O Último Desejo

O Último Desejo Andrzej Sapkowski




Resenhas - O Último Desejo


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Lucas T. Costa 21/12/2011

Para quem gosta de mitologia, fantasia e contos de fada, é um prato cheio.
Para quem gosta de releituras, muita ação e humor mordaz, é um prato transbordando!

O livro é excelente, o autor tem uma narrativa muito dinâmica -nas cenas de luta, sequências de ação e principalmente nos diálogos-, e ao mesmo tempo muito densa -nas descrições dos locais, por exemplo. Há ali linguajar bastante rebuscado, é verdade, mas também há passagens inteiramente coloquiais e até "contemporâneas" demais, o que, na minha opinião, apenas enriquece e deixa muito mais prazerosa a leitura.

O tal Geralt é uma espécie de Winchester especializado em monstros eslavos (afinal, ao que tudo indica é por aquelas bandas que se passa a história; o autor mesmo é polonês), em desenfeitiçá-los e, principalmente, matá-los. Geralt de Rívia faz parte de uma ordem não muito bem-quista chamada os Bruxos (ou The Witchers, como a maioria das pessoas conhecem por causa do jogo homônimo). Não muito bem-quista, digo, porque obviamente estes especialistas em bestas malignas são mercenários, e só matam/desenfeitiçam as criaturas mediante pagamento - ou assim deveria ser, mas vemos durante o livro que nem sempre é isso o que acontece. Tais bruxos são, o tempo todo, hostilizados pelas mesmas pessoas que os contratam e que são salvas por eles, mostrando que, na verdade, os verdadeiros monstros da história não são necessáriamente Strigas ou Quiquimoras.

Durante todo o livro se vê referências, às vezes descaradas, de alguns dos mais famosos contos de fadas, geralmente dos irmãos Grimm: Branca de Neve, Chapeuzinho Vermelho, Rapunzel, e até d'A Bela e a Fera, obviamente com um teor mais adulto e, por assim dizer, um pouco mais próximos dos contos originais.

O cenário em si é bastante rico, e os personagens são bastante cativantes. Com certeza alguns irão te fazer rir! E para quem é fã de fantasia lúgubre, medieval e, principalmente, quem é jogador de RPG, não pode deixar de ler!

Cinco estrelas com certeza.

E para quem curte este tipo de literatura, deixo uma recomendação de site: www.manuscritosdassombras.com.br/ - É um blog de contos sobrenaturais.

Abraços a todos.
Felipe 29/06/2014minha estante
Para todos que querem conhecer mais da história sobre Geralt de Rívia, segue a fanpage no facebook criada para falar dos livros: https://www.facebook.com/witcherbrasil


Fellype.Olinda 22/05/2015minha estante
Eu tenho uma dúvida. Eu estou lendo, estou na metade do livro. Mas ainda não consegui entender uma certa ordem cronológica nos capítulos. Como se o livro fosse a junção de vários contos, e não um romance. Não que eu não esteja gostando, pelo contrário. Mas em algum momento do livro ele irá seguir uma ordem cronológica? Ou realmente é só uma junção de vários contos?


Ti 12/06/2016minha estante
Sua resenha me convenceu... e o primeiro jogo também! hahaha


Marcelo.Vianna 18/09/2019minha estante
Exatamente Fellype.Olinda, são apenas contos sem vínculo um com o outro, exceto por estarem sendo contados cronologicamente.
Realmente Lucas, a escrita é muito boa e só não gostei das referências diretas aos contos populares. Sim, é interessante e muito bem explicado, mas sem criatividade. O autor tem capacidade de muito mais. Só por causa disto, este livro não merece mais que três estrelas.
Agora, se sua resenha foi pelo conteúdo de toda obra, concordo e até ressalto que o livro 2 tem contos bem mais criativos.




