10h 10m
    ISBN-10: 0689831404
    3.8
    59 avaliações
    Leram97Lendo13Querem119Relendo0Abandonos8Resenhas5
    Favoritos0Desejados119Avaliaram59

    Since its beginnings as a series of stories told to Kenneth Grahame’s young son, The Wind in the Willows has gone on to become one of the best-loved children’s books of all time. The timeless story of Toad, Rat, Mole, and Badger has delighted readers of all ages for more than eighty years. Friendly Rat, mild-mannered Mole, wise Badger, and kind—but conceited—Toad all live on the banks of the Thames. While Mole and Rat are content to go out in a row boat or travel the roads in a caravan, Toad prefers the excitement of motor cars. He’s already wrecked seven! While his friends try to keep him out of trouble, his passion for cars eventually results in his being caught and kept prisoner in the remotest dungeon of the best-guarded castle in all the land. Somehow, he has to escape and get home but what will he find when he gets there? The Wind in the Willows is a book for those “who keep the spirit of youth alive in them; of life, sunshine, running water, woodlands, dusty roads, winter firesides.” So, wrote Kenneth Grahame of his timeless tale of Rat, Mole, Badger, and Toad.

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    jonasbrother16 picture
    jonasbrother1621/11/2024Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Um livro que nunca teria ouvido falar, se não fosse por recomendação de outros britânicos (acho até que uma das frases deste livro foi citada num dos livros de C. S. Lewis). Parece que é um clássico de leitura obrigatória na Inglaterra. A narrativa segue a tradição poética romântica dos britânicos da segunda metade do século XIX, mostrando o encanto pela natureza desde o título do livro, traduzido por aqui como "O Vento nos Salgueiros". No melhor estilo fábula, dá voz e personalidade aos animais, especialmente quatro: Mole (Toupeira), Rat (Rato), Toad (Sapo) e Badger (Texugo), cada um com um jeito bem característico e distinto. Mas demorou um pouco para eu compreender a estrutura da narrativa, pois primeiro parece que o motor da história é o súbito interesse de Mole em conhecer o mundo fora de sua toca. Porém logo a narrativa se difunde em diversas pequenas histórias, e o livro ganha aspecto quase como de coleção de contos. Mais para o fim, entretanto, outra guinada acontece: Mr. Toad, com seu temperamento solar, atrai todas as atenções e dirige a narrativa, como se ela fosse um dos carros pelos quais ele nutre uma paixão cega. É aqui que o livro realmente brilha, com o retrato da obstinação vaidosa do ilustre Sr. Sapo. Tudo isso sem nunca deixar de ser um deleite. A escrita do livro no inglês original derrama todo o conhecido charme da prosa britânica, com suas piadas sutis e insights profundos, mas sempre singelos, sobre a natureza das coisas. É impressionante ver como isso era lido por e para crianças de menos de 10 anos de idade, uma realidade completamente diferente de hoje em dia, quando se tenta proteger as crianças de qualquer desafio cognitivo. Um exemplo disto são pequenas piadas como esta, para expressar um cavalo que perde a compostura diante de uma situação inesperada: "The old grey horse, dreaming, as he plodded along, of his quiet paddock, in a new raw situation such as this simply abandoned himself to his natural emotions". Mas um exemplo ainda melhor disto é o episódio quando Mole e Rat encontram o deus Pã na floresta. Eis o diálogo: "Rat!" [Mole] found breath to whisper, shaking. "Are you afraid?" "Afraid?" murmured the Rat, his eyes shining with unutterable love. "Afraid! Of him? O, never, never! And yet -- and yet -- o, Mole, I am afraid!" Que perfeito retrato do sentimento do "Numinoso", para usar o termo que C. S. Lewis usava. E para crianças! O que será que aconteceu conosco? Enquanto muito se fala do que ganhamos com a Modernidade, livros como esse ajudam a entender o que perdemos.

    2 curtidas

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    Avaliações

    3.8 / 59
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