A Batalha do Apocalipse

A Batalha do Apocalipse Eduardo Spohr




Resenhas - A Batalha do Apocalipse


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Danylo 13/06/2017

Fantástico universo fantástico! E brasileiro!
A Batalha do Apocalipse conta a história de um anjo renegado, caçado pelo paraíso e pelo inferno, odiado por arcanjos e abandonado por Deus. Tudo o que motiva esse exílio e tamanha privação ao anjo, foi ter seguido a sua natureza como querubim, a casta guerreira dos celestiais, lutando pelo que acreditava.
Spohr criou um universo gigantesco, com regras bem definidas capazes de dar conta da coexistência de praticamente todas as lendas, crenças e seres imagináveis. A trama gira em torno da mitologia cristã, mas não se resume a ela. Na verdade a conecta a todos os mitos da humanidade dando certa justificativa para a sua existência no nosso imaginário. E esse é um ponto de mérito do escritor, sua profunda pesquisa aliada a certa capacidade imaginativa, permitiu um universo único e fascinante, com toques de muitos outros que já vimos por ai, é bem verdade, mas ainda assim único. Foi o ponto que mais me agradou no livro.
Os personagens sofrem com um certo problema de carisma, é comum que alguns se sacrifiquem sem nos causar grande efeito emocional, outros nos convencem por quantidade de aparições, não por qualidade. Mas existem aqueles que despertem ao menos nossa curiosidade e torcida.
A história é envolvente, descrições cuidadosas de momentos históricos e suas associações com o divino e demais formas de sobrenatural, chamam a atenção. Usando bastante do recurso de flashback, somos apresentados e reapresentados (com mais profundidade), ao mesmo tempo, a personagens, relações entre personagens e civilizações. Entender como um anjo pode ser tão odiado, como Deus pode permitir que tudo isso ocorra em baixo de seu nariz, e quais as relações dos ocorridos celestiais com os mundanos, nos prende. Ou ao menos nos incita curiosidade.
Um bom livro, com um bom final.
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Cassinha 29/05/2017

A batalha... pelo carisma.
Impossível gostar de um livro que você não consegue simpatizar com nenhum dos personagens. A ideia é boa? Com certeza. Mas não gostei. Achei narrativamente chato apesar de todo apelo histórico e falta carisma nos personagens. O livro parece um roteiro de cinema. A gente não se apaixona mas também não odeia ninguém.
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Marcos Costa 12/05/2017

O livro é um bom entretenimento, percebe-se claramente a influência de animes/mangás e tem um cenário muito interessante.

Por outro lado, o final me decepcionou bastante, achei morno perto do que esperava e pelo entusiasmo que o livro me despertou em boa parte do percurso da leitura, tanto que o li muito rapidamente.
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Camila Silva *** Aster Verbatim 07/05/2017

A Batalha do Apocalipse...
Livro: A Batalha do Apocalipse
Autor: Eduardo Spuh
Páginas: 586
Editora: Verus

Há muitos e muitos anos, há tantos anos quanto o número de estrelas no céu, o Paraíso Celeste foi palco de um terrível levante. Um grupo de anjos guerreiros, amantes da justiça e da liberdade, desafiou a tirania dos poderosos arcanjos, levantando armas contra seus opressores. Expulsos, os renegados foram forçados ao exílio, e condenados a vagar pelo mundo dos homens até o juízo final.
Mas eis que chega o momento do Apocalipse, o tempo do ajuste de contas, o dia do despertar do Altíssimo. Único sobrevivente do expurgo, o líder dos renegados é convidado por Lúcifer, o Arcanjo Negro, a se juntar às suas legiões na batalha do Armagedom, o embate final entre Céu e o Inferno, a guerra que decidirá não só o destino do mundo, mas o futuro do universo.
Das ruínas da Babilônia ao esplendor do Império Romano; das vastas planícies da China aos gelados castelos da Inglaterra medieval. A batalha do Apocalipse não é apenas uma viagem pela história humana, mas também uma jornada de conhecimento, um épico empolgante, cheio de lutas heroicas, magia, romance e suspense.