Priscila.Senna 11/04/2020

Leitura maravilhosa
Uma história muito envolvente e fascinante , você não consegue parar de ler, quer saber sempre o que acontece mais e mais, para os que ainda não assistiram a série recomendo ler o livro primeiro pra depois ir assistir, por que eu fui assistir primeiro e ler depois e agora tô com vontade de assistir denovo, eu assisti primeiro a série e comprometeu um pouco a leitura por que eu já sabia o que iria acontecer, mas a história continua sendo maravilhosa.
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umbookaholic 23/05/2020

um bom começo
recentemente mergulhei de cabeça nesse universo (jogo, série, livro, trilha sonora: tô mt investido nisso), logo, minhas expectativas estavam altíssimas pra esse livro. no geral eu gostei mt. gostei da escrita do autor, das referências aos grandes contos de fadas e etc., mas, acho q faltou "sustância". o passado (q são os contos, de fato) são realmente mt bons, mas o presente me soou confuso e insosso, sem muita clareza e coisas q me deixassem com vontade real de pegar os outros livros. confesso q vou pegar o volume 2 só pra ler mais contos (q são casos isolados da vida do Geralt).

ah, não tem nenhum personagem não-branco, lgbt e tá recheado de machismo
Daniela.Tomé 24/05/2020minha estante
ano de 1200, se prepare pra um festival de violência contra a mulher, xenofobia, agressão, ódio.. é uma saga baseada nisso


umbookaholic 25/05/2020minha estante
E a troco de nada, né? Tá foda


Talles 26/05/2020minha estante
Tenho que discordar. Está tirando conclusões precipitadas logo no primeiro volume e que se trata logo de contos.
A história do livro se passa num país de população praticamente branca (Polônia) e por se tratar de uma fantasia, logo tem os elfos e anões que sofrem bastante preconceito.
Quanto ao LGBT, precisa sair dos contos para chegar nessa temática. E as mulheres nessa história não são fracas mesmo havendo o machismo.


Daniela.Tomé 26/05/2020minha estante
é, é a cultura de lá né.. não tem como abordar todas as etnias num livro kk tem q considerar o local, a época..


umbookaholic 31/05/2020minha estante
Talles, li o primeiro livro e resenhei o primeiro livro. :)


umbookaholic 31/05/2020minha estante
Daniel, "lá" onde? De um lugar fictício, não é? Se ele pode pôr dragões e demônios na história, ele pode colocar personagens negros :)




Feu Franco de Yamesh | @feu_franco 21/06/2020

Fantasia das melhores
Avaliar apenas esse livro não será possível pra mim. Eu serei influenciado bastante por todas as experiências que tive com esse universo do bruxo. The Witcher 3 foi um dos melhores jogos que joguei na vida, entretanto, a série poderia ser bem melhor e no meio dessa dicotomia de sensações encontramos o primeiro livro de uma série gigante. O último desejo conta em contos a história do bruxo Gerald de Rivia. Historias intrigantes e mesmo que não pareça, interligadas. A cada conto vamos identificando as regras e os personagens naquela história e naquele mundo de forma espetacular. A escrita é intrigante e bem feita. A única coisa que me incomodou é que parece que todos os contos tem a mesma forma, começam do mesmo jeito, se desenvolvem do mesmo jeito e terminam do mesmo jeito. Como uma receita de bolo daquele universo. Mas isso não significa que seja ruim. O Livro é ótimo pra quem ama literatura fantástica.

Enfim, logo lerei as continuações. Recomendo.

(leiam Yamesh) :)
Erick Santos 21/06/2020minha estante
pensando em começar a ler, desde o fim da serie me interessei um pouco pelo mundo do bruxao Geralt!




Albarus Andreos 16/06/2011

O Último Desejo ou A Útima Frustração?
Desta vez venho uma missão difícil. Trata-se de O Último Desejo (Editora WMF Martins Fontes, 2011), do polonês Andrzej Sapkowski, um economista cuja carreira literária começou tardiamente em 1996, aos 48 anos, quando publicou alguns contos fantásticos na revista polonesa Fantastyka. Seu sucesso foi imediato, e ele logo emplacou a publicação da série do bruxo Geralt de Rívia, que já tem mais de um milhão e meio de exemplares vendidos e muitas críticas positivas na mídia, incluindo revistas como a Time americana (e não me perguntem como um estrangeiro que não ganhou um Nobel conseguiu publicar um livro de fantasia na terra do Tio Sam, porque isso é algo quase impossível de se pensar.

Pergunto-me: talvez este êxito se deva a genialidade de Sapkowski? Não creio, o livro não é tão bom assim. Não que seja ruim, muito pelo contrário, a noção de (alta) fantasia do autor é perfeita, não economiza magia e criaturas fantásticas; o vernáculo excelente, com um vocabulário muito rico e convincente, mas... Não penso o mesmo de sua narrativa (que aqui identifico como a habilidade que o autor tem de encadear os fatos e contar sua história).

