O Homem Que Calculava

O Homem Que Calculava Malba Tahan
Malba Tahan




Resenhas - O Homem Que Calculava


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Guta 19/02/2018

Cativante.
O Homem que Calculava conta histórias simples, rasas e de fácil entendimento. Até mesmo nos problemas de matemática o livro oferece um espaço especial para explicar detalhadamente os cálculos e o raciocínio do nosso algebrista. E mesmo se você não quiser/conseguir entendê-los, não é necessário para o aproveitamento do livro e a continuidade.
Este é o tipo de livro gostoso de se aproveitar nas férias para dar uma relaxada na mente (sim, mesmo com muitos problemas de matemática! Você não precisa resolvê-los, só observar Beremiz desvendá-los e isso por si é relaxante também). Ou até mesmo como uma "pausa" entre livros com enredos pesados que exigem mais da mente e dos sentimentos do leitor.
Se uma coisa é certa neste livro - e você percebe de cara - é que Beremiz conseguirá resolver qualquer enigma que se coloca em seu caminho. Porém, claro, o suspense nunca foi o objetivo da obra de M.T.. O importante aqui é observar como ele consegue resolvê-los e aprender támbem.
Outros dois pontos que me fizeram apreciar mais ainda a obra foi a sua natureza didática e informática. Não só em matemática como também em história e estilo de vida dos árabes, sua cultura e sua religião. Agora, algo que me deixou particularmente encantada foi tamanha doçura do coração do nosso Algebrista. Sempre muito gentil e educado conseguia conquistar as pessoas em sua jornada, um verdadeiro exemplo a ser seguido de humildade e bondade também.
A maior lição que aprendi com Beremiz é de que nada vale tamanho conhecimento e habilidade sem um coração manso e aberto.
Ju 08/05/2018minha estante
Gente, me deu vontade de ler esse livro de novo! Eu comecei a ler por pressão do meu pai, e por isso impliquei - e porque era muito nova e odiava matemática (ainda que admitia que o livro não ficava chato por isso), por ser uma história que não é necessariamente uma trama de romance, e pelo proselitismo cristão. Aí larguei bem no comecinho. Mas vou reler só por sua causa!




J R Corrêa 08/02/2018

O Homem Que Calculava
O livro conta a história de Beremiz, jovem árabe que descobre uma enorme habilidade matemática ao pastorear ovelhas e calcular folhas de árvores. Ao encontrar o bagdali (natural de Bagdá) Hank Tade-Maiá, eles iniciam uma viagem a Bagdá. Ao longo da jornada, Beremiz vai conhecendo pessoas e lugares e solucionado diversas situações por meio de suas habilidades matemáticas: a partilha de 35 camelos por 3 herdeiros, a divisão de 21 vasos com conteúdos diferentes por 3 sócios, dentre outras questões.
O protagonista encontra muitas pessoas importantes e a todos impressiona com sua inteligência e a forma prática e simples de resolver questões relacionadas à matemática. Chegando a Bagdá, Beremiz cai nas boas graças do Califa e também se torna professor de matemática da jovem Telassim, cujo rosto ele não pode ver. Mesmo assim se apaixonam.
Após vencer brilhantemente um desafio proposto por sete sábios, Beremiz diz ao califa que deseja casar-se com Telassim. Para isso, é submetido a um último desafio: decifrar a cor dos olhos de um grupo de escravas, apenas ouvindo as suas declarações, que poderiam ser verdadeiras ou não.
Vencido o desafio, Beremiz se casa com Telassim, que já era cristã, e converte-se também ao cristianismo. Faz questão, no entanto, de ser batizado por um bispo que conhecesse a teoria de Euclides. Beremiz e Telassim vão morar em Constantinopla e têm três filhos.
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Cris 29/12/2017

Nota: 4,5.
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Letícia 20/11/2017

O livro O Homem que Calculava foi escrito por Malba Tahan, um professor, educador, pedagogo, matemático e escritor do modernismo brasileiro, publicado pela primeira vez em 1938, sendo este seu livro mais famoso.

A obra conta a história de Beremiz Samir, um calculista persa em um ambiente islâmico medieval, Bagdá no século XIII. Beremiz tem um encontro inesperado com um viajante de Samarra, Hank Tade-Maia, e acabam tornando-se parceiros de viagem. Hank descobre o talento de Beremiz com cálculos e fica intrigado e encantado. É ele o narrador das aventuras do calculista. Após algumas provas de suas habilidades, Beremiz fica rapidamente famoso em Bagdá, sendo requisitado tanto por pessoas comuns quanto por nobres.

O objetivo da história é mostrar como a matemática está presente em tudo na nossa vida e, sabendo utilizá-la, podemos tornar nossos problemas simples. O mais interessante nisso é que o autor consegue explicar de maneira fácil e bastante agradável para os leitores como o calculista chegou naquela resposta, acabando ensinando matemática de uma maneira bem diferente no decorrer da obra.

