A Batalha do Apocalipse

A Batalha do Apocalipse Eduardo Spohr
Eduardo Sphor
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Resenhas - A Batalha do Apocalipse


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Renato.Vasconcellos 27/04/2018

Um dos melhores livros de literatura fantástica já escrito, possivelmente o melhor no âmbito nacional. Fosse Eduardo Spohr um autor americanos, já teríamos filmes ou seriados programados para adaptar a magnífica Batalha do Apocalipse. Aqui acompanhamos a jornada de Ablon, um anjo renegado, expulso do paraíso por defender a humanidade do tirânico Arcanjo Miguel. Ao longa da aventura, aprendemos a História da terra vista de um ponto de vista fantástico e algumas vezes até onírico, enquanto o Eduardo constrói o alicerce do seu próprio universo ficcional. O ritmo da leitura é ardente como a aura pulsante do anjo renegado e nos deixa preso, quase sufocados, em cada reviravolta do enredo. Ademais, é maravilhoso ler as descrições do combate entre os anjos, demônios e outras figuras etéreas baseadas fortemente no aclamado Cavaleiros do Zodíaco. Leitura pra lá de recomendada.
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Camila 20/04/2018

Adorei e recomendo! - @livrosdacahcensi
O Gênero é FANTASIA / FICÇÃO.

O autor criou um universo fantástico com inspiração em seres bíblicos (aquele tema clássico de Arcanjo que odeia humanos por causa do livre-arbítrio, rebelião de castas, anjos sendo expulsos e a busca dos seres celeste na terra) e faz muitas menções religiosas quando ao desenrolar da história vamos conhecendo os vários personagens e sendo transportados para vários cenários da antiguidade.

O auge da história é a batalha final (a batalha do apocalipse), mas este é um daqueles livros que a própria viagem ao universo do autor já vale a leitura.
OBS: Tem romanceeeee!!!!! (isso foi quase um spoiler rsrs).

“A Batalha do Apocalipse não é apenas uma viagem pela história humana - é também uma jornada de conhecimento, um épico empolgante, repleto de lutas heroicas, magia, romance e suspense.”

" Acabamos por nos converter naquilo que tanto lutamos para que nossos inimigos não se tornasse: deuses de um mundo em cinzas".

Para quem gosta de fantasia, super recomendo a edição especial! O extra no final conta com ilustrações e descrição das castas, cenários e muitos mais. VALE A PENA!

Atenção! Se você não curte referências bíblicas ou referências que não seguem fiel a bíblia, não leia.

Pontos positivos
- Trama interessante.
- Personagens envolventes
- Leitura fluida e com trechos cativantes (as últimas 170 páginas li de uma única vez).
- Cenários com riqueza de detalhes.
- Trechos que surpreendem.

Pontos negativos
- No começo é um pouco difícil de gravar os nomes e detalhes dos personagens pela quantidade apresentada logo de cara.
- Tem bastante flashback “grandes” que se tornam uma outra história dentro da história e você as vezes até esquece onde estava quando sai do flashback.
- Alguns trechos são um pouco monótonos no início devido ao nível de detalhamentos.
- Tem algumas contradições nas referências temporais, mas isso até passa despercebido pela maioria (só notei porque sempre leio outras resenhas).
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Osmar 10/04/2018

Horrível
Sinceramente, tem muita leitura melhor do que isso. Perda de tempo.
Dih Schaberle 13/04/2018minha estante
Tbm odiei ! Parace uma biografia do Ablon né ?


Osmar 13/04/2018minha estante
Pior até. Mas recomendo a Saga do Bruxo de Rivia, estou viciado. Conta a história de um bruxo, ambientado na idade média, vale a leitura. ;)




Dih Schaberle 07/04/2018

Ruim!
Péssimo, mais parece uma biografia do Ablon do que um livro sobre o Apocalipse. O autor enrola demais, conta fatos que poderiam ser resumidos em algumas linhas em páginas demais. Não recomendo.
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Aline 07/04/2018

Lembre-se: É uma obra de ficção!

Um livro que me dividiu. Sinceramente.... não sei se gostei ou odiei. Na verdade, gostei de alguns aspectos e não gostei de outros.

