Eu sou Deus

Eu sou Deus Giorgio Faletti




Resenhas - Eu Sou Deus


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Mery 11/08/2017

Eu sou Deus
Uma leitura um pouco cansativa, pelo fato do autor ser detalhista demais em aspectos de locais e por causa de o começo não ser focado no assunto principal do livro, O desenvolvimento é meio lento. Mas com o passar das paginas as historia começa a se tornar envolvente, tomar um rumo. A forma que o autor brinca com o passado e o presente é muito inteligente e como apresentou a religião no livro é bastante interessante, pois eu estou acostumada a ver padres como devotos fervorosos , que jamais pensariam em criticar ou mostrar passagens bíblicas de forma diferente da qual eu ouvia quando ia a missas, não sei se a forma que padres estrangeiros abordam o conteúdo da bíblia de maneira diferente dos padres brasileiro, mas achei interessante a forma que o Padre Michael McKean trabalhou isso. A historia começa mesmo a prender o leitor um pouco além da metade do livro, porem quando prende os mistérios abordados acabam te sugando para descobrir o que acontece no final. O final é uma reviravolta chocante, foi bem difícil de me recuperar dele.Vale muito o esforço de ler o livro.
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Cláudia 09/02/2017

Eu Sou Deus
É difícil falar de Giorgio Faletti quando se é uma fã dele. Já tinha lido "Eu Mato" e agora me deliciei com "Eu Sou Deus", da Editora Intrínseca.
Na verdade, achei o começo do livro meio devagar, mas da metade para o final, o enredo toma ritmo e, que final, minha gente!
Fiquei dias debruçada sobre a história pensando em "Eu Sou Deus", tentando compreender o que aconteceu, como aconteceu.
O livro conta a história de uma jovem detetive que esconde os próprios dramas pessoais sob a sólida imagem profissional e um repórter fotográfico de passado discutível, em busca de uma segunda chance, são a única esperança de deter um psicopata que sequer assume a autoria de seus crimes. Um homem que está realizando uma vingança terrível, por uma dor que afunda suas raízes numa das maiores tragédias norte-americanas. Um homem que acredita ser Deus.
Foi um final que não imaginei para a história. E fiquei me questionando por dias o quanto de carga
levamos em nossas vidas de vivências passadas. É difícil fugir aqui de uma análise psicanalítica, mas não irei entrar aqui nos méritos que levaram o personagem a tamanha loucura. Vou me concentrar na história e absorver o nó que o autor dá em nossas cabeças no final do livro.
Não classifico esse como seu melhor livro. Sou muito mais fã de "Eu Mato". Acho que foi sua melhor história, mas não tiro o mérito que ele se deu MUITO bem com o final da história, apesar de seu começo devagar e, muitas vezes, massante.
Acho que é o típico livro que merece nossa insistência, porque se tivesse desistido ou continuado com má vontade, não teria ficado tão intrigada com seu desfecho.
Valeu minhas horas de leitura e, consequentemente, minhas horas de reflexão.

site: http://umolhardeestrangeiro.blogspot.com.br/2017/02/eu-sou-deus.html
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Fernanda 09/11/2016

Mediano
Quem já leu os outros dois livros do autor, "Eu Mato" e "Memórias de um Vendedor de Mulheres", espera a mesma maestria, porém não é o que acontece. A história se arrasta até metade do livro e o final é apressado e deixa a desejar. Há situações muito forçadas e clichês desnecessários.
Apesar de grande parte ser decepção, indicaria para alguém ler. Mas apenas para relaxar e filosofar um pouco, pois as reflexões no início da obra, característica do estilo de escrita autor, falam muito sobre a guerra, como ela destrói e confunde as pessoas. São ideias e visões importantes para pensar. Porém, termina aí. Não se estende ao longo da história. O que é lamentável, pois os outros dois livros do autor são um fonte infinita de filosofias. É lindo de ler. Se você gosta de livro que te faz refletir, um pouco à la José Saramago, sugiro ler "Memórias de um Vendedor de Mulheres" e "Eu Mato", nessa ordem.
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Rittes 21/07/2013