A Batalha do Apocalipse: Da Queda dos Anjos ao Crepúsculo do Mundo é um livro escrito pelo jornalista brasileiro Eduardo Spohr, publicado em 2007 pelo site Jovem Nerd, em 2009 pelo selo editorial criado pelo site e em 2010 pela Verus. A trama tem como protagonista Ablon, um anjo renegado condenado a vagar no mundo dos homens por ter revoltado-se contra o Arcanjo Miguel, e Shamira a Feiticeira de En-Dor, que o ajuda na jornada histórica até o apocalipse. (Fonte: Wikipedia).
Com um total de 586 páginas, o livro se divide em 3 partes intituladas A Vingadora Sagrada, A Ira de Deus e a Flagelo de Fogo.

Primeiramente é extremamente necessário que saibam que essa obra é de um autor BRASILEIRO!!!! E segundo, para quem gosta de temas bíblicos, anjos, demônios, fantasia, apocalipse, magia e etc... está no livro certo.
Em uma entrevista ao programa Jô Soares, o autor disse que a capa é de um alemão, ao qual entrou em contato e pagou pelos direitos, Stephan Stölting.

Se vocês quiserem, claro, ao final do livro, após a página 571, tem um glossário com os principais termos usados e criados pelo autor para esse mundo maravilhoso (recomendo ler antes de iniciar a leitura do livro).
Toda a trama se alterna entre passado, presente e possíveis futuros no ponto de vista de alguns personagens. Essas alternâncias são de grande importância para sabermos o porquê de os fatos estarem acontecendo da forma que estão.

Os principais personagens da narrativa:
-Ablon, o Anjo Renegado ou também chamado de Primeiro General: é o protagonista do livro. Com o passar dos anos na terra, Ablon viajou por diversos cantos do mundo, sempre escapando de diversos perigos. No momento presente do livro, Ablon está no Brasil, na cidade do Rio de Janeiro, e torna-se o líder de uma grande conjuração de anjos.
-Shamira, a Feiticeira de En-Dor: tendo sido treinada desde cedo nas artes da magia e da necromancia, Shamira conheceu Ablon quando o mesmo a salvou de seus perseguidores na Babilônia. Desde então, ambos se ajudam como podem a cada vez que se encontram.

Você encontrará também uma divisão de castas angelicais: querubins (os guardiões\guerreiros), Serafins (os administradores políticos), Elohins (os principiados - guia dos homens), Ofanins (anjos da guarda), Hashmalim (julgadores das almas dos mortos), Ishins (governantes das forças elementais), Malakins (vigilantes -neutros).

A história inicia-se com a criação do universo e da terra por Deus e que em seu sétimo dia, descansou. Iremos entender os papeis dos Arcanjos Miguel, Gabriel e o Anjo Caído Lúcifer. Ablon, o Anjo Renegado é um observador de toda a história da terra desde quase o inicio dos tempos, quase juntamente com Shamira, a feiticeira de En-Dor.
Depois da criação dos homens, ainda vivemos no sétimo dia, sendo governados agora pelos arcanjos, Miguel, o Príncipe dos Anjos, herdeiro do título por ser o primogênito; Uziel, comandante dos exércitos de querubins (assassinado por Miguel na primeira cena); Rafael, que se exilou após a briga de seus irmãos; Gabriel, Mestre do Fogo, que, alguns anos antes da história começar, rebelou-se contra o Arcanjo Miguel. Lúcifer, a Estrela da Manhã, é agora Príncipe do Sheol (inferno), depois de sua insurreição contra os arcanjos e queda do paraíso. Assim, o livro passa a narrar a vida do querubim Ablon, oscilando entre momentos do passado e do presente, às vésperas do Dia do Ajuste de Contas, a famosa Batalha do Armagedom o qual vai decidir o futuro da humanidade, do planeta e de todos os seres que nele habita.

Não tem como dizer mais, pois serão spoilers, mas já dá para ter uma ideia dessa história com um tema que todos conhecemos, mas de uma complexidade e características que fazem dessa história única.

