Eu, O Desaparecido E A Morta

Eu, O Desaparecido E A Morta Jenny Valentine




Resenhas - Eu, O Desaparecido e A Morta


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Lud 01/02/2011

Interessante
Um livro com um desenvolvimento de enredo razoável, que segue a história a um nível lento e um tanto cansativo. A história de Lucas, um menino cuja a vida é tão simples e complicada como a de qualquer adolescente, que pode acabar encontrando quem se identifique.

Apesar dos pesares, das críticas, das ofensas, o final do livro decididamente compensou todo o "miolo". Com o passar do tempo, a trama se encaixa e as peças do quebra-cabeça se formam de tal maneira que não era esperado.

Eu quase desisti antes mesmo de começar, por causa das resenhas daqui. Chegando a metade do livro, entendi do que se tratavam e continuei mesmo assim. Não me arrependo de ter chegado até o fim.

Se você não é de criar muitas expectativas sobre um livro e ter a cabeça aberta para as decisões e caminhos que o autor segue, aconselho que leia, pois valerá a pena :)
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Amanda 05/05/2020

Título perfeito
O livro "eu, o desaparecido e a morta" da Jenny Valentine é aqueles livros com final surpreendente, nunca tinha imaginado que aconteceria o que aconteceu.
O narrador é o "eu", Lucas de 16 anos, que aparentemente possui uma mente muito agitada. Ele tem muitos pensamentos sobre as pessoas que o cercam, sobre "o desaparecido" e sobre "a morta". Ele é um garoto com inseguranças e muito preocupado com as demais pessoas.
"O desaparecido" é o pai de Lucas, que sumiu há cinco anos sem dizer nada, mas as pessoas não acharam isso estranho porque para Peter (pai de Lucas) era comum esse tipo de atitude e depois de uns dias voltar. "A morta" é Violet, uma senhora que Lucas encontrou em uma urna num ponto de táxi na madrugada de um sábado.
O livro começa com uma narração meio confusa, com muita informação sobre o momento presente e sobre as pessoas que envolvem a história. Mas, depois você começa a se acostumar em como é feita a narração e como as informações dadas sobre as pessoas se mostram relevantes para o presente, você começa a querer entender toda essa situação que envolvem essas três pessoas: "eu, o desaparecido e a morta".
Sobre o final surpreendente, eu só consigo falar (desculpe as palavras): P*T* QUE PARIU!!!! Eu realmente não esperava pelo que aconteceu.
De forma geral o livro é muito bom, e muito rápido de ler e dá vontade de ler novamente várias vezes. Não é um livro pensativo, com muita filosofia ou com um assunto dramático, mas ele te prende como se fosse um mistério. Eu recomendo!
PS: o título desse livro só entendido no final.

Frases:
"Suspeitei que eu estava inventando coisas, mas não importava. Já inventei um monte de coisas que eram importantes para mim [...]"
"Já disse antes - é o fato de não saber que te deixa maluco"
"Depois pensei em todo aquele lixo e em como aquilo fora precioso para outras pessoas, e logo o lixão inteiro se tornou aquela cordilheira de tesouros esquecidos e negligenciados que eu deveria observar como se fosse um falcão."
"Martha disse que talvez eu estivesse me apegando tanto aos objetos de papai porque talvez não tivesse tantas boas recordações dele para preencher lacunas."
" O pai de Martha leu um poema sobre como morrer era apenas se deixar levar e ser livre ou até mesmo nascer, e foi incrível porque era cheio de esperança e fez a morte parecer a coisa mais legal e mais relaxante do mundo. No poema estar morto não era o fim de tudo, era apenas deixar de ser que você era, com todos os incômodos e lembranças e ideias loucas que pesam demais quando se está vivo."
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Anne 19/04/2021

Misterio divertido e sensível
Eu adorei a maneira como a autora escreve. Amei como a gente se entrosa com o personagem principal. E a sensibilidade em que ela coloca em determinados momentos, como humanizar certas avaliações de Lucas a respeito dos outros personagens.
Recomendo bastante.
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mmarialleite 03/05/2021

Um livro razoavelmente bom, com um desenrolar interessante. A leitura é tranquila, quase infanto juvenil, eu diria; o final é muito bom, mas a autora poderia ter trabalhado mais nele, já que após a página 150 tudo ocorre rapidamente, como se houvesse pressa em terminar o livro.