Bom...mas nem tanto
Sou fã do autor, mas acho que neste caso há uma certa preguiça que vai lhe custar alguns leitores. Não que o livro seja ruim, longe disso. Mas existe mais romance que suspense, por exemplo. E, se você for atento, até descobre o terrorista antes do final. Final que, aliás, é a pior parte do livro. Chega realmente a decepcionar. Mas, vale lembrar que o pior de Faletti ainda consegue ser superior ao melhor de muita gente. Prefira "Eu mato" ou "Memórias de um vendedor de mulheres". Estes, sim, mostram porque o autor vende milhões de exemplares e dificilmente você vai conseguir esquecê-los...ao contrário deste... como se chama mesmo?
Fernanda 09/11/2016minha estante
rsrsrsrsr Verdade! Também li "Eu Mato" e "Memórias de um vendedor de mulheres" e amei. Fui ler "Eu sou Deus" esperando a mesma excelência, mas foi decepcionante.




Nano 24/04/2013

Bom....
Mais um livro do autor que não conseguiu prender minha leitura mais do que algumas páginas por vez.....
A história é boa, é um bom livro, mas demorei bastante para terminá-lo....
Apenas após o 15º capítulo que me interessei um pouco mais e nas últimas páginas, é claro....
Não consegui me prender...
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Claudio 24/01/2013

O que não ler no Skoob! (Off topic!)
Antes de ler esse livro descobri que as resenhas e opiniões sobre os livros estão cada vez piores. Algumas pessoas não entendem a grandeza e a importância de um site como o Skoob em um país que não lê e precisa aumentar o nível de leitura do povo lendo e tendo o direito de ler o livro que estiver ao alcance da mão.
Gostaria que aqueles que desnecessariamente escrevem resenhas depreciativas ou com revelações do enredo de obras de suspense, mesmo erradas para serem engraçados, espoliando o prazer de outros deveriam pensar um pouco e mostrar mais sensibilidade e educação.
Obrigado.
Claudio

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Adriana 10/10/2012

Eu ADORO esse cara
..."Agora essa ausencia é apenas mais uma caixa vazia de uma longa série de caixas vazias que deixaram de ser surpresa ruim quando finalmente entendi que não me interessa descobrir o que levam em seu interior"

O meu preferido ainda é EU MATO, mas esse é muito bom.

Se voce é bem sagaz vai descobrir quem é o cara antes do final do livro, mas a trama é muito bem construída, o que da corpo a estoria e nesse livro ele acresentou um pouco de romance mas nada que tire a atençao da estória principal.
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Cris 18/09/2012

Eu sou Deus
História de um serial killer, e como todo psicopata tem toda uma história dramática por trás. Muito bom o livro.
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Erika 30/08/2012