Segue algumas frases:

'Os fracos usam as armas; os fortes, o diálogo."
“- Acreditar no impossível é a chave para entender os segredos do universo."
“- A mente e lógica, general, – contestou – O coração e irracional”
“Lamentos não mudarão nada. O que está feito está feito.”
“É o ódio. Ele obscurece nossos valores e nos empurra à ruína.”
“A força dos sábios está, justamente, na capacidade de se aproveitar do imprevisível, de enganar o oponente e ataca-lo no ponto mais fraco, de fingir debilidade e depois investir feito leão”

site: asterverbatim2015@blogspot.com.br
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Kawane 04/05/2017

História realmente incomum, do início ao fim, rica em detalhes que prendem a atenção.Como o autor descreve histórias do passado, do presente e do futuro, é compreensível que ocorra algumas confusões e dificuldades na interpretação. Com o decorrer da história, pegamos carona com o anjo, em suas aventuras, lembranças e batalhas. De tirar o fôlego!
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wolfz 02/05/2017

Incrível em todos os sentidos
O livro que me apresentou à essa escrita divina do Eduardo Spohr e que me fez valorizar e esperar muito mais dessa geração da literatura nacional.
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Cavalcante 25/04/2017

Desconfiança
Comecei a ler por achar que o livro tinha um tema chamativo e intrigante, o começo já me chamou atenção pela história se passar em ambientes biblícos, mas ao mesmo tempo em cidades brasileiras. Fui em pouco tempo da desconfiança a entrega total de interesse a história, personagens e ao nível de detalhamentos do autor. Ablon me conquistou, Shamira ganhou meu coração e os arcanjos minha total atenção. Uma história bem contada, põe os pingos nos "is". Amei ter a experiência de ler esse livro. Esta entre meus favoritos.
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Kizzy 04/04/2017

Vivendo o Épico
Esse é daqueles livros que eu não teria lido se alguém, cujo gosto literário confio muito, não tivesse me indicado. Aliás, cada dia que passa, só descubro mais o quanto a literatura fantástica me fascina. Comecei a ler sem saber o que esperar. Conhecia o autor de ouvir falar, e falar bem, mas era só. Terminei impressionada com a quantidade de assuntos, mitologias, informações históricas, quotidianas, fantásticas, etéreas, religiosas e teóricas que vivenciei.
A Batalha do Apocalipse conta a história dos sete dias da criação divina que termina, teoricamente, com o Armagedon. Mas, dentro dessa narrativa, coube simplesmente tudo. Um pouco de teoria de diferentes religiões, cristianismo, deuses “pagãos”, interseções cuidadosamente construídas, fatos históricos, geopolítica, romance, amor, aventura, batalhas e muito muito sangue, e o que mais me encantou, finalmente uma história épica que se passa também no Brasil.
Claro que devem haver outros autores brasileiros de histórias fantásticas, mas eu nunca tinha lido. E sempre achei que o Brasil daria um ótimo cenário para alguma narrativa assim. Eduardo Spohr não ambienta suas batalhas épicas aqui, mas a descrição do Rio de Janeiro sob a ótima do Anjo Renegado e da Feiticeira de En-Dor, por si só já me encantaram. Aliás, toda a capacidade o autor em combinar o épico e fantasioso com o contexto histórico mundial me encantaram demais. A habilidade em teorizar com coerência os fatos reais justificados em teorias fantásticas, acho que foi o ponto máximo da experiência literária durante minha jornada como leitora da obra.
Não sendo eu leitora assídua de aventuras épicas e muito menos conhecida pelo dom da paciência, tenho que confessar que em algumas partes, principalmente no começo do livro e nas últimas batalhas, eu achava um pouco demais a quantidade de descrições e divagações de passado, mas sempre que eu começava a entediar acontecia alguma coisa na narrativa que justificava a descrição anterior, principalmente no desfecho da trama. Aliás, o perfeito balanço entre calmaria e ação é outra característica especial do livro.
Como principiante épica achei divertidíssimo conhecer as castas angelicais, o papel de cada ser espiritual e humano no etéreo e no real, os detalhes das armaduras, das forças, das belezas e das maldades de cada ser. De fato, uma aventura muito agradável de ser vivida em quase 600 páginas que não se sente passar. Acredito que experiências literárias são mágicas e curam o espírito e que elas possuem diferentes intensidades dependendo do seu contexto. Credito essa ao meu terno e querido amigo que me apresentou aos sete dias de criação de Eduardo Spohr, ambos ficarão para sempre.

