Eu sou Deus

Eu sou Deus Giorgio Faletti




Resenhas - Eu Sou Deus


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Pefico 24/03/2011

Eu sou um Porre
‘Eu sou Deus’ é o novo livro de Giorgio Falletti, o aclamado autor de ‘Eu mato’. Em ‘Eu sou Deus’ acompanhamos a trajetória de quatro personagens; um padre, uma detetitve, um playboy viciado em jogo e o próprio vilão. Todos esses personagens são unidos pela ocorrência de uma série de atentados em Nova Iorque, onde a explosão de várias bombas mata mais e mais pessoas em intervalos de dias. Ação, investigação e suspense num livro por um autor que já tinha se provado extremamente competente. Resultado?

Uma merda.

Sinceramente não sei o que aconteceu com o escritor. Em ‘Eu mato’, a única coisa que desaponta no plot inteiro é o final fraco. Em ‘Eu sou Deus’, a única coisa que desaponta é o livro inteiro. Personagens mal construídos, relações forçadas, uma narrativa pobre e bem diferente do maravilhoso estilo poético do primeiro livro dele traduzido pro Português. Na minha opinião, não tem nada que salve a estória inteira. E pior, você consegue traçar claramente semelhanças entre o vilão deste livro e do ‘Eu Mato’, mostrando que talvez, Falletti seja um pouco limitado como criador de estórias.

Grande decepção pra mim que estava esperando um daqueles thrillers que te deixam sentado na ponta da cadeira de tanta expectativa. ‘Eu sou Deus’ deu mais vontade de sair correndo. Não recomendo.
Charlie 20/07/2011minha estante
cliquei em gostei só por causa do título da resenha, daí eu li a resenha e deu vontade de clicar mais vezes; queria ler o livro mas desisti, com certeza.


ju_steffens 13/08/2011minha estante
Realmente o livro é um porre. História fraca, bem clichê e o final pior ainda.


Vanessa 03/05/2012minha estante
Eu ia comprar mas depois de tantas decepções, desisti.


Valcides 11/06/2012minha estante
Não percam tempo lendo esta porcaria, não vos trará nada de interessante, nenhuma boa experiência. O livro e muito mal dividido e confuso, não te convida a ler cada página, é realmente uma perda de tempo. Vou queimar esta porcaria.


Marli 16/04/2013minha estante
achei que esse site era de INCENTIVO a leitura...que tal fazermos realmente RESENHAS???? resenha NÃO é dar a opinião mas contar de maneira concisa e direta a historia do livro, deêm suas opiniões sem depreciar o autor, respeito ao trabalho é importante. Não seria melhor que todos pudessem ler e dar sua própria opinião mesmo que negativa?


07/12/2013minha estante
Adorei a resenha! Me diverti mais do que com o livro! hahahahahaha! Gente, leiam os outros temas de Giorgio Faletti, leiam Eu Mato, esse sim é digno do tempo de vocês. 'Eu mato' me conquistou completamente!


Marielle 17/01/2015minha estante
Eu mato acho que foi perfeito, mas Eu sou deus o livro todo foi mal formulado.