A Batalha do Apocalipse conta a história, não apenas de um personagem, mas uma situação. Ele narra – com muita clareza – o céu. Narra brevemente o início de tudo, quando os angelicais foram criados por Deus e a batalha que se seguiu. Isto, muuuuito antes da criação do universo. Mas o foco do livro não é este período, é justamente o período da criação humana – o que seria o sétimo dia da criação de Deus. No cenário trazido pelo livro, após a criação dos seres humanos, Deus dormiu, tendo deixando em seu lugar o arcanjo Miguel. E ele segue dormindo... O problema é que Miguel não é tão bonzinho e sente muita inveja dos seres humanos.

E aqui eu preciso reforçar que se trata de uma obra TOTALMENTE ficcional que trabalha – não com teorias conspiratórias, como se poderia dizer de Dan Brown – mas com a CRIAÇÃO de uma cenário. Ninguém disse que Deus está realmente dormindo, pessoas! Este é só o cenário de uma ficção, como tantas outras existentes no mundo literário (ainda bem, né!). Me parece se tratar de um tema sensível, especialmente por causa da ‘violação’ da fé de cada um. Tenho certeza que o autor não pretendeu esta ‘violação’, apenas criou um mundo angélico (muito bem estruturado, diga-se de passagem).

Dito isto, o livro acompanha o anjo Ablon, que se insurgiu ante o desejo de Miguel de exterminar a humanidade e por isto foi expulso do céu e atualmente reside – onde, onde? – no Brasil, especificamente no Rio de Janeiro. Só que a história não se passa no RJ, mas sim no universo e em vários planos :)

De acordo com a crença existente no livro, Deus acordará no final do sétimo, que terminará com o Apocalipse. O livro narra, inclusive, a sete trombetas citadas pela Bíblia, a fim de anunciar o Apocalipse. Vale dizer também que o autor cria um mundo ficcional, onde a terceira guerra mundial, envolvendo países chaves do ocidente (Liga de Berlim) e oriente (Aliança Oriental), é o estopim do Apocalipse. Realmente, a história é bastante criativa e muito bem estrutura, embora SEMPRE ficcional.

O que eu mais gostei no livro foram os relatos históricos. De fato, a narração faz muitas regressões e mostra Ablon na época da Babilônia e da destruição de Sodoma. Mas acho que isto vem de um gosto pessoal, como eu gosto muito de história em geral, gostei bastante destas regressões.

Por outro lado, a linguagem utilizada pelo autor, a meu ver, não é uma linguagem comum, é mais rebuscada – mas nada que precise ser lido com um dicionário ao lado. É só que ela impede uma fluidez na leitura. E como os temas tratados são, muitas vez, difíceis de entender, realmente a leitura não flui.

No entanto, gostei bastante do cenário criado pelo autor e pretendo me aventurar pelos Filhos do Éden, mas não por agora.
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rafael.greicius 03/04/2018

Fantasia light
Livros de fantasia não são os meus favoritos. Até curto a ideia mas geralmente perco o interesse fácil e não consigo me conectar com o enredo, não conseguindo então "entrar no mundinho" do autor. O hobbit, por exemplo, eu achei massante e tenho medo de começar a ler O Senhor dos Anéis por causa disso.

Ainda assim, insisto em alguns livros desse gênero e esse do Spohr me persegue há anos mas sempre colocava de lado por algo melhor que eu tinha pra fazer, como contar os ladrilhos do banheiro ou ensinar minha cadela a acertar a porcaria do tapete sanitário dela.

No final de 2017 tomei coragem e decidi começar A Batalha do Apocalipse. Foram 4 longos meses em que passei lendo, com muuuuuuiiiitaaaaaa calma, essa obra do Eduardo Spohr.

Surpreendentemente eu achei a estória e o universo, propostos pelo autor, fantásticos e cativantes. Hoje que acabei o livro me pergunto: porque demorei 4 meses para ler o livro de cabo a rabo se eu estava curtindo? A única resposta que tenho é esse entrave que que eu tenho com livros de fantasia. O conceito do Apocalipse e das guerras, e a política sádica entre os seres celestiais são muito bem construidos ao longo do livro que junto nos traz personagens cativantes com os quais acabamos nos preocupando durante o desenrolar da trama. Como ponto fraco só poderia citar as vezes um excesso de explicações "for dummies" em alguns pontos, assim como um exagero no uso de sinônimos. Entretanto, por ser um autor em seu primeiro livro isso pode ser facilmente relevado pela inexperiência e insegurança que deve bater durante a ralação da escrita.