" - E, o que você teme, então, General?
- Esquecer - disse ele, acariciando sua pele macia. - Esquecer as coisas pelas quais passei, as lições que aprendi, esquecer aqueles que amo. E, acima de tudo, temos esquecer meus valores, perder minha ideologia e matar minha causa"
Caroline Saldanha 17/04/2017minha estante
Essa primeira frase descreve muito bem meu relacionamento com esse livro.


Kizzy 18/04/2017minha estante
Delícia né Caroline!!! Também adorei




Paula.Oliveira 28/03/2017

Mesmo sendo uma história mitológica, ha conflitos pessoais semelhantes aos que possuem nós humanos o que nos aproxima dos personagens.
A vasta quantidade de passoas e de flashbacks torna necessária uma leitura mais atenciosa para não se perder.
É um bom livro.
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Gean 19/03/2017

Eduardo eu te venero
Universo incrível. Personagens cativantes. Batalhas que sempre te deixam em êxtase. O livro é lindo, a escrita decepciona um pouco no começo, mas assim que pega o jeito, só vai. O meu único ponto negativo é que os flashbacks são muito extensos, torna a leitura cansativa, porque você quer saber o que acontece no presente do livro.
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Mirele.Silva 07/03/2017

Amei
História envolvente e interessante, envolvendo ficção e história real, do dia a dia...
O mundo de anjos e demônios bem descritos pela visão inovadora e certeira do autor, fiquei querendo comprar a coleção inteira!
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Nana 17/02/2017

Por que eu abandonei
A primeira coisa que preciso falar aqui é que eu me recuso a abandonar livros, ou seja, quando eu chego a esse ponto é porque tentei de todas as formas e não deu. Para se ter uma ideia, até hoje só abandonei 4 livros: Anoitecer e Reunião Sombria da série Os Diários do Vampiro, Amanhecer da série Crepúsculo e O senhor da Chuva do André Vianco. Agora podemos acrescentar A Batalha do Apocalipse.

Eu pensei muito antes de decidir abandonar esse livro, porque eu realmente estava gostando da história, mas vários pontos no livro de incomodaram bastante:

Esta minha edição é do lançamento. Lembro de ter comprado em uma Bienal do Livro e ter adorado a ideia, contudo não sei se o problema é somente desta edição (por ser a primeira), mas a diagramação está terrível! As letras vão de um lado ao outro da página, quase sem margem. Não sei porque, mas isso me incomodou muito e parece que deixou a leitura mais cansativa.

Outro ponto: o livro fala muito de religião. Muito MESMO. Qualquer coisa que fale muito deste tema me deixa bem cansada. Até que a forma como algumas coisas estavam sendo colocadas me agradou, porém tenho certeza que esse foi um dos motivos pelos quais a leitura me cansou.

Agora, o principal motivo: a história enrola muito! Sério, tenho a impressão que até a parte que eu li (41% de acordo com o Skoob) dava pra escrever outros 2 livros. Foram umas 200 páginas do livro só de histórias paralelas. Primeiro apareceu a personagem Shamira e foram mais de 100 páginas só pra contar a história dela e como o Ablon a conheceu. Depois mais de 1oo páginas para contar a primeira vez que ele foi a Jerusalém (parei no meio dessa parte)… Sério, se eu li 50 páginas da história principal foi muito! Isso me deixou completamente sem paciência!

Se eu vou abandonar essa história pra sempre? Não sei… Eu fiquei curiosa para ver como ela vai terminar, mas no momento não estou com paciência para tanta enrolação… Quem sabe um dia eu retome…

site: https://confessionsbookaholic.wordpress.com/2017/02/17/por-que-eu-abandonei-a-batalha-do-apocalipse/
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Lorena.Magalhaes 14/02/2017

Super cansativo
Este livro eu quase desisto. A história é monótona e só não deixei na estante, pois achei um desaforo comprar algo caro e não terminar! Li a pulso!
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alexandredsc 09/02/2017

Finalmente terminei o livro, que comprei a três anos e um mês! Vergonha ao meu eu do passado, ávido leitor. Desacostumei? O livro não era tão interessante? Não é o meu tipo de leitura? Talvez um pouco de tudo.
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