Livro para ler "numa sentada".
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Vale 08/04/2021

Talvez uma segunda leitura mude minha opinião
Li tem muitos anos e, assumo, só comprei pq a autora tinha o meu nome (#egocentrica #valentinesunidasjamaisseraovencidas). Mas assim, o livro é bastante confuso e surpreendente de certa forma, pois tu nunca vai imaginar que existia uma história assim. Lembro de achar mal desenvolvida e com cenas desnecessárias, mas, por ter lido bem mais nova, provavelmente não interpretei muitas coisas da maneira que deveria, se um dia decidir reler talvez mude de opinião.
Não recomendo, desculpa Valentine.
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wednesday 22/10/2020

10/10
adorei, me prendeu e achei a história bem perturbada, mas mesmo assim boa?? o final foi ótimo, super recomendo
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Cris 03/05/2020

Razoável...
Não estava com muitas espectativas na história...
Achei lento, e meio chato no início... Mais não é que gostei da história apesar dos pesares! Kkk...
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Juliana Pires 03/09/2012


Toda vez que eu compro um livro, eu gosto de ter uma ideia sobre do que se trata, para não ter surpresas desagradáveis, e também por que eu sou curiosa, mais com esse livro foi diferente, por que quando o comprei – por conta do título diferente – eu não fazia ideia de nada, e eu me surpreendi bastante, por que eu não esperava pelo que encontrei.

Li em alguma resenha desse livro, que devido ao nome, é de se esperar que a história seja de terror, ou pelo menos um suspense, mas engana-se, a história trata do cotidiano de um garoto de 17 anos, que tem o pai desaparecido há cinco anos e que numa madrugada voltando para casa encontra Violet Park – a morta – na prateleira de uma agência de taxi.

Descobrimos que a família de Lucas mudou radicalmente há cinco anos, quando o seu pai desapareceu sem deixar vestígios, ninguém sabe se ele morreu ou simplesmente foi embora, para ele, o pai está perdido, sem poder entrar em contato, ele não consegue acreditar na alternativa do pai – seu ídolo – ter abandonado a família.

Já a sua mãe acha que o marido foi embora, ele não era a melhor pessoa do mundo, e apesar de Lucas nos apresentar um super pai pelas suas lembranças, vamos descobrindo através da mãe (que chega a confessar que na verdade quando entrou na igreja no dia do casamento ela desistiu da ideia, só continuou por que estava grávida) que na verdade ele idealiza um pai que nunca existiu, seu pai era completamente diferente daquele que ele lembra.

A parte da família de Lucas me deixou pensativa, por que quantas pessoas formam famílias por acaso, sem saber o que estão fazendo, idealizando uma coisa que nunca vai existir e acabam vivendo uma vida infeliz, fico imaginado se elas tivessem a oportunidade de voltar atrás e fazer diferente, será que mudariam tudo? Às vezes eu fico observando as pessoas e me dá uma vontade de fazer essa pergunta para algumas que sempre me parecem tão infelizes e amarguradas.

O confuso na história – pelo menos até a metade do livro – é quando por acaso Lucas acaba encontrando Violet Park, tudo aconteceu quando ele estava voltando para casa de madrugada, ao entrar em uma agência de táxi, ele a encontra pela primeira vez, e fica totalmente fixado nela, o dono da agência lhe diz que ela esta lá há uns cinco anos, desde quando a urna foi esquecida por alguém em um táxi, e ninguém veio reclamá-la.

Essa parte é confusa por que ficamos perguntando, qual é o problema desse garoto, fixado em uma urna esquecida numa agência de taxi? Eu confesso que também ficaria instigada com a história, mas não a ponto de roubar a urna com a ajuda da minha avó.

Desde a primeira vez que ele viu Violet Park, parece que ela o segue para onde quer que ele olhe - em algumas passagens parece até que Violet fala diretamente com Lucas, e você se pergunta aonde isso vai dar - e ele chega à conclusão de que Violet quer lhe dizer alguma coisa, algo totalmente surpreendente.

Apesar de parecer uma história sobrenatural, não é, a verdade é que toda a referência que ele encontra sobre Violet, o empurra para uma verdade inevitável, algo que ele nunca gostaria de acreditar, algo que todos ao seu redor parecem ter consciência, mesmo não sabendo de fato.