Aprovado! Agora que me desvirginei no Spohrverso, não vejo a hora de começar a trilogia Filhos do Éden
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Santos 31/03/2018

Acessem o ig: @universodeutopia
Universo de Utopia
17/03/16
A Batalha do Apocalipse - Eduardo Sphor

A Batalha do Apocalipse é um livro surpreendente que aborda sobre os anjos ( um tema que amo demais), principalmente anjos caídos. Quero relatar ainda meu vislumbre com a literatura nacional, pois acredito que ela deva ser muito valorizada e tem mostrado um grande potencial, esse autor com certeza é conhecido por muitos, tendo inclusive livros publicados na Europa.

A história é contada por Ablon, um dos caídos injustamente, o que é incrível, pois lemos a trama sobre a visão dele, no levando a lugares inimagináveis, sendo que uma pequena parte dela se passa no Brasil, especificamente no Rio de Janeiro.

Após Deus criar o mundo, conta a Bíblia que ele teria dormido, deixando o universo e o livro da vida por conta dos arcanjos (os quais o livro mostra que não são tão bonzinhos assim). Com o poder, esses anjos superiores foram tornando-se corruptos, o que levou a intrigas e vingança entre eles.

Havia uma grande parte dos alados que ainda eram fiéis aos dogmas divinos, motivo pelo qual eles caíram do ambiente celeste, em suas vidas terrenas a maioria foram caçados e mortos pelos arcanjos e seus capangas, passando assim boa parte do tempo fugindo e se escondendo.

Um dia Ablon conhece Shamira, uma necromante linda e imortal que se torna sua melhor amiga e seu verdadeiro amor, a relação dos dois durante a narrativa passa por diversos altos e baixos. Juntos enfrentarão as forças dos temidos anjos e demônios.

Confesso que demorei em ler esse livro (em torno de um mês), a leitura é bem cansativa, mas não ruim. A visão do Autor diante de fatos históricos e bíblicos é incrível envolvendo o leitor nas aventuras do anjo e de sua participação em tais eventos. Já estou louca para ler seus outros títulos.
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ROBINHO 30/03/2018

Uma grata surpresa.
O autor consegue criar uma atmosfera genial em cima de conceitos já existentes e dar vida a uma criação surpreendente que me prendeu do início até suas derradeiras paginas.
Minha personagem favorita, com toda certeza, é a feiticeira de En Dor.
Parabéns ao autor pelo brilhantismo.
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Leonardo.Tadeu 24/03/2018

A Batalha do Apocalipse
Uma grande estória, e uma vivem pela história mundial. Enoque, Babilônia, Constantinopla, China, Jerusalém além de várias informações que me renderam boas pesquisas e grandes aprendizados.
Confesso que vou sentir saudade dos personagens mas o livro foi longo 569 pág e os personagens foram bem explorados.
Só tenho a agradeça à Eduardo pela boa obra.
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J.V.Brod 01/03/2018

Um ótimo começo, mas não o melhor que o autor pode fazer
Sou um fã do Eduardo já faz muitos anos, tanto como escritor quanto como pessoa. Alguém impar em seu carisma e simpatia, tantos nos podcasts quanto em suas páginas e grupos onde várias vezes responde seus leitores entusiasmados.

Dito isso, vou focar essa resenha no que achei os pontos fracos do livro, já que listar os positivos seria muito extenso e simples apontamentos à genialidade com que o universo da história foi criado.

O primeiro ponto, e acho que o mais comentado em críticas, são os flashbacks. Entendo a importância narrativa deles e porque Eduardo resolveu usá-los, no entanto da forma com que foram introduzidos eles não funcionam na história. São muitos longos, quebram a narrativa e a história que narram, apesar de vital para o desenvolvimento de Ablon, são tediosas, em especial a que envolve Roma.

A segunda crítica que faço é sobre a representação de alguns personagens. Orion e Lúcifer, em minha opinião, foram escritos com primor, sendo divertidos de se ver, tendo um jeito único de falar e maneirismos que os tornam únicos e reais. Já outros personagens, parte considerável dos com mais páginas de apariação, são genéricos em suas retratações - Ablon é o guerreiro honrado, justo e sério e que fala um português correto e raramente ri; Shamira é a mulher inteligente e sagaz, mas os dois não fogem muito disso e seus diálogos são muitas vezes artificiais, soando mais como dois NPCS conversando do que amantes.