Raphael Montes 18/03/2011

Quem é Deus?
O livro "Eu sou Deus", escrito pelo italiano Giorgio Faletti, poderia ter sido escrito por um húngaro, um brasileiro, um marroquino ou um chinês. Pois, ao contrário do que faz o talentoso Andrea Camilleri ao usar a Itália em suas obras, neste livro, o autor não imprimiu nada que o fizesse diferente dos milhares de thrillers americanos, pontuados de clichês e tramas mal construídas.
Para quem está acostumado a ler bons romances policiais, é possível notar que nas mais diversas tentativas do autor, ele quase sempre falha. A trama é fraca, não chegando aos pés de uma Agatha ou ainda de um Harlan Coben. As descrições e ousadias poéticas são pífias quando comparadas a talentosas autoras detetivescas como Fred Vargas e Karin Fossum. Os personagens transbordam características e histórias de vida já vistas em vários outros livros, não sendo nada profundos, como fazia a maravilhosa Patricia Highsmith. E, por fim, nem a violência consegue chocar, como consegue normalmente o genial Dennis Lehane.
Mas, daí, pergunta-se: não há nada de bom no livro afinal?
Como eu disse, o livro é uma colcha de retalhos. O autor capta elementos já largamente utilizados por diversos outros e junta tudo em sua obra. Faz e faz mal feito. No entanto, o leitor desavisado, que está a fim de ver o mesmo de sempre, é capaz de acabar gostando. Repito: o livro não traz absolutamente nada de diferente e, ao contrário, se utiliza de modo irritante de recursos para supostamente "manter a atenção do leitor".
O anterior do autor, "Eu Mato", era até legalzinho. Este não vale a pena. Se comprar, compre em sebo. E só quando já tiver lido todos os outros autores que citei nesta resenha.

Inté

Raphael Montes
Pefico 24/03/2011minha estante
Nossa, concordo em gênero, número e grau com sua resenha...




Claudio 24/01/2013

O que não ler no Skoob! (Off topic!)
Antes de ler esse livro descobri que as resenhas e opiniões sobre os livros estão cada vez piores. Algumas pessoas não entendem a grandeza e a importância de um site como o Skoob em um país que não lê e precisa aumentar o nível de leitura do povo lendo e tendo o direito de ler o livro que estiver ao alcance da mão.
Gostaria que aqueles que desnecessariamente escrevem resenhas depreciativas ou com revelações do enredo de obras de suspense, mesmo erradas para serem engraçados, espoliando o prazer de outros deveriam pensar um pouco e mostrar mais sensibilidade e educação.
Obrigado.
Claudio

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Blog MVL - Nina 18/03/2011

Minha Vida por um Livro | minhavidaporumlivro.blogspot.com
Giorgio Faletti é um escritor italiano que já ganhou grande destaque com seu thriller anterior Eu mato ,também publicado pela intrínseca. Eu não li a obra anterior, portanto não tenho como comparar a narrativa do autor.

Eu sou Deus narra a estória de muitos personagens, alguns mais interessantes que outros. Os dois protagonistas, uma detetive e um fotógrafo com uma fama duvidosa iniciam uma investigação que acaba levando a um clímax de suspense...

Foi extremamente difícil me concentrar o suficiente para ter minha atenção total no livro. Entendo que algumas cenas eram necessárias para o desenvolvimento da estória, entretanto o resultado final é que o livro é tedioso e acaba arrastando o leitor pelas trezentas e sessenta páginas de seu conteúdo.

Sempre fui grande apreciadora de livros de suspense e autores como Sidney Sheldon e Agatha Christie. É necessário, em uma obra de suspense, que os pequenos acontecimentos deixem quebra cabeças para o leitor montar e que a narrativa seja coesa o suficiente para prender a atenção do leitor. Caso contrário a leitura se torna extremamente complicada e seca

Acredito que os apreciadores de Eu mato, irão gostar de Eu sou Deus. Eu pessoalmente me irritei profundamente com o autor que me fez ler horas e horas de um livro que não me levou a lugar algum.

A única coisa impactante e causadora de adrenalina em Eu sou Deus é o título, que acaba dando a ilusão de que o livro é um thriller.

Ainda pretendo ler Eu mato e ver se a minha opinião sobre o autor pode ser modificada. No momento estou um pouco desiludida.

Eu sou Deus não é uma leitura totalmente rejeitável porque possui certos aspectos interessantes sobre os traumas causados pelas guerras. Porém o objetivo principal do livro não conseguiu me “alcançar”.