Outro ponto interessante também é a quantidade de informação sobre a cultura islâmica que vemos na história, tendo uma imersão na cultura muito gostosa de se ler. E a combinação disso com a parte da matemática só deixou a história mais interessante.

A única coisa que não gostei muito no livro foram os títulos dos capítulos. Alguns tinham tanta informação sobre o que iria acontecer que dava vontade até de pular o capítulo. Mas, tirando isso, a história é bastante envolvente.

Indico este livro para todos que gostem de novas descobertas (apesar de ser um livro bem antigo), já que é um tipo de história não muito comum. E para todos aqueles que gostem muito ou muito pouco de matemática, já que costumamos sempre pensar quando estamos estudando isso: “para que eu vou usar isso na minha vida?”, então, esse livro tem as respostas...

site: http://madminds.weebly.com/
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Suellen.Montenegro 25/10/2017

Fascinante!
O livro é envolvente e empolgante. Leitura indispensável mesmo para os que não gostam de números. Uma aula de lógica.
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Poliany 15/09/2017

Se você gosta de Matemática, leia o livro. Se não gosta... LEIA IMEDIATAMENTE!
Posso confessar aqui que não sou fã dos números? Acho que posso, né?! Antes que venham predadas, devo dizer que o ensino público teve uma grande parcela nesse desamor, tá!?
Por que tive interesse em ler este livro?! Justamente por não gostar de matemática! Vou explicar: A sinopse prometia uma visão diferente dos números, e isso atiçou a minha curiosidade. Li um capítulo, adorei, li outro, viciei. Que delícia poder entender, desfrutar e apreciar a geometria e as suas amplas áreas. Depois da leitura, meu apreço aumentou e desmistificou muitos preconceitos. O calculista é tão sábio, humilde e extremamente inteligente que a leitura se torna muito agradável e instrutiva. Você aprende não só a desvendar os enigmas, mas aprende sobre a vida e os seus desafios. Um livro que tem um "quê" de amor e intrigas. Ainda bem que não me deixei levar pela falsa sensação de que seria um livro massante e arrastado.
Por favor, leia!
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Lili 19/07/2017

Adorei!
Matemática e literatura andando em total harmonia. A história flui facilmente e os desafios matemáticos são surpreendentes, além do profundo conhecimento sobre a cultura mulçumana. Excelente!
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Paula.Gardini 01/06/2017

Minha opinião: Esse livro é maravilhoso, todo vovô deveria contar a seus netos essas maravilhosas historias. Aprendi muito apesar de não ser tão á vontade com a matemática quanto eu gostaria, mas as histórias de lógica e amor, a cultura muçulmana, àrabe e Indiana são lindas. Quando fui apresentada á princesa Tessalim, já concluí o final dela na história, amei as histórias sobre a filha do Báskara (lembra dele?), Arquimedes e Erastotenes (que eu não conhecia) . Só não concordo, mas respeito, a escolha do final da história. Se pensar bem, concordo sim :D , ninguém é obrigado a ser ou não cristão, independente da crença, que prevaleça o respeito e o amor ás pessoas que não pensam como nós. livro mil estrelas AHHHH, e as gravuras.... magnifississimas.
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Marieliton 25/04/2017

“A matemática é o alfabeto com o qual Deus escreveu o universo.” Pitágoras
Viajando para Bagdá, Hank Tade-Maiá encontra em seu caminho um jovem chamado Beremiz Samir. E desde esse primeiro encontro, Hank Tade-Maiá passa a narrar as proezas matemáticas do seu companheiro. Assim através de muitos problemas, até então de difícil solução, a sabedoria e a fama de Beremiz, o Homem que Calculava, só cresce.

Malba Tahan (heterônimo do professor brasileiro Julio César de Mello e Souza) apresenta uma obra literária bastante interessante e que conta como pano de fundo a o mundo árabe e a cultura islâmica para mostrar diferentes parábolas matemáticas. Tanto pra conhecer mais sobre a cultura daquele povo como a sua religião, esse livro é uma boa porta de entrada.

Durante a leitura, muitas vezes fiquei mais impressionado com as coisas relacionadas ao Islã do quê com os problemas matemáticos em si. E vejo isso como uma grande qualidade desse livro. Quem o pega pra ler pensando que vai encontrar apenas coisas relacionadas à matemática terá essa grata surpresa.

Como o foco do livro é apresentar a matemática como uma ferramenta pra solucionar os problemas das pessoas, o autor soube usar de uma narrativa bastante agradável e entendível para apresentar e explicar a solução desses problemas. Qualquer um, mesmo que não seja lá muito fã do assunto, vai entender tudo o que é apresentado no livro. Sem falar que as notas de rodapé e apêndices ajudam bastante pra isso.

