O caso da Vara

O caso da Vara Machado de Assis




Resenhas - O caso da vara


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Janaína 24/11/2020

Em O caso da vara, Machado de Assis nos faz refletir sobre um importante dilema moral: agir conforme nossa consciência ou tomar uma decisão apenas em benefício próprio? Sensacional!!!
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Vivi 21/10/2021

Uma história bem curtinha que retrata as estruturas de poder na sociedade. O protagonista Damião é enviado ao seminário por seu autoritário pai e de lá foge. E para ajudar a convencer seu pai a mudar de ideia pede ajuda a Sinhá Rita.
A narrativa mostra como é difícil depender do favor de pessoas ricas e poderosas. Como é difícil não poder desagradar essas pessoas, mesmo não concordando com as atitudes delas.
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Marcinhow 11/06/2021

A dor do outro...
Machado de Assis em mais um conto onde mais uma vez mergulha nas contradições do ato de ser humano.
Afinal, como reagimos em situações conflitantes, onde para me sair bem, preciso prejudicar alguém, pior ainda, quando esse alguém é uma criança inocente?
Conto curtinho que nos leva a uma longa reflexão dos nossos atos.
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Aline Zuim 26/06/2021

Machado, o que dizer?
Nesse conto podemos observar uma crítica aos costumes de uma sociedade que é muito conivente com os brancos ricos e que é displicente, agressiva com os negros, racista, que trata-os como ou pior que animais.
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kroth 04/01/2022

?
tive o prazer imenso de ouvir o conto pela voz da Isa, nada mais nada menos que machado de assis apesar de preferir outros contos dele
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Sofi 03/05/2021

esperava mais
por ser um dos mais famosos eu achei que seria mais interessante, com personagens um pouco mais complexo por conta da sinopse
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frances 24/03/2018

Castigos
A narrativa conta a história de Damião, que acabara que fugir do seminário, por não querer seguir a carreira escolhida para ele pelo seu pai, e perdido pelas ruas, tinha anulado a ideia de voltar para casa, já que tinha certeza que seria mandado de volta e sofreria um castigo, resolve ir até a casa da viúva Sinhá Rita, que ao ouvir sobre a infelicidade pela qual o garoto passava, resolve ajudá-lo.
Mandou um moleque chamar o tal Sr. João Carneiro, padrinho do garoto, na tentativa de que ele convencesse o pai de Damião sobre a sua decisão.
Em um esforço de aliviar a tensão, ambos, jovem e viúva, contam anedotas e riem muito com elas, até que Sinhá Rita, vendo Lucrécia, umas das criadas que estavam na casa costurando, desatenta ao seu trabalho prestando atenção no que dizia o rapaz, ameaçou a garota com uma vara ali presente, mas Damião jurou apadrinhar a menina caso a mesma não terminasse a tarefa.
O padrinho do garoto chegando ao local que foi chamado, se assusta com a decisão do menino e resiste muito até aceitar, por insistência de Sinhá Rita, a ir falar com o pai de Damião, boa parte disso, por também medo da reação do mesmo.
João Carneiro mandou por um escravo uma carta para a Sinhá, em que contava sobre a conversa com o pai do garoto, que tinha ficado furioso, mas que ele pediu ao compadre para o mesmo pensar durante a noite no caso e que no dia seguinte, iria novamente conversar com ele sobre o assunto, o que fez Damião desanimar-se ao lê-la.
Era hora de recolher os trabalhos, e a única criada que não tinha terminado foi Lucrécia, Sinhá Rita depois de ofender muito a garota, pediu ao jovem, por não querer soltar a menina, que pegasse a vara para castigá-la. No primeiro instante hesitou, porém sentia tanta necessidade de sair do seminário que optou por entregar o objeto para penalidade
Ana Paula Paim 06/04/2018minha estante
Ilustra as relações de dependências, favores e apadrinhamentos. Pobre Lucrécia, recebeu uma boa surra, apesar das promessas de Damião. Uma defesa fragilizada pelas relações sociais e de interesse.




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Ana Paula Paim 05/04/2018minha estante
Ilustra as relações de dependências, favores e apadrinhamentos. Pobre Lucrécia, recebeu uma boa surra, apesar das promessas de Damião. Uma defesa fragilizada pelas relações sociais e de interesse.