3 Livrinhos

Blog Minha vida por um Livro - MVL
http://minha-vida-por-um-livro.blogspot.com/
sagonTHX 17/04/2011minha estante
Nina, faça isso. Lei EU MATO e vc vai ver que Giorgio, em Eu Sou Deus, pisou no tomate e sentou na jaca. EU MATO é um excelente thriller policial. Esse outro, no mínimo, é uma tentativa... um racunho de algo que nunca deveria ter saído da Itália.


Henrique Faria 04/05/2011minha estante
Entendo sua decepção. E ela seria maior ainda se você já tivesse lido EU MATO. Acredite.


Jerome 26/06/2011minha estante
Ainda n li a obra do autor, mas deu para perceber q ele gosta de explorar a alma humana com grande profundidade. Estou com Eu Mato aq, e breve irei ler.




[MinhoK] 30/03/2012

Não atingiu as expectativas.
Giorgio Faletti surpreendeu em seu primeiro livro, Eu Mato, com uma desenvoltura impressionante para contar suas histórias. Quem leu o primeiro livro sabe que mesmo depois de o assassino ser encontrado, existem ainda mais 200 páginas recheadas de adrenalina, o que seria uma característica marcante do autor.
Bom.. eu disse seria, pois em seu segundo livro Eu Sou Deus, apesar de continuar escrevendo muito bem, o autor ficou "comum", digo.. igual à muitos dos autores que conhecemos. O livro tem seu mistério revelado, e tudo é resolvido com mais 4 páginas, muito previsível, ou seja, Giorgio Faletti perdeu essa "essência" que foi tão prestigiada em sua primeira obra.
Fora que essa edição de 2011 da Instrínseca está repleta de erros de português, coisas como: "..pegaram um moeda." ou "..várias linha telefônica ativas."
Espero que o autor retorne às suas origens e que a editora faça um serviço melhor nas próximas publicações.
Fernanda 09/11/2016minha estante
Verdade. Também senti esse livro bem fraco comparado aos outros dois dele.




Camila 01/03/2011

Eu Sou Deus
Um livro interessante com um final surpreendente, mas a narrativa extremamente descritiva me cansou um pouco! Quando leio livros policiais fico prestando atenção em tudo achando que os detalhes podem ser importantes para o caso, mas nesse livro os detalhes são apenas detalhes!! Achei a narrativa um pouco arrastada, mas no final gostei de ter lido o livro.

www.leitoracompulsiva.com.br
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Rittes 21/07/2013

Bom...mas nem tanto
Sou fã do autor, mas acho que neste caso há uma certa preguiça que vai lhe custar alguns leitores. Não que o livro seja ruim, longe disso. Mas existe mais romance que suspense, por exemplo. E, se você for atento, até descobre o terrorista antes do final. Final que, aliás, é a pior parte do livro. Chega realmente a decepcionar. Mas, vale lembrar que o pior de Faletti ainda consegue ser superior ao melhor de muita gente. Prefira "Eu mato" ou "Memórias de um vendedor de mulheres". Estes, sim, mostram porque o autor vende milhões de exemplares e dificilmente você vai conseguir esquecê-los...ao contrário deste... como se chama mesmo?
Fernanda 09/11/2016minha estante
rsrsrsrsr Verdade! Também li "Eu Mato" e "Memórias de um vendedor de mulheres" e amei. Fui ler "Eu sou Deus" esperando a mesma excelência, mas foi decepcionante.




Fabio 30/07/2012

Sob uma ótica comparativa com "Eu Mato", o livro pode até ter deixado a desejar, mas tem seus próprios méritos. O assunto ainda intriga, o terror e as consequencias e as sequelas inimagináveis que uma guerra pode deixar em quem a presenciou ou dela participou ativa ou passivamente. Um pouco cansativo e desprovido do jeito Faletti de tornar o livro um verdadeiro "virador de páginas" no começo, mas que, ao desenrolar do estória, vai se tornando envolvente, fazendo lembrar que estamos diante de uma obra escrita pelo mesmo autor de "Ëu Mato". Os personagens não deixam de ser cativantes. Um livro que realmente vale a pena ser lido.
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Livy 12/05/2011

Onde está o serial killer?
{ para ler a resenha completa acesse | nomundodoslivros.blogspot.com }

Apesar de não ter lido muitos livros desde gênero, posso dizer que me fascinam.