Os títulos de cada capítulo pouco dizem sobre eles e seriam absolutamente dispensáveis. O primeiro do livro se chama A Voz da Razão 1 e pouca conta além de uma gostosa relação sexual. Onde tem voz e razão naquilo não consegui identificar. O enredo titubeia. A narrativa do conjunto da obra não é linear e no princípio achei que lia uma coleção de contos e não um romance único. Ok, não há nada de mal em não se ter uma história não linear, isso se você comprou um livro de contos e o autor tem habilidade em encadear as diversas partes do livro de tal forma que no final tenhamos um mosaico formado, que nos dá um panorama final bem definido e inteligível. Não é o caso.

Por outro lado, não aprecio muito estas características se tenho um romance nas mãos e as partes do livro parecem voar umas em direção às outras, pulando fatos menos importantes (mas que são conexões e fazem a continuidade da trama) que ligam estas diversas partes. Isso demonstra pouca habilidade do autor exatamente em fazer estas partes interessantes. Encher a linguiça também é questão de habilidade! Quem não tem, acaba tomando decisões como Sapkowski e simplesmente cortando fora estas partes. Em suma: cada capítulo parece estranhamente desencadeado do anterior e só conseguimos fazer ligação com o posterior com alguma dificuldade. Essa não-linearidade escolhida pelo autor, na minha opinião, prejudica o clima, inserindo rupturas na trama, e a trama, já que toquei no assunto, também não é lá muito boa.

Temos a história de um bruxo, Geralt, vindo de um lugarejo chamado Rívia, e ele é um caçador de recompensas. As coisas que ele caça são monstros! Uau! você diria, como eu mesmo disse quando li a sinopse de capa. Contudo a ideia empolgante e sugestiva não ajuda já que cada passagem é contada com tal falta de entusiasmo e com tanta mecanicidade que me pergunto se o autor sente emoções. Seria a diferença entre eslavos e latinos mostrando o quanto somos diferentes? Não que escreva mal, reitero, mas falta cor e um pouco de Hollywood à trama. Os monstros em cada cidadezinha são tão cotidianos que tiram aquela gostosa sensação de perigo e terror necessário a uma literatura do gênero, comumente associado a aparições bizarras babando gosmas verdes. O caçador de monstros caça as criaturas como um exterminador de insetos vem à sua casa acabar com as joaninhas do jardim, mesmo que este último acabe encontrando algumas aranhas peludas e escorpiões assustadores, de vez em quando. O que quero dizer, é que a facilidade com que o bruxo vai de um monstro a outro nos lembra um jogo de videogame em que o personagem mata centenas e centenas de criaturas bizarras tão elementarmente como se cortasse as unhas, em sequencia (aliás, como nos informa uma nota de quarta capa, este livro inspirou o game The Witcher. Dá para ver como...).

Geralt e um amigo, Jaskier, acabam, durante uma pescaria, encontrando um gênio e este causa um ferimento grave em Jaskier; Geralt vai até uma cidadezinha e conhece uma feiticeira, Yennefer, a mulher que viria a ser seu grande amor. Ela tenta capturar o gênio para servi-la e acontecem algumas coisinhas ali. Essa parte nos é contada em flashback, enquanto o enredo principal nos falava de como Geralt, após enfrentar uma estrige aqui e uma quiquimora acolá, volta a um reino onde não é bem vindo e os nobres locais querem sua partida, com direito a duelo etc. Ali existe um templo edicado a deusa Mellitele, onde uma sacerdotisa, Nenneke, é uma espécie e mãezona para Geralt; este revela a ela suas andanças e suas necessidades, ela o aconselha e ficamos assim. É um resumo um tanto quanto apressado demais, mas não há nada de muito excitante para contar mesmo.

Os personagens, por sinal, na maioria com nomes muito bons (os nomes são muito importantes para os personagens de fantasia, como já devem ter percebido), são apáticos e frios e dialogam interminavelmente. As passagens que eram para ser engraçadas não descolam nossos lábios nem para um risinho frouxo, as situações que deveriam prender a respiração, quando uma luta se trava entre um monstro e Geralt de Rívia, por exemplo, nunca acontecem. O ritmo é sonolento e os diálogos deveras rebuscados, faltando um pouco de graxa para dar mais agilidade, mas o vocabulário do autor é rico e delineado, suas descrições da fauna e das paisagens muito detalhadas, o que não acrescenta, por si só, calor, cheiro ou energia real aos personagens. As falas, longas demais, prejudicam a dinâmica. E quanto ao tal último desejo, que dá título ao livro, tenha dó! Chega a ser ridículo, para não falar da pouca criatividade.