Bia 2°C 27/03/2018

A vara
Narrado em terceira pessoa, com menor preocupação em analisar psicologicamente os personagens, fato que não retira a profundidade abordada no relato. Temos aqui a crítica explícita ao interesse e egoísmo reinante nas posições sociais. Damião tem consciência que se interceder a favor da jovem escrava a salvará do desumano castigo imposto por Rita, contudo, não pode ir contra as convicções da senhora que estava lhe ajudando a sair do seminário. Por mais que haja comoção, dó e piedade em relação à Lucrécia, seu objetivo está acima de qualquer situação, o interesse subjetivo é somente o que importa. A mesquinhez do jovem é o reflexo de sua posição, tanto financeira quanto interior. Machado foi sensível às crueldades da escravidão, porém, declarou que o conto em questão não tratou da escravidão propriamente e sim da falta de princípios da classe social vigente perante perspectivas que visem apenas instâncias individuais. “Não há outro episódio na literatura pré-abolicionista brasileira que dê tão bem e de modo tão flagrante a vida da criança urbana escrava”. A submissão do padrinho em relação aos caprichos da amante, juntamente com a ousadia e autoritarismo feminino para a época, são fatores também merecedores de relevante olhar.
Ana Paula Paim 05/04/2018minha estante
Ilustra as relações de dependências, favores e apadrinhamentos. Pobre Lucrécia, recebeu uma boa surra, apesar das promessas de Damião. Uma defesa fragilizada pelas relações sociais e de interesse.





Livia.Oliveira 30/03/2018

vara (não) foi feita para bater nas pessoas
Um conto bem objetivo e bastante revelador. Nele, Damião foge de um seminário que estava por conta do seu pai, o qual insistia para ele seguir a cerreira de eclesiástica. Com isso, encontra ajuda e assim vai surgindo novos personagens. O que nos chama atenção é a menção de agressão vinda de Sinhá Rita para com a criada Lucrécia, se não terminasse as suas tarefas no tempo devido. Faltou um pouco de compreensão da Sinhá Rita, e o final foi realmente estrondoso para mim, pois pensei que Damião realmente iria protegê-la e não dar à Sinhá a vara para bater na menina. No entanto, é tão comum esse tipo de atitude: salvar a si mesmo antes do próximo.
Ana Paula Paim 04/04/2018minha estante
Muito bem! Quando lemos histórias tão humanas, com a presença de sentimentos tão universais muitas vezes a identificação é imediata, afinal, o egoísmo, os jogos de interesses e o individualismo são atitudes e sentimentos atemporais.




Vanessa.Santos 31/03/2018

Esse conto deixa um suspense, pois nao se sabe se Damião voltou para o seminário,mas o livro nos deixa uma reflexão muito boa. As vezes na vida a gente passa por situações tipo a do Damião mesmo que seja sem querer a gente fica na berlinda será q salvo tal pessoa ou deixo ela se ferrar para eu conseguir o que preciso? Ou será q abro mão do que eu desejo é salvo tal pessoa? São coisas que acontecem direto na vida das pessoas e Machado de Assis relata isso através do conto
Ana Paula Paim 06/04/2018minha estante
Muito bom! Excelente análise!




isa 24/01/2022

A omissão do Damião por conta de seu interesse pessoal pela ajuda da Sinhá Rita mostra o lado mais obscuro da nossa sociedade. O egoísmo e ambição fez Damião abrir mão de sua palavra e deixar a Lucrécia sofrendo só pra não perder o apoio da Sinhá.
Machado de Assis é um gênio! Seu olhar irônico e cético acerca da sociedade é impressionante.
Ótimo conto que me fez matar a saudade de Machado de Assis.
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Jaque 28/01/2022

Mais um conto pra pensar na vida
Todo mundo tem alguém... Todo mundo quer ajudar, mas está preso em suas próprias redes... Infelizmente, a vida é assim. Esse é mais um ótimo trabalho de Machado de Assis que, mesmo muito antigo, tem conceitos que podem ser aplicados aos dias de hoje.
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