Eu Sou Deus é, sem dúvidas, um livro muito interessante. Gostei do enfoque que Giorgio deu ao livro, tornando um maníaco em um ser humano com cicatrizes profundas em seu passado. Logo nos primeiros capítulos, vemos a psicose sendo criada e como surgiu o trauma que leva Wendel a se tornar vingativo e um futuro serial killer, e o mais importante: obssessivo por fogo. A trama não trata apenas de um louco querendo explodir NY inteira da noite para o dia. Não! Se trata de traumas, ressentimentos e vidas cruzadas em um destino inevitável.

- Os nomes vão e vêm, xerife. Só as lembranças permanecem.

A narrativa é muito mais do que envolvente, é cativante. Giorgio narra com maestria e de uma forma que que vi em muitos poucos livros. Em diversos momentos, ele consegue incluir passagens de acontecimentos já ocorridos, de uma forma perfeita e totalmente explicativa.

Temos como personagens principais Vivien e Russel, que levam a investigação em frente e com uma intuição e perspicácia incríveis. Depois de um corpo ser descoberto em uma demolição, no meio de um canteiro de obras, Vivien é designada para investigar o ocorrido. Russel aparece na estória com uma pista que pode levar ao assassino, e então a jornada contra o tempo e a salvação de milhares de pessoas tem início.

Vivien, uma detetive determinada e dedicada, vive um drama pessoal em que sua querida irmã está em estado terminal e sua sobrinha em um lar para ex-toxicodependentes, chamada pela comunidade de Joy. E Russel não fica pra trás: jornalista há muito descreditado, que vive à sombra de seu irmão morto e em constante desentendimento com seu pai. No transcorrer da trama, nos aprofundamos não apenas na investigação, mas na mente dos personagens. O mais interessante, é como Giorgio nos mostra que, por mais dificil que pareça, as pessoas podem mudar seu destino.

Em determinado ponto do livro, eu estava literalmente roendo as unhas (adoro suspenses, mas me deixam nervosa), e não conseguia largar o livro. E apesar do livro não ter sido o que esperava em determinados pontos (por exemplo, eu achei que ia ter mais explosões e persseguições), por mais que pareça óbvio tudo o que vai acontecer, podem acreditar, não é! Eu posso dizer com todas as letras: " Giorgio, parabéns, você me surpreendeu!". Talvez eu esperasse mais do livro, ele me lembrou muito Cold Case (que é um seriado que adoro...muito!), mas quando o terminei não pude deixar de ficar realmente satisfeita.

Pra quem gosta de um bom suspense. Recomendadíssimo!
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Nano 24/04/2013

Bom....
Mais um livro do autor que não conseguiu prender minha leitura mais do que algumas páginas por vez.....
A história é boa, é um bom livro, mas demorei bastante para terminá-lo....
Apenas após o 15º capítulo que me interessei um pouco mais e nas últimas páginas, é claro....
Não consegui me prender...
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Fernanda 09/11/2016

Mediano
Quem já leu os outros dois livros do autor, "Eu Mato" e "Memórias de um Vendedor de Mulheres", espera a mesma maestria, porém não é o que acontece. A história se arrasta até metade do livro e o final é apressado e deixa a desejar. Há situações muito forçadas e clichês desnecessários.
Apesar de grande parte ser decepção, indicaria para alguém ler. Mas apenas para relaxar e filosofar um pouco, pois as reflexões no início da obra, característica do estilo de escrita autor, falam muito sobre a guerra, como ela destrói e confunde as pessoas. São ideias e visões importantes para pensar. Porém, termina aí. Não se estende ao longo da história. O que é lamentável, pois os outros dois livros do autor são um fonte infinita de filosofias. É lindo de ler. Se você gosta de livro que te faz refletir, um pouco à la José Saramago, sugiro ler "Memórias de um Vendedor de Mulheres" e "Eu Mato", nessa ordem.
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Mery 11/08/2017