E pra não dizer que nem tudo são flores nesse livro, me incomodou muito os títulos dos capítulos, muito longos e praticamente um resumo do próprio capítulo. E outro ponto negativo foi a forma como terminou a estória. Achei muito abrupta e merecia uma maior atenção.

Sou defensor que este tipo de obra deveria ser apresentado pelos professores de matemática aos seus alunos em sala de aula. Mostrar uma abordagem diferente da matéria ajudaria bastante àqueles que não se identificam com a disciplina. O mesmo vale para outras disciplinas. Apresentando as matérias usando livros, quadrinhos, filmes, séries, ou qualquer outro meio como referência, o aluno não ficaria preso apenas aos livros didáticos e ao conteúdo ministrado pelo professor, e isso proporcionaria um novo olhar pra aquela matéria.

No mais, O Homem que Calculava é um bom livro pra quem é fã de matemática, como também, pra quem tem curiosidade sobre a cultura islâmica. Pode ler sem medo pois a matemática mostrada aqui é bem sussa.
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Leo M 05/03/2017

Encantador...
Como um livro tão encantador, não é parte integral do currículo escolar?

Ainda no início dos anos 80, tive a sorte de ouvir estórias deste livro. Muito tempo passou até que tomei a decisão de comprar e ler este livro.

Em um país como o nosso, onde o saber é motivo de chacota, e as ciências exatas são vistas como bichos de sete cabeças, Malba Tahan é um jato revigorante de luz que revela inúmeras possibilidades latentes para iniciação a matemática.

Por isto pergunto novamente: Por que esta jóia, não é parte integral de nosso currículo fundamental de ensino?
Jade 25/06/2017minha estante
Realmente, nunca havia lido algo parecido antes...




Brunov 03/03/2017

Perspicácia a toda prova
É um livro inspirador, mesmo tendo uma história onde as demonstrações de habilidades, se de matemáticas fossem substituídas por físicas, seriam tediosas. Inspirador, de modo tal que faço gosto que minha filha o leia quando guria, por seus problemas, suas referências e proezas.

O protagonista é um Hércules da Matemática, só que mais isso, seu talento obsessivamente moldado nela, é apenas ferramental à sua sabedoria, com a qual se faz realmente notável entre todos que encontra.

O homem que calculava produzindo episteme, conhecimento científico, com nôus, uma boa medida moral.
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Sebashtian 03/03/2017

Pra quem gosta de um bom livro e matemática, é um prato cheio
Um livro romanceado(não no sentido amoroso, e sim literário) que contém alguns problemas de matemática inseridos. O autor é versado na cultura islâmica, e não esconde seu fascínio por ela, mesmo à criticando de maneira ácida em um ponto do livro.
O livro passa uma lição moral, que achei bem legal, de resignação e esperança perante os problemas, não matemáticos, que todos temos de enfrentar: os problemas da vida.
Estou interessado em ler um livro do mesmo autor, porém psicografado. Ou seja, ele escreveu após sua morte, enquanto espírito. Vou pesquisar e depois volto aqui para falar o nome.
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JR 02/03/2017

Entre histórias e calcúlos
O Homem que Calculava é a alcunha atribuída ao protagonista deste romance infanto-juvenil, Beremiz Samir. Dotado de uma impressionante habilidade matemática - e, porque não dizer, também filosófica -, Beremiz mostra que a matemática apresenta-se de uma forma bastante divertida e variada no cotidiano das pessoas, elucidando os mais variados enigmas matemáticos – de simples cálculos a operações complexas e de pura lógica.

O livro é uma narrativa de Hank Tade-Maiá, personagem secundário que encontra porventura Beremiz no deserto, o leva à Bagdá e o acompanha em sua estada por lá, relatando neste livro as aventuras de seu amigo. Está dividido em trinta e quatro capítulos, com notas de rodapé postas pelo autor e também dos editores explanando o significado de determinadas expressões. Esta edição conta ainda com um glossário e um apêndice.

Logo após encontrar Beremiz e fascinar-se com seu talento matemático e convidá-lo a seguir viagem para Bagdá, Hank e nosso protagonista encontram no caminho um grupo de irmãos que discutem a partilha de uma herança de camelos. Beremiz elucida a divisão de 35 camelos por três irmãos, o que causa admiração e gratidão no grupo.

Samir conta a história de sua vida. Um pastor de ovelhas, humilde que até conhecer Nhô-Elin – seu mestre -, ignorava os eruditos caminhos da matemática. De forma incrível, ele aprende desde a história até as áreas mais complexas da matemática utilizando como molde para seu aprendizado a própria natureza. Contando ovelhas, dia após dia, e com instruções de seu mestre, foi desenvolvendo habilidade de calcular qualquer montante a partir da observação e do emprego da lógica.