O final é excelente, eu fiquei totalmente contemplativa, pensando na vida, no universo e tudo mais. Algumas pessoas podem não gostar tanto, por que apesar de termos uma conclusão, a autora deixou espaço para se perguntar, será possível? O que me deixou pensando ainda mais em: será que algumas pessoas, se tivessem a chance, mudariam as atitudes que a levaram a ter a vida que tem?

http://sobremimemeumundo.blogspot.com
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gleicepcouto 19/09/2012

Literatura juvenil despretensiosa e sensível
http://murmuriospessoais.com/?p=4305

***

Eu, O Desaparecido E A Morta (iD) é o primeiro livro da escritora britânica Jenny valentine. A obra ganhou o Guardian Children's Fiction Prize. Além desse título, a autora já lançou Broken Soup (iD), The Ant Colony, The Double Life Of Cassiel Roadnight, além de uma série de contos infantis.

Nesse livro, Jenny nos apresenta a Lucas Swan: um garoto londrino de 16 anos, cujo pai desapareceu sem deixar rastros há 5 anos e ninguém, exceto ele, parece se importar com o fato. Sua mãe Nick, sua irmã Mercy e seu irmão Jed levam a sua vida tentando se refazer desse evento fatídico. Lucas porém, tem dificuldades, ainda fica matutando no que pode ter acontecido com seu pai e se recusa em deixar as coisas dele para trás, como roupas e acessórios.

Sua vida continuava no mesmo círculo vicioso, até que um dia, na estação de táxi, viu uma urna. Perguntou do que se tratava e quando lhe responderam que ali dentro havia cinzas de uma pessoa e que alguém a tinha esquecido em um táxi, virou uma questão de honra para Lucas saber quem estava ali dentro e encontrar a pessoa que a tinha deixado para trás. O menino só não tinha em mente que essa busca revelaria muito mais do que ele imaginava. Encontraria não só as respostas para a urna, mas algumas próprias.

Que história fofa e original e gostosinha de se ler, gente. Lucas é um menino adorável e tudo na trama se encaixa de forma doce e sensível.

Culpa da autora, claro. A narrativa de 1ª pessoa de Jenny é bem articulada e nem um pouco exagerada. Realmente temos a impressão de que estamos dentro da cabeça de um garoto londrino de 16 anos, com todos os problemas característicos da idade. E convenhamos, alguns até loucos demais.

O surrealismo de trabalhar em cima de uma urna que contém cinzas de uma mulher que ele sequer conheceu e ligar isso à vida pessoal do menino, cujo pai desapareceu, é ousado, mas muito bem conduzido. O que poderia ter virado uma loucura só, Jenny conseguiu fazer com que se tornasse verossímil.

É gostoso observar Lucas lidando com as mudanças em sua vida, sua família e coração de modo peculiar. Ele te faz pensar em A, mas lá na frente, percebemos que era tudo carcaça dele e, na verdade, era B. Ou seja, acompanhamos passo a passo o processo de autoconhecimento do menino.

Jenny consegue manter o suspense até o final direitinho e então junta todas as peças do quebra cabeça de forma que nenhuma fica de fora. Dá gosto de ler um livro juvenil assim: genuíno, simples, divertido, mas com conteúdo.

O trabalho da iD na parte gráfica interna ficou muito bacana. Só tenho duas objeções em relação à editora. Primeiro, a capa. Acho que não atinge o público ao qual se destina. Segundo, o título. Em inglês, em uma tradução literal é 'Procurando Violet Park'. Nem preciso dizer que tem mil anos luz de coerência a mais do que o título usado pela editora.

Mas enfim, o que conta mesmo é a história e nisso, a escritora acertou. Eu, O Desaparecido E A Morta é despretensioso e cativante. É o tipo de livro que você não espera nada dele e quando dá por si, já está apaixonada.

Autor(a): Jenny Valentine
Editora: iD
Ano: 2010
Páginas: 183
Valor: $20 a $30
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Leticia 31/08/2021

Livro muito bom.
Há um tempo que eu não conseguia ler livro nenhum,aí um dia desses peguei ele,que estava há muito tempo parado na estante,e começei a ler,não imaginava que fosse gostar tanto,me identifiquei muito com várias coisas no livro.
Ele devolveu minha vontade de ler.
Gostei muito!
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Linhas Grifadas 19/07/2020

Você começa a ler e pensa que é só um livro de um menino que encontra uma caixa com cinzas de uma mulher morta e que fica se lamentando por tudo que está acontecendo na sua vida, mas no de perder do livro a história tem uma reviravolta que me deixou impressionada.
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Cris Paiva 05/10/2015