Eu sou Deus
Uma leitura um pouco cansativa, pelo fato do autor ser detalhista demais em aspectos de locais e por causa de o começo não ser focado no assunto principal do livro, O desenvolvimento é meio lento. Mas com o passar das paginas as historia começa a se tornar envolvente, tomar um rumo. A forma que o autor brinca com o passado e o presente é muito inteligente e como apresentou a religião no livro é bastante interessante, pois eu estou acostumada a ver padres como devotos fervorosos , que jamais pensariam em criticar ou mostrar passagens bíblicas de forma diferente da qual eu ouvia quando ia a missas, não sei se a forma que padres estrangeiros abordam o conteúdo da bíblia de maneira diferente dos padres brasileiro, mas achei interessante a forma que o Padre Michael McKean trabalhou isso. A historia começa mesmo a prender o leitor um pouco além da metade do livro, porem quando prende os mistérios abordados acabam te sugando para descobrir o que acontece no final. O final é uma reviravolta chocante, foi bem difícil de me recuperar dele.Vale muito o esforço de ler o livro.
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Adriana 10/10/2012

Eu ADORO esse cara
..."Agora essa ausencia é apenas mais uma caixa vazia de uma longa série de caixas vazias que deixaram de ser surpresa ruim quando finalmente entendi que não me interessa descobrir o que levam em seu interior"

O meu preferido ainda é EU MATO, mas esse é muito bom.

Se voce é bem sagaz vai descobrir quem é o cara antes do final do livro, mas a trama é muito bem construída, o que da corpo a estoria e nesse livro ele acresentou um pouco de romance mas nada que tire a atençao da estória principal.
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Cláudia 09/02/2017

Eu Sou Deus
É difícil falar de Giorgio Faletti quando se é uma fã dele. Já tinha lido "Eu Mato" e agora me deliciei com "Eu Sou Deus", da Editora Intrínseca.
Na verdade, achei o começo do livro meio devagar, mas da metade para o final, o enredo toma ritmo e, que final, minha gente!
Fiquei dias debruçada sobre a história pensando em "Eu Sou Deus", tentando compreender o que aconteceu, como aconteceu.
O livro conta a história de uma jovem detetive que esconde os próprios dramas pessoais sob a sólida imagem profissional e um repórter fotográfico de passado discutível, em busca de uma segunda chance, são a única esperança de deter um psicopata que sequer assume a autoria de seus crimes. Um homem que está realizando uma vingança terrível, por uma dor que afunda suas raízes numa das maiores tragédias norte-americanas. Um homem que acredita ser Deus.
Foi um final que não imaginei para a história. E fiquei me questionando por dias o quanto de carga
levamos em nossas vidas de vivências passadas. É difícil fugir aqui de uma análise psicanalítica, mas não irei entrar aqui nos méritos que levaram o personagem a tamanha loucura. Vou me concentrar na história e absorver o nó que o autor dá em nossas cabeças no final do livro.
Não classifico esse como seu melhor livro. Sou muito mais fã de "Eu Mato". Acho que foi sua melhor história, mas não tiro o mérito que ele se deu MUITO bem com o final da história, apesar de seu começo devagar e, muitas vezes, massante.
Acho que é o típico livro que merece nossa insistência, porque se tivesse desistido ou continuado com má vontade, não teria ficado tão intrigada com seu desfecho.
Valeu minhas horas de leitura e, consequentemente, minhas horas de reflexão.

site: http://umolhardeestrangeiro.blogspot.com.br/2017/02/eu-sou-deus.html
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