Mas nem tudo é frustração. A inventividade do autor é fantástica! Cria situações e saídas para elas que são muito bem elaboradas. Ele consegue agregar um passado para o personagem principal que lhe dá substância e os personagens secundários vão, aos poucos, ganhando espaço e importância nos transcorrer dos fatos.

O autor conhece sua mitologia e se dispõe a contar uma boa literatura fantástica, mas não chega a realizar a tarefa de contar uma GRANDE saga. É mais humilde em suas pretensões e o resultado, na minha opinião, é igualmente modesto. O Último Desejo é um daqueles livros indicados para fanáticos por fantasia. Se seu dinheiro anda curto, deixe esta leitura para mais tarde e, quem sabe, sua vontade de ler o livro de Sapkowski aumente e as páginas deste livro possam ser mais agradáveis e não tão... humildes.
Tomasz 17/06/2011minha estante
Questão de gosto não se discute, de modo que se você acha os personagens apaticos e frios, o ritmo sonolento e os dialogos rebuscados, não tenho nada a comentar.
No entanto quero deixar bem claro algo que pela sua resenha ficou evidente que você desconhecia: embora a serie sobre Geralt de Rivia seja formada por sete livros, os dois primeiros (O ultimo desejo e A espada do destino) não são "livros", mas coletâneas de contos publicados inicialmente por Sapkowski em revistas que tratam de temas fantasticos. A saga propriamente dita começa somente com o terceiro livro (O sangue dos elfos).
Então por que, você ha de perguntar, os dois primeiros livros foram incluidos na serie? Para que os leitores possam entender melhor a saga, pois diversos personagens e diversas situações irão requerer um previo conhecimento de coisas que foram descritos nos contos.
Finalmente, o tal ultimo desejo não "chega a ser ridiculo", pois ele não se refere ao desejo carnal de Geralt por Yennefer, mas ao fato de somente na parte final do conto nos dermos conta de que quem tinha o real poder de fazer os desejos ao gênio era Geralt, e não Jaskier.


Zahl 25/06/2011minha estante
Olha só, ainda não li o livro, mas tenho críticas a fazer a resenha, pois claramente é de alguém que já leu o livro sem conhecer o universo de The Witcher e já com o intuito de criticá-lo.

1) Sobre não haver "emoção no combate com os monstros": Geralt é um profissional, uma matador frio, ele realmente é especialista no que faz. Se você se prendeu nisso, então perdeu o principal atrativo, o contexto. O maior atrativo é o contexto da história, dentro do estilo de Dark Fantasy, mostrando um realidade onde a moral é bastante duvidosa. Os monstros não são as criaturas feias que Geralt enfrenta, essas ele tira de letra, os monstros são outros. Se você não percebeu, pena...

2) Cara, você claramente não jogou nem Witcher, nem Witcher II: Assassins of Kings, então não tente ser jocoso com uma forma de narrativa que você ignora completamente. Ela foi aclamada por público e crítica como uma das melhores histórias e narrativas em um jogo, evocando escolhas de moral dúbia, difíceis, personagens mais cobertos de tons de cinza do que transparecendo a dicotomia bem/mal, e que tem como personagem principal um anti-herói.

Bem, se você não percebeu essas nuances, isso explica porque não gostou do livro, estava esperando a luta com o monstrinho.

P.S.: Criticar a linguagem rebuscada foi dose...


Monique 06/05/2013minha estante
Arrasou na resenha!
Você escreve bem demais (como se já não soubesse ¬¬).


Blackpantoja 29/09/2014minha estante
As vezes é chato ler uma boa resenha sobre um livro que não gosto , mais chato ainda é ler uma resenha ruim sobre um livro que gosto, nesse caso eu agradeço ter lido o livro antes de ler qualquer resenha...


Rita 15/04/2015minha estante
Realmente, gosto não se discute. Eu adorei o livro e considerei o autor muito bom escritor, e a tradução excelente. Como já foi comentado aqui os primeiros dois livros eram contos, e na publicação dessa saga foram inseridas os textos A voz da razão para encadeá-los. Vale a pena ler os demais livros. O sangue dos elfos, que é o volume 3 é muito bom. Sem ler esses primeiros o leitor perderá fatos muito relevantes: a importância de Yennefer, como Geralt se encarregou de Cirilla, porque Jaskier é uma pessoa de confiança.