A leitura não me atraiu muito. Demorei pra engrenar, e é um livro de leitura rápida, se pegar firme dá ler o livro todo em cerca de 2 horas.
Várias coisas me incomodaram: o papel manchado, que incomodou minha miopia. A falta de uma história, e o blábláblá interminável de assuntos aleatórios.
A parte do mistério propriamente dito é resolvido rapidinho, da metade do livro em diante todas as peças passam a se encaixar em sequencia e pronto!
Acho que vale a pena como uma diversão, pra desestressar a cabeça, ou se você tiver no máximo 17 anos. Mais que isso fica chatinho.
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Yeye 07/08/2019

Eu, o desaparecido e a morta
Uma história curtinha, pouco mais de 100 páginas, mas que te faz pensar na vida e em como nós podemos ser egoístas.
Bom, talvez em outro momento da minha vida, ou até mesmo agora, se eu reler vou achar um grande besteirol mas dois anos atrás eu estava me afundando em mim mesma e devorar esse livrinho me fez tão bem que mesmo doando eu ainda lembro de cada parte dele.
Recomendo demais, principalmente em tempos difíceis. Uma historinha calma com o tiquinho de cada emoção, o suficiente pra acalmar.
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Ana 23/10/2012

Um livro de reflexão
Talvez este seja um livro que você ache monótono demais, chato demais, sem sal demais. Entretanto essa não foi a experiência que eu tive. O livro é muito bom e mesmo que não tenha ação, a leitura é rápida e fluida, até porque o livro é bem fino e tem a narrativa bem leve.
Algumas coisas que me incomodaram, para retirar meia estrela da classificação foram alguns erros de digitação e gramática (poucos, talvez dois ou três no decorrer da leitura) e o efeito de "página amassada", que apesar de muito bem feito da parte da editora, dificultava a leitura em algumas horas. Todavia deixando estes problemas de lado, o livro é ótimo.
Foi lançado há bastante tempo, não sei bem quando lançou no Brasil, mas lá nos EUA foi antes de 2007. (Já que na contra capa diz que ele foi indicado a prêmios em 2007 lá nos Estados Unidos), mas não influi muito na leitura, já que só foi lançado há cinco anos.
Apesar de muitas vezes eu ler livros sobrenaturais (na verdade 90% de todos os livros que eu li na vida) e preferi-los ao invés de livros de pessoas comuns, me interessei pela história deste, e o escolhi pensando realmente que haveria fantasmas na história (o que de fato teve, mas não de um jeito que imaginamos quando se fala de fantasmas Aparecendo bem na sua frente, como se fossem pessoas só que meio transparentes ou brilhantes).
O livro é aquele tipo de livro que você se identifica de primeira, seja com todas as questões e situações apresentadas ou pelo menos uma (no meu caso foram várias). Você realmente sente os rancores, a tristeza e os sentimentos do personagem principal, Lucas, um garoto/homem que já passou da fase da adolescência (ou está no final, não fica bem claro), que leva a vida desde os dez anos sem o pai, que está desaparecido desde então, e encontra uma urna em uma agencia de táxis em Londres, que dentro tem as cinzas de uma senhora chamada Violet Park (não vou explicar mais coisas para não virar spoiler).
Devo dizer que não é um livro animado e cheio de ação, mas pra mim é isso que de alguma forma o torna especial, já que nem sempre a nossa vida é animada ou cheia de coisas acontecendo, simplesmente problemas que temos que enfrentar todos os dias.
Para mim, este livro é totalmente único, já que nunca vi um livro com uma história parecida até o momento, e gostei muito. Não imaginava que ia gostar tanto de um livro como gostei desse, é aquele tipo de livro que lemos quando estamos querendo esquecer nossos problemas, ou simplesmente para passar o tempo.
O fim do livro é meio "no ar" de uma certa forma, e me lembrou Dom Casmurro (por conta da traição, ou não traição de Capitu no livro de Machado de Assis) mas a autora de "Eu, o Desaparecido e a Morta", ao contrário daquele, deixa o caminho da resposta sobre o desaparecimento do pai de Lucas, Pete, rascunhado a lápis.

Veja o post completo no blog Garotas Literais
http://garotasliterais.blogspot.com.br/2012/10/resenha-literal-eu-o-desaparecido-e.html
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Lu 26/09/2020

Meio meio
O final me decepcionou de certa forma. O final aberto foi tão desnecessário. Com certeza a forma com que a história se desenvolve é mais intrigante, apesar de não ter me agradado muito também. Houve tantos erros de desenvolvimento na minha visão...
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