Digo que "A Batalha do Apocalipse" é um ótimo começo, mas não o melhor que o autor pode fazer, pois já li todos os outros livros do autor. A Batalha constrói o universo com primor, sendo brilhante em seu lore e wordbulding, com as falhas narrativas e de caracterização sendo lentamente corrigidas até chegar na beleza emocional que foi "Anjos da Morte".
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Bruce 19/02/2018

Uma ótima obra, trabalha em cima de conceitos cristãos para criar um universos emocionante e cativante. Um exemplo de que escritores brasileiros podem criar obras de fantasias tão boas quanto as estrangeiras.
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Ariane.Cibele 17/02/2018

Batalha do Apocalipse
Que livro incrível....sabe aqueles q vc não quer q termine nunca....com nexo nas histórias contadas, cheia de detalhes. Perfeito!
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Bia de Carvalho 10/02/2018

Surreal!
História incrível! Rica em detalhes, todo o enredo tem lógica, não fica nada sem explicação. Mesmo indo de encontro com aquilo que aprendemos nos ensinamentos cristãos , é fácil de assimilar e tudo faz sentido. O final me decepcionou um pouco, ficou meio confuso, mas em nada diminui da fantástica saga do Primeiro General Ablon criada por Spohr. Vivi cada aventura junto com o anjo renegado e torci muito por ele. Se tornou uns dos meus heróis preferidos.
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Simone Torres 07/02/2018

Que livro incrível!
Quando comecei a ler "A Batalha do Apocalipse" não sabia exatamente o que iria encontrar, e que grata surpresa!
Anjos, demônios, feiticeiras e seres sobrenaturais em meio a uma guerra iminente. Profecias bíblicas que se cumprem numa batalha de forças titânicas, onde o bem e o mal se abraçam em luta eterna.
Uma viagem no tempo e no espaço. Do Brasil moderno à antiga Constantinopla; da lendária Atlântida à China medieval; do Egito aos mundos etéreos. Uma odisséia que encanta e emociona.
Dividido em três partes, o livro conta a saga de Ablon, um Querubim expulso do céu por Miguel, Príncipe dos Anjos, que aproveitando o "descanso" de Deus no Sétimo Dia, usa Seu nome para cometer atrocidades contra os humanos e comandar com mão de ferro as legiões angelicais.
Num jogo de alianças secretas, céu, terra e inferno entrelaçam-se numa luta invisível aos humanos, mas sentida por aqueles mais sensíveis, como Shamira, a feiticeira de En-Dor, amiga e aliada de Ablon.
Lúcifer, a Estrela da Manhã, também tem seu papel no desenrolar do conflito que culminará com o batalha final, o Apocalipse.
O céu, dividido em três poderosos exércitos, compostos pelos seguidores de Miguel, Lúcifer e Ablon, é testemunha de conspirações e traições, mas também de amizades sinceras e amores inabaláveis.
Com um final de tirar o fôlego, a mistura de suspense e ação oferece ao leitor uma carga extra de adrenalina.
A escrita do autor é leve, clara e se desenvolve de forma instigante, levando o leitor à uma viagem no tempo e no espaço, mesclando passado e futuro, ao mesmo tempo em que descreve seres e lugares de forma tão detalhada que é possível visualizá-los.
No final do livro encontramos uma linha do tempo que descreve os Sete Dias da criação, revelando seu significado e o que foi criado em cada um deles. Confesso que esta é uma das minhas partes preferidas.
O glossário também merece atenção, já que descreve cada uma as personagens da obra (e são muitas), portanto, é um interessante suporte ao longo da leitura.
A Batalha do Apocalipse continua na obra Filhos do Edén - Herdeiros de Atlântida.
Recomendo muito!
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rodrigo.sarmento.79 02/02/2018

Melhor Fantasia Brasileira que já li
A história é muito satisfatórias, contando várias histórias ao longo dos anos, passando do presente para o passado entre os capítulos. Toda a mitologia criada é muito bem feita e coesa com o que se diz.

Os conceitos do autor sobre como funciona o mundo espiritual é muito interessante, claro que se trata de uma fantasia, mas uma fantasia baseada em histórias conhecidas sobre as religiões.

Recomendo bastante e acho ótimo que tenhamos essa literatura nacional.
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