Ti 12/06/2016minha estante
Boa resenha e agradeço aos comentários que explicam este fato: os dois primeiros livros são contos!


Vitor Assis 08/09/2016minha estante
Há de se comentar que, até hoje, no ano de 2016, cinco anos após a publicação desta tradução em português, bem como dos cinco livros seguintes que por enquanto estão compondo a saga, os editores não se deram conta de um erro crasso presente nas orelhas de cada um dos livros e que, inadvertidamente, refletiram-se no início dessa resenha: o de que o autor Andrzej Sapkowski iniciou sua carreira em 1996, sendo que este mesmíssimo livro, conforme detalhado na página de catalogação, é originalmente de 1993! O erro, evidentemente, é de digitação, pois o ano correto é 1986. Este é o ano em que se deu a publicação do primeiro de praticamente todos os contos dos dois primeiros livros da saga na revista polonesa Fantastyka. E, conforme foi esclarecido pelos usuários que vieram antes de mim, a obscuridade quanto à sequencialidade dos eventos descritos no livro é resultado precisamente do fato de que eles não foram publicados originalmente como parte de uma saga, tampouco eles constituem um romance. O autor reuniu todos aqueles contos que ele havia publicado anos antes naquela revista e adicionou as intercalações "A voz da razão" de modo a dar um pano de fundo coerente ao que se apresenta, então, ser lembranças de Geralt enquanto se recupera no templo. No segundo livro não há essas intercalações, porém os contos são cada vez menos dispersos, na medida em que se inicia aos poucos a trama que desencadeará em um romance pleno a partir do terceiro livro.




Yasmmim Jamilly 01/09/2020

The Witcher é incrível!!!
Um livro que me deixou muito feliz após a leitura. Personagens maravilhosos que faz a história ficar ainda mais fascinante.
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Ang | @lereuirei 07/03/2020

Melhor que a série
Como muita gente eu só fui pegar os livros da saga do Geralt pra ler depois que a assisti a série. Embora eles estivessem na minha lista a um tempo. E olha não me decepcionei em nada gostei muito mais dos personagens no livro, até porque você consegue sentir mais a personalidade deles, principalmente da Yennefer... Gostei mais das descrições da batalhas também, mas o que foi a cereja do bolo pra mim foram as referências aos contos de fadas, ali o autor me ganhou.
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Bruna 10/06/2020

O último desejo
Já tinha tentado ler esse livro antes, mas não tinha me cativado tanto. Mas agora eu gostei bastante do enredo, e principalmente dos personagens, porém ainda fiquei meio confusa em algumas partes.
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Taki 15/02/2020

Bom começo!
Para quem quer começar a se aventurar no mundo de The Witcher, recomendadíssimo!
Como também é um compilado de contos, quem não está acostumado com romance deve gostar bastante.
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Dika 24/03/2020

Diferente
Primeiro livro de contos q li, fiquei meio perdida quanto a organização, mas logo entendi e segui com a leitura, amei a história, muito instigante, sempre quero saber o q vai acontecer depois.
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Roberta Araújo 11/09/2020

Resolvi me aventurar pelos livros após ver a série, e não me arrependo de nada. Acompanhar a trajetória de Geralt é incrível, adorei todos os contos e gostei de ver que aqui a interação dele é muito melhor se comparado com o que fizeram na série.
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Lari 09/05/2020

Um olhar de quem leu por causa da série - não nego ?
Comecei a ler para entender melhor a série, e me satisfaz os detalhes que tem no livro, apesar de como de costume faltar coisas na adaptação, mas ainda fica em análise pelo fato da série contar com os dois primeiros livros. Detalhe o legal do livro é que é escrito em contos e certas sátiras a contos populares que a Disney vende MT bem.
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davidplmatias 04/02/2020

Entra para os Favoritos!
Uma ótima introdução do universo do Bruxeiro ao leitor novo! Adorei, o apanhado de contos constrói de forma concreta o personagem e o universo, já quero ler o próximo!
Jorge 04/02/2020minha estante
Quero!


Jorge 04/02/2020minha estante
Mas vou esperar o box que a editora tá prometendo para outubro.




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