“As Guerras acabam. O ódio é eterno”
Escrito pelo italiano Giorgio Faletti, “Eu sou Deus”, reúne todos os ingredientes necessários para prender a atenção do leitor. Nem sempre a leitura alcança ápices de excitação, pelo contrário, ás vezes se revela morna. No entanto a forma como o autor conduz a trama faz com que quem esteja lendo tenha mais vontade de descobrir os novos fatos da investigação que levará ao assassino que está ameaçando Nova York.
Depois dos ataques de 11 de setembro os norte-americanos passam a viver sob o constante medo de que haja outros atentados. É então que novas explosões passam a assombrar a cidade, mas nenhum grupo terrorista assume a autoria dos crimes, o que dificulta ainda mais o trabalho da policia.
A história começa com uma breve descrição do assassino, que se mantém anônimo e aparece poucas vezes até o final do livro, quando sua identidade é finalmente revelada. Suas aparições são marcadas por uma característica, o homem que aterroriza Nova York está sempre com uma jaqueta militar verde.
Após a apresentação do assassino o autor retorna onde tudo começou. A data era mais ou menos 1970, Guerra do Vietnã, dois soldados foram capturados pelos vietcongs. Usados como escudo humano, um deles morre carbonizado, o outro, se salva por pouco, mas teve seu corpo totalmente destruído e marcado pelas queimaduras causadas pelo calor lancinante da bomba de napalm. Torna-se um monstro, por dentro e por fora. Para a sociedade torna-se um fantasma, para seus poucos amigos e para si mesmo está morto. “As guerras acabam. O ódio dura para sempre” (página 185), essa frase resume o único sentimento que restou ao soldado sobrevivente. Seu único objetivo era a vingança contra quem o mandou à guerra, contra aqueles que permitiram que ele se transformasse em algo abominável e, contra um país que não deu a ele nenhuma medalha de herói, mas o fez viver momentos de horror sem nem mesmo saber o porquê.
Muitos anos depois, a detetive Vivien Light se vê as voltas com o caso de um homem que fora morto e emparedado há mais de quinze anos. A principio o caso é sem importância, mas com desenrolar da história o desvendamento daquele crime se torna imprescindível para que se descubra quem anda cometendo as explosões que estão matando centenas de pessoas em Nova York.
Russel Wade, um jornalista e fotógrafo tido como o filho “destrambelhado” de uma família muito rica dos EUA passa a ser parte importante para que o caso seja solucionado. É ele quem oferece à policia um ponto de partida para desvendar os crimes. A partir de então Russel e Viven começam uma corrida contra o tempo atrás de pistas e testemunhas que os levem à algum lugar. Às vezes as situações os fazem acreditar que voltaram à estaca zero, e de repente descobrem um novo ponto de partida para as investigações.
O Padre Michael McKean também é parte importante da trama. Muitas vezes o leitor irá se perguntar por que o autor retorna tanto àquele personagem que a principio não apresenta tanta importância para a história, mas que no desenrolar das ultimas páginas se torna a chave para que os atentados sejam solucionados.
Todos personagens apresentam conflitos internos e são assombrados por fantasmas do passado. No primeiro capítulo em que Vivien Ligth aparece o autor relata uma passagem de uma antiga fábula índia em que um velho cherokee fala a seu neto sobre os conflitos humanos. “Há dois lobos em cada um de nós. Um é mau e vive de ódio, ciúme, inveja, ressentimento, falso orgulho, mentiras, egoísmo. (...) O outro é o lobo bom. Vive de paz, amor, esperança, generosidade, compaixão, humildade e fé.” Então o neto pergunta “E qual dos dois lobos vence?” e o velho cherokee responde “Aquele que você alimentar melhor” (página 73). Para alguns dos personagens a solução dos atentados consiste na oportunidade de redenção, e na a chance de voltar a alimentar o lobo bom.
Giorgio Faletti nasceu em 25 de novembro de 1950, em Asti na Itália. Além de escritor, é também compositor, músico, letrista e ator. Seu primeiro romance de terror foi “Eu mato”, em 2002, que vendeu mais de quatro milhões de exemplares. “Eu sou Deus” foi lançado em 2010, e já alcançou a marca de mais de dois milhões de livros vendidos na Itália.
A história é envolvente, mas quem espera encontrar no thriller de Faletti algo parecido com a história contada por Thomas Harris em “O silêncio dos inocentes” irá se decepcionar. A trama não mostra traços marcantes da personalidade do assassino que acredita ser Deus, e tão pouco permite que o leitor conheça a fundo o que se passa na cabeça dele. Somente no final de forma um tanto confusa é que se descobre quem de fato ele é e os motivos perturbadores que o levou a cometer tais atrocidades. A leitura é agradável, mas começa a se tornar mais interessante a partir do capítulo 22, quando as pistas começam a fazer sentido e quando a história se torna mais emocionante.
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Gabriel 19/08/2012

Decepcionante...
O livro parecia promissor, apresentou uma trama interessante e que me deixou curioso, acompanhando o desenrolar do enredo. Entretanto, falha na construção dos personagens, no seu desenvolvimento e nas suas relações. Além do mais, apresenta um final ridículo, preguiçoso e decepcionante para um mistério que havia me deixado empolgado para ver como terminaria. Um péssimo exemplo de "whodunnit".
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Fabio 30/07/2012