De pouco em pouco, passou a contar além de rebanhos inteiros, o número de folhas que possui uma árvore, quer seja em seu total ou por galhos. O número de pássaros que porventura voassem por sob sua cabeça, o número de tâmaras ainda nos galhos das árvores, enfim, cálculos homéricos, que a nós mostram-se tétricos, a Beremiz era entretenimento.

A redação do livro gira basicamente em torno das proezas matemáticas do Homem que Calculava que resolve antigos enigmas matemáticos e histórias, como, por exemplo, o surgimento do xadrez, o “x” da vida, as pérolas do rajá etc. Tem por base os costumes e as tradições árabes, os quais marcam o enredo do romance. Ao final, Beremiz acaba por casar-se com Telassim, filha de Iezid-Abul-Hamid, a quem “conheceu” por ventura de ensinar matemática.

O interessante deste livro, além do romance bem arquitetado em torno de lendas, costumes árabes e problemas matemáticos é a ligação que faz entre as ciências e a vida cotidiana. Com explanações simples, Tahan deu vida a um brilhante protagonista que mostra que a matemática apresenta-se trivialmente, resolvendo e criando problemas matemáticos com uma facilidade que faz com que o leitor passe a ver a álgebra como algo menos complexo do que de costume.

Percebe-se claramente que o objetivo de Malba Tahan ao dar vida a Beremiz era o de mostrar não somente que a matemática, como também, história, geografia, teologia e as demais áreas de estudo encontram-se em cada coisa ao nosso redor. Que a divisão disciplinar feita pelo mestre nas instituições de ensino existe somente ali, pois na natureza elas apresentam-se mescladas, dependentes uma da outra. Evidencia assim o que é tácito: o conhecimento é uma coisa só.

A escolha cultural do personagem não se fez ao acaso, visto que, os árabes, assim como os indianos (citados algumas vezes por Beremiz) possuem grande influência e contribuição na estruturação da matemática, embora esta tenha em sua origem a contribuição de vários povos antigos, como, por exemplo, os egípcios e os gregos.

Malba explora as mais diversas áreas da matemática, convidando ao leitor tentar elucidar questões ali propostas ou mesmo criar enigmas. Embora não tenha por objetivo ensinar lógica, esta é presente constante na trama de forma sutil.

Esta é uma obra atemporal, com valor pedagógico indiscutível, seja para a literatura brasileira ou para a matemática, visto que, trabalha o raciocínio do leitor e ensino da matemática através da ficção, trazendo curiosidades acerca da história e da ciência matemática. Embora destinado a um público jovem, trata-se de uma obra que certamente é aprazível a todos os públicos. Podendo ser assaz trabalhada em sala de aula dependendo do objetivo pedagógico do mestre, indiferentemente da disciplina.

Malba Tahan é o pseudônimo do professor de matemática Júlio César de Mello e Souza, autor de mais de quinze livros sobre os costumes e lendas do povo árabe dentre outros, todos com valor pedagógico. Foi um dos maiores divulgadores da matemática no Brasil. Nasceu no Rio de Janeiro em 06 de maio de 1895 e faleceu em Recife em 18 de junho de 1974. Graduou-se como engenheiro civil na Escola Politécnica e como professor na Escola Normal. Dentre suas 120 obras, podemos citar: “A Estrela Dos Reis Magos”; “Matemática Divertida e Delirante”; “A Arte de Ler e Contar Histórias” etc.

Minha Classificação: ► ♥♥♥ ◄

site: https://coliseunerd.blogspot.com.br/2017/03/o-homem-que-calculava-malba-tahan-julio.html
Olana - @aleituradehoje 19/03/2017minha estante
Ótimo... li a muitos anos e não me esqueço!


JR 20/03/2017minha estante
Por que as escolas não nos mostram livros assim.. Passei a infancia odiando livros devido as obrigações de leituras em portugues kkkkk


Olana - @aleituradehoje 20/03/2017minha estante
Né...




Felipe.Martins 27/01/2017

Fonte de cultura
Existem livros que somam bastante, não é atôa que "O homem que calculava" é um desses clássicos. Escrito pelo brasileiro Júlio César de Mello e Souza, professor de matemática, mas que usava o pseudônimo árabe Malba Tahan.

Malba Tahan conta as aventuras do matemático persa Beremiz Samir e seu amigo de aventuras Hank-Tade-Maiá.
Em cada capítulo, conhecemos um pouco mais de matemática, cultura árabe e religião.

Beremiz Samir, o personagem principal, é um calculista que usa a matemática e lógica para desvendar mistérios e resolver problemas.

Algumas das charadas do livro se tornaram tão populares que já devem ter lhe contado e pedido que você resolvesse.

Para quem tem interesse em um dos três assuntos, recomendo o livro!
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