Sob uma ótica comparativa com "Eu Mato", o livro pode até ter deixado a desejar, mas tem seus próprios méritos. O assunto ainda intriga, o terror e as consequencias e as sequelas inimagináveis que uma guerra pode deixar em quem a presenciou ou dela participou ativa ou passivamente. Um pouco cansativo e desprovido do jeito Faletti de tornar o livro um verdadeiro "virador de páginas" no começo, mas que, ao desenrolar do estória, vai se tornando envolvente, fazendo lembrar que estamos diante de uma obra escrita pelo mesmo autor de "Ëu Mato". Os personagens não deixam de ser cativantes. Um livro que realmente vale a pena ser lido.
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Douglas 25/07/2012

Se arrependimento matasse, eu não escreveria isso
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Luiz Gustavo 19/05/2012

Eu sou Deus - Giorgio Faletti
O livro é muito bom!!!!

Eu comecei a ler com não muitas expectativas, um pouquinho talvez. Nos primeiros capítulos, não, estou mentindo, nas primeiras 100 paginas, o livro tava um tédio completamente sem graça. A história não se desenrolava, o autor não progredia, e depois BUUUMMMM, o livro esquentou e eu fiquei mais por dentro do livro, comecei a adorar a Vivian e o Russel

É super interessante a maneira como o autor escreve, eu não sem bem como explicar, mais tem partes que ele transmite o passado junto com o presente, é fantástico, acho que só conseguiria falar se fosse em um vídeo-resenha.

Em alguns momentos eu fiquei muito vidrado no livro outros nem tanto, quanto ao desenrolar da historia e o meio que “Suspense” o autor ta de parabéns!!!!

O livro traz uma historia de ódio que em alguns momentos eu fiquei aterrorizado, tinha hora que eu até ficava medo (kkkkkk)

* E aquela hora que o assassino colocou gasolina nos dois políciais ( acho que eram polícias) e jogou o isqueiro no chão, fazendo que morressem queimados, ele apenas virou deu de ombro para os dois que estavam gritando e foi embora. Cruel demais!!!! Há e tirando a parte que ela achava que era Deus!
Luiz Gustavo 19/05/2012minha estante
Domorou um pouquinho, mais saiu!!!!


Luiz Gustavo 17/11/2012minha estante
Mesmo sendo um livro legal, ele é bem, muito, intediante, nao achei que ele seja o melhor livro policial, nem de longe.
Pesquisem bastante antes de ler ele, pra ver se vao gostar, porque ele nao é muito facil de agradar. Só quase na metade do livro é que fica legal.
Noa recomendo ele muito nao.Porem ele é muito bom.
Estranho n?




[MinhoK] 30/03/2012

Não atingiu as expectativas.
Giorgio Faletti surpreendeu em seu primeiro livro, Eu Mato, com uma desenvoltura impressionante para contar suas histórias. Quem leu o primeiro livro sabe que mesmo depois de o assassino ser encontrado, existem ainda mais 200 páginas recheadas de adrenalina, o que seria uma característica marcante do autor.
Bom.. eu disse seria, pois em seu segundo livro Eu Sou Deus, apesar de continuar escrevendo muito bem, o autor ficou "comum", digo.. igual à muitos dos autores que conhecemos. O livro tem seu mistério revelado, e tudo é resolvido com mais 4 páginas, muito previsível, ou seja, Giorgio Faletti perdeu essa "essência" que foi tão prestigiada em sua primeira obra.
Fora que essa edição de 2011 da Instrínseca está repleta de erros de português, coisas como: "..pegaram um moeda." ou "..várias linha telefônica ativas."
Espero que o autor retorne às suas origens e que a editora faça um serviço melhor nas próximas publicações.
Fernanda 09/11/2016minha estante
Verdade. Também senti esse livro bem fraco comparado aos outros